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Precisamos falar sobre Empatia!


Mac Gregor.

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Olá boa tarde a todos!

 

A sequência de mensagens continua a todo vapor, rs. O assunto da semana será Empatia!

 

Será que estamos sendo empáticos uns com os outros?

Atualmente somos empáticos com os funcionários da Level Up? Será?

 

Espero que essa mensagem traga reflexões positivas para este final de semana.

Até breve! ;)

 

O Poder da Empatia

https://www.youtube.com/watch?v=VRXmsVF_QFY

 

Empatia é a arte de se pôr no lugar do outro e ver o mundo de sua perspectiva. Ela tem o poder de curar relacionamentos desfeitos, derrubar preconceitos, nos fazer pensar em nossas ambições e até mesmo mudar o mundo, podemos listar alguns exemplos: já imaginou como é a vida de uma criança no Teerã? Ou como é ter nascido cego? Ou ainda como é ser um soldado de guerra?

Entrar na pele de outra pessoa e ver o mundo a partir da perspectiva dela é a definição de empatia.

 

No livro “O poder da Empatia – A arte de se colocar no lugar do outro para transformar o mundo por Roman Krznaric ” conta a história de Patrícia Moore.

 

Em 1979, Moore trabalhava como designer de produtos na mais importante empresa de Nova York, a Raymond Loewy, responsável pela criação da sinuosa garrafa de Coca Cola e pela icônica logomarca da Shell. Com 26 anos e recém-formada na faculdade, ela era a única designer do sexo feminino entre 350 homens no escritório em Manhattan. Durante uma reunião de planejamento com o propósito de promover ideias para um novo modelo de geladeira, fez uma pergunta simples: “Não poderíamos projetar a porta de tal maneira que uma pessoa com artrite pudesse abri-la com facilidade? ” Um de seus colegas mais velhos virou-se para ela e respondeu com desdém: “Pattie, não projetamos para essas pessoas. ” A jovem ficou furiosa. O que ele queria dizer com “essas pessoas”? Exasperada com a resposta do colega, ela decidiu conduzir o que veio a ser um dos mais radicais experimentos sobre empatia do século XX.

 

Iria descobrir como era ser uma mulher de 85 anos. Patrícia dizia: “Eu não queria ser apenas uma atriz fingindo ser uma pessoa idosa, queria uma verdadeira imersão da personagem, uma personagem empática, através do qual eu pudesse realmente me pôr na pele de outra pessoa ”. Assim, com a ajuda de um maquiador profissional, Moore se transformou. Aplicou sobre o rosto camadas de látex que a fizeram parecer velha e enrugada, usou óculos velados que lhe borravam a visão, obstruiu os ouvidos de modo a não poder ouvir bem, colocou suspensórios e enrolou bandagens em volta do torso para ficar encurvada, prendeu nos braços e pernas talas que a impediam de flexionar seus membros e arrematou o disfarce com sapatos desiguais que a obrigavam a ter um andar trôpego e precisar de uma bengala. Agora estava pronta!

 

Entre 1979 e 1982, Moore visitou mais de cem cidades da América do Norte encarnando seu personagem, com o objetivo de entender o mundo à sua volta e descobrir quais eram os obstáculos cotidianos que os idosos enfrentavam e como eles eram tratados. Tentou subir e descer escadas íngremes de metrô, viajar em ônibus lotados, empurrar portas pesadas de lojas de departamentos, atravessar ruas movimentadas antes que o sinal fechasse para pedestres, usar abridores de latas e, é claro, abrir geladeiras.

 

O resultado dessa imersão?

Moore levou o design internacional de produtos para uma direção completamente nova. Com base em suas experiências, foi capaz de projetar uma série de produtos inovadores que se prestavam a ser usados por pessoas idosas, inclusive aquelas com mãos artríticas. Uma de suas invenções foi uma linha de descascadores de batatas e outros utensílios de cozinha com grossos cabos de borracha, que agora podem ser encontrados em quase toda casa. Ela é considerada a fundadora do design “inclusivo” ou “universal”, em que produtos são projetados para pessoas com todos os tipos de deficiência, quer tenham cinco ou 85 anos.

 

Moore foi além, transformando-se numa especialista no campo da gerontologia e numa influente militante pelos direitos dos cidadãos idosos: ela contribuiu para a aprovação da Lei dos Americanos Portadores de Deficiências (ADA, na sigla em inglês). Ao longo de toda a sua carreira, foi motivada mais pelo desejo de melhorar a vida de outras pessoas do que pelos atrativos do sucesso financeiro. Agora na casa dos sessenta anos, seu mais recente projeto é o planejamento de centros de reabilitação nos quais soldados americanos que retornam do Afeganistão e do Iraque com membros amputados ou lesões cerebrais possam reaprender a viver de maneira independente, praticando as mais diversas atividades, da compra de alimentos ao uso de um caixa eletrônico. Moore tornou-se famosa por seu “modelo empático”, que inspirou toda uma geração de designers, que agora reconhecem a importância de tentar olhar através dos olhos das pessoas que usarão os produtos que criam. “O design universal é movido pela empatia”, diz ela, “uma compreensão de que o tamanho único não serve para todos – e foi em torno disso que toda a minha carreira girou. ”

 

Isso a torna diferente da bondade ou compaixão. E não confunda isso com a regra de ouro “faça aos outros aquilo que gostaria que fizessem com você”, como George Bernard Shaw apontou.

 

“Empatia é uma das competências chave para a vida do século 21. Está no coração da inteligência emocional e é uma habilidade essencial para o trabalho em equipe e de liderança”, diz o filósofo Roman Krznaric que completa: “de um lado, a empatia é um antidoto à individualização, característica que herdamos do século 20 e que ainda está enraizada em nós. E do outro, é uma ferramenta política, porque a empatia pode fazer acontecer uma revolução, não uma revolução de novas instituições, leis e políticas, mas uma muito mais radical, revolução nas relações humanas”.

 

Segundo Marshall Rosenberg, é na maneira como falamos e ouvimos os outros que está a chave para o problema das desavenças e discórdias.

 

Quantas brigas, julgamentos, preconceitos e injustiças não seriam evitadas se todos nós conseguíssemos avaliar o comportamento do outro não pela nossa ótica, mas pela ótica dele? Quanta compreensão, quanto amor e quanta tolerância haveria na sociedade e nos relacionamentos se deixássemos nosso egoísmo e arrogância de lado para sermos o outro por alguns instantes?

 

Cada pessoa é única tem suas experiências, reações distintas, maturidade, grau de consciência, mesmo, havendo semelhanças com a outra pessoa, um empático consegue imaginar e intuir a situação do outro, mesmo sendo diferente dele.

Uma pessoa empática compreende o grau de dificuldade, a realidade e o sofrimento do outro, diante do que o outro está vivendo (não ele próprio). Demonstra compaixão, aceitação e age para com seu próximo, sem julgamento, passando força e o incentivando a reagir, para transcender o que lhe afeta ou aflige.

 

Quantos relacionamentos você pode ter perdido por pura falta de compreensão do outro? Quantos amigos você deixou de fazer por preconceito? Quantas oportunidades você não perdeu por prejulgamentos?

 

Acredito que o mundo seria um lugar melhor se as pessoas se perguntassem com mais frequência: E se fosse comigo?

 

Coloque-se no lugar de alguém que você discorda. Coloque-se no seu lugar, no lugar de quem deve começar a encerrar este círculo vicioso, rompendo barreiras, quebrando preconceitos e ajudando a criar uma sociedade mais tolerante e harmoniosa.

 

Ganha você, ganha eu, ganhamos todos nós!

Musiquinha~*

https://www.youtube.com/watch?v=gn2vEM6X0n4

 

Empatia.jpg

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Acho que nem a velha que mora perto de mim, uma fanática religiosa é tão chata quanto você.

 

Ok, que ela fala sobre o churrasco que eu faço, de acordo com ela "Churrasco profano" e o cacete a quatro por ser regado a bebida e tudo mais, mas porra ... TÁ ACHANDO QUE AQUI ALGUÉM QUER SER EVANGELIZADO TODA SEMANA?

QUE MERDA MAIS CHATA DO CARALHO

 

 

TÁ SEM NADA PARA FAZER VAI TRETAR, VAI CAÇAR UMA MULHER (OU UM CARA), VAI PROCURAR SEU PASTOR PARA SEI LÁ... BRINCAREM DE CASINHA, PORRA .... NÃO CAÇA O FÓRUM PARA FAZER TEXTÃO NÃO CACETE.

EP6Vr8L.png
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Sério, você já deu no saco, tô abrindo ticket pra livrar o fórum dessa peste religiosa.

 

Ele fez algo que seja passivel de punição? Eu não to lendo nada que esse cara ta postando então não sei se ele fez. Do jeito que vcs tão falando parece que ele é aqueles filhos da puta que ficam no 4 vagão do trem no ramal de santa cruz pra as plenas 7 fudendo horas da manhã faze a porra do culto deles. Caralho que raiva

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Ele fez algo que seja passivel de punição? Eu não to lendo nada que esse cara ta postando então não sei se ele fez. Do jeito que vcs tão falando parece que ele é aqueles filhos da puta que ficam no 4 vagão do trem no ramal de santa cruz pra as plenas 7 fudendo horas da manhã faze a porra do culto deles. Caralho que raiva

 

Nesse tópico não, mas nos outros falava de religião que é proibido pelas regras do fórum, foi uns 5 tópicos

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Precisamos falar sobre outras religiões. Mac Gregor, o q tu acha do Candomblé?

 

Ele fez algo que seja passivel de punição? Eu não to lendo nada que esse cara ta postando então não sei se ele fez. Do jeito que vcs tão falando parece que ele é aqueles filhos da puta que ficam no 4 vagão do trem no ramal de santa cruz pra as plenas 7 fudendo horas da manhã faze a porra do culto deles. Caralho que raiva

Rega 12:

 

12 - Utilizar o fórum para discutir, apresentar ou divulgar assuntos jurídicos, legais, religiosos ou políticos:

 

1ª ocorrência - O acesso do autor será suspenso por 1 mês.

 

2ª ocorrência - O acesso do autor será bloqueado permanentemente.

 

Atenção: a Level Up reserva-se o direito de aplicar o bloqueio permanente em qualquer ocorrência.

 

Entenda a regra: tais assuntos são proibidos, independentemente da forma que forem citados (incluindo, mas não limitado a: links de qualquer natureza, assinaturas, avatares, nicks, mensagens e/ou PMs). Afim de esclarecer, citamos dois exemplos. Vale lembrar que são exemplos e que os atos da moderação não se limitam, em momento algum, aos mesmos.

 

Exemplo 1 - "Ou a lei muda, ou os costumes mudam." - Atitude permitida

 

Exemplo 2 - "Eu tenho direito a isso. No Artigo X, parágrafo Y do Código de Defesa do Consumidor há uma cláusula Z que (...)." - Atitude sujeita a bloqueio de acesso.

 

Exemplo 3 – “Abri uma reclamação no site Reclame Aqui, entrem lá (...).” – Atitude sujeita a bloqueio de acesso.

 

Não é Bug, é Feature

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Interessante o tópico. Realmente falta empatia nesse Ragnarok.

Principalmente para os KS que atrapalham o up dos grupos de mober. Dos usuários de galho seco que atrapalham o up dos low level...

Quanto mais conheço as pessoas, mais gosto de cachorros.

[sIGPIC][/sIGPIC]

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Ele pode até ter quebrado uma regra nos outros tópicos, mas não vejo nenhuma regra sendo quebrada neste. O Off Topic é justamente para falar de assuntos que não são sobre Ragnarök, então não há nenhum problema. Para os que estão incomodados ou não tem interesse no conteúdo, podem simplesmente ignorar o tópico não entrando nele.

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