Hela Postado Novembro 18, 2017 Compartilhar Postado Novembro 18, 2017 A história da canção “ring ring ring” Essa história se você não conhece, aí de conhecer! Leonard Brezovar é meu nome, e tomo seu tempo para essas mal traçadas notas. Sou famoso em Midgard, não pelas melhores canções, nem pelos instrumentos mais raros, mais sim por minhas histórias. Meus comentários são mais ácidos que qualquer punhado de corações imortais engarrafados por Alquimistas. Por trás da Cartola de sussurros que uso, tem alguém ciente que o destino está além das cartas, está no mundo! E hoje lhe narro a história por trás da canção “ring ring ring”. Diferente do que se imagina, não são três acordes de uma guitarra, ou mesmo, mera cacofonia onomatopaica, é a representação de uma jornada, de uma vida em busca dos segredos dos deuses. Em Alegro, começo meu relato, como uma criança numa fábrica de doces, mas sendo um bardo na fábrica de brinquedos, encontro meu primeiro “ring” o tom mais feliz dessa história. Angeling como chamam, aquela misteriosa criatura rosa de aureola e asas, que se diverte transformando os visitantes em engraçados monstros de cabeça deformada. Por sorte o gato em minha cara esconde a vergonha do meu rosto verde. Mas resta saber que a vida é assim, cheia de infortúnios, e por mais feio que estejamos, tudo passa! Inclusive o efeito de cabeça de Orc. Em Presto, sigo nas desgraças de minha jornada, em busca do segundo “ring”, tão rápido ficamos felizes, nos deparamos com incertezas e não sei exatamente o que leva um ser azul caricato como um Marin, a deparar-se com a realidade de torna-se um Develing. Digo que mesmo quando encaro aquele rosto risonho daquele pequeno ser com chifres e asas, penso em perguntar-lhe o que o levaria a tal decisão? Mas tão rápido o avisto na Ilha Poring, rápido também ele responde, em mandar seus lacaios me perseguirem! E tão ligeiro quanto toco esse trecho, minhas pernas me levam para distante daquele lugar. Talvez o rancor os deixe assim, ataque primeiro e pergunte depois! O último trecho dessa história, mas não menos importante, merece uma atenção maior. Em Adágio, eu lhes entrego esse relato, essa história, essa pequena confissão, de alguém que se perdeu, que viu no Labirinto da Floresta o fim de sua vida, e por isso encontrei o fim dessa canção. Ghostring, tão singelo e tímido, sequer revela sua face, e atender aos seus sussurros, foi algo, que apesar da batida lenta, cheia de melancolia, me enche de conforto saber que para além da vida sinistra de alimentar jovens aprendizes de experiência, os Porings vislumbram uma continuação de sua existência. Como cochichos carregados para lá e para cá pela brisa, apenas segredam que o fim de uma jornada é apenas o prelúdio do início de uma nova aventura. E que mesmo que tudo pareça perdido, no fim, você sempre pode ser um fantasma bacana assustando viajantes nas estradas. “Ring! Ring! Ring! Olá viajante! Receba meu soul strike! Puft! Puft! Puft!” E com isso eu me despeço, até o próximo encontro. Do sempre seu, Leonard Menestrel! Citar [sIGPIC][/sIGPIC] Quer desdenhar de meus eventos? Fique a vontade. Mas tente manter O SEU TRABALHO bem feito, porque diferente de você, o meu é voluntário. [/hr] Lilith Morningstar. Eva, Monah do Pah Link para o comentário Share on other sites Mais opções de compartilhamento...
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