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Cinco destinos traçados


Xand / Zoboo

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Ragnarok não é de meu direito, muito menos esta fanfic, ela pertence à Roxie Rock.esta fic contem 37 capitulos, esta é a primeira historia.obs: Vocês podem perceber uma mudança de narrador em alguns capitulos.obs²: Algumas habilidades sitadas são inexistentes no jogo, ou são utilizadas de modo diferente, tudo para deixar mais emocionante a Fic.=D

 

Prologo- O inico de tudo

Parte I Há 2.000 anos aconteceu a guerra dos deuses, conhecida

como Ragnarok, mas não ocorreu como todos pensam. Loki se tornou o deus

do Mal, da Morte e das Trevas de alguma maneira conseguiu esse poder

absorvendo o ódio e a maldade que os humanos liberavam em Midgard.

Brunhilde, a mais poderosa das valquírias havia sido punida pelo seu pai

Odin por ter o desobedecido, descobriu como impedir Loki e a destruição

do mundo. Ordenou a sua irmã Waltraute a trazer o seu elmo e suas armas

até ela. Assim que retomou o seu status de Valquíria, foi até os

últimos e mais poderosos dragões (os dragões eram tão poderosos quanto

os deuses mais fortes) e pediu que lhe entregassem parte de seu poder.

Os grandes dragões eram os dragões do vulcão, poder sobre o fogo e a

terra; o dragão da tempestade, poder sobre o vento e o relâmpago; o

dragão da luz, poder sobre o sagrado e a água; o dragão místico, união

dos quatro elementos e o dragão do maldito também conhecido como dragão

das trevas, poder sobre as trevas e o maldito. Com os cinco poderes

dentro de si, Brunhilde foi até o local da batalha e lutou contra Loki.

Ela o enfraqueceu e o selou com o próprio mal em um castelo chamado

Glast Heim. Brunhilde colocou os cinco poderes em cinco armas especiais

criadas para exercer essa função, também previu com o auxílio do poder

do dragão místico que um dia Loki se libertaria e que apenas humanos

escolhidos pelos deuses poderiam destruí-lo. Mas infelizmente também

previu que um mal tão grande como Loki não morre, ele apenas encontra

outras formas de voltar.   Parte II   Prontera,

a capital de Rune-Midgard, apenas o Rei e alguns subordinados

escolhidos a dedo sabem um dos maiores segredos da história desse mundo.

Existe uma Academia, ninguém sabe onde ela se localiza, nem quem a

fundou e nem como agem. Sua existência é tão absurda que dizem que é

apenas uma lenda, muitos dizem que foi Brunhilde que a fundou. Lá são

treinados poucos jovens que merecem ser chamados de heróis, eles recebem

a missão de proteger Midgard. Lá existe uma grande biblioteca onde

estão livros que contam todos os segredos da história de Midgard.

Apenas lá existe um livro que conta uma grande fatalidade. Há dez anos,

em uma casa entre as pirâmides de Morocc e Cômodo, monstros que

escaparam de seu abrigo mataram um casal de jovens. Apenas uma criança

sobreviveu, os habitantes de Morocc disseram que a criança era

amaldiçoada, pois os monstros fugiram ao vê-la. Ninguém sabe quem é essa

criança ou o que aconteceu com ela, apenas a Academia sabe.  

XxXxXx   - Ilana, ILANA! - Huh? -

Poderia responder a pergunta? - Sinto muito prof. Canavion, mas

qual era a pergunta mesmo? - Aiai, Qual seria o melhor elemento

para derrotar o Gerente da torre do relógio? -Bem, como eu sou

uma mercenária, eu utilizaria veneno. - Ilana, apesar de a

resposta estar correta, não é a que eu queria. O nosso tempo acabou,

estão dispensados. Leiam os capítulos 6 e 7 do livro de vocês e façam um

resumo. Todos os alunos saem da sala. - Você não Ilana –

ele segura o braço dela – Eu quero falar com você. Ilana para e

começa a ouvir atentamente o professor. - Sabe, você tem se

distraído nas minhas aulas. - Sinto muito prof. Canavion, eu

tenho estado muito cansada. - Melhore o seu desempenho, senão vou

reportar isso ao diretor. - Sim senhor. - Pode ir. Eu

sou uma mercenária, tenho longos cabelos castanhos e olhos azuis, alta e

tenho volta os 16 anos. Cresci na Academia, não me lembro de muita

coisa, apenas de quando eu era criança estava sozinha e um dos

professores me encontrou e me levou para cá. - Ei! Ilana! -

Viper! – ele tem 17 anos, alto com olhos verdes e cabelos prateados

curtos e rebeldes. Um mercenário era o meu namorado. - Estava

indo na biblioteca, você vem? - Eu vim te buscar – disse ele sem

jeito. Na biblioteca: O sistema de ensino da Academia é

“simples”. Quando você é aprendiz te ensinam literalmente a bater e

correr. Mostram os monstros de nível baixo que você pode matar sozinho

ou com a ajuda de outra pessoa e dão a teoria sobre as classes iniciais

para você se decidir. Quando está na primeira classe, algumas aulas são

divididas por classe. Então começam a dar aulas mais interessantes,

armas, técnicas de batalha, monstros de nível mais alto e a teoria das

suas habilidades, a única aula chata é sobre as classes secundárias.

São seis meses seguidos de aula e seis meses que você sai para

viajar. A divisão dos grupos são simples, se você é um aprendiz sai em

viajem com no mínimo alguém de classe primária, mas na maioria das vezes

os grupos têm pessoas de classe primária, secundária e aprendizes. Você

ate pode viajar sozinho, mas é arriscado. O mais interessante

das viagens é o sistema de tutores. Opcional mas eficiente, dependendo o

seu “mestre”. Um transcendental ex-aluno “adota” um aprendiz e o leva

em viajem, ensinando o teórico, ou seja, inspirando ele. A cada três

meses eles retornam a Academia para o pupilo aprender as técnicas de sua

classe. Em casos raros, por exemplo, um Mago pode aprender técnicas de

Espadachim se tornando um guerreiro mago, é impossível passar adiante

pois as novas habilidades gastam mais energia, a variação dos mestres e é

proibido criar novas classes sem saber a evolução do número de

aprendizes em Midgard. O Viper participa desse sistema. O mestre dele

foi um Algoz, o mais interessante disso foi que ele, o Viper, queria ser

um Sacerdote, ele me disse que o mestre dele o inspirou a se tornar

Mercenário, ele sabe alguma coisa de Noviço e um pouco de medicina. E

eu? Eu estou nesse buraco há anos. Como eu disse anteriormente, eu

cresci aqui. - Estudando os monstros da TR(torre do relógio)?

- É aqui está o Gerente, não gosto da cara dele. - Huh? -

O Canavion me perguntou qual elemento seria o mais eficiente para

derrotá-lo. Eu respondi veneno por causa da minha classe, aposto que ele

queria ouvir “qualquer elemento menos fantasma” – disse isso com um tom

de ironia – eu lá tenho cara de Ghostering? - Ainda bem que eu

não tenho problema com professores. Toca um sino, uma vez...

Duas... Três!!! - Finalmente! Luta pratica fora de aula! Isso

significa que eu posso desafiar qualquer aluno de qualquer classe e de

qualquer ano. Tem uma proteção avançada, para evitar mortes. Os mais

chatos são os Justiceiros, pois eles o atiram na cabeça e você já

perdeu, são os metidos a valentões nesses eventos, nos outros momentos

são uns medrosos. É claro, sempre tem um professor olhando para evitar

ferimentos graves. Lá na arena: - ALGUEM QUER ME DESFIAR?

ALGUEM TEM CORAGEM? HEIN ILANA? Aquela lá é a Maya. Deve ser a

única Cavaleira que usa machado, e para piorar é rosa. Ela faz Combate

avançado com armas comigo, corre um boato que ela é filha de uma das

Valquírias e que o machado é de família, não acredito nisso, e o machado

dela tem forma de “V”. - Já que insiste...

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Capitulo 2- A mercenaria contra a cavaleira

Terminei de vestir a armadura especial e fui até o centro da arena.

Maya estava apoiada no seu machado. Decidi esperar o seu primeiro

movimento.

 

XxXxXx

 

- BRIGA! BRIGA! BRIGA!

-MOSTRA

PRA ELA QUEM MANDA MAYA!

Ai, ai, sempre é assim. Não pode haver uma

batalha que todos ficam animados. Estão todos torcendo pela Maya, então

para ficar no clima eu vou ajudar a minha amiga.

- ACABA COM ELA

ILANA!

Meu nome é Jules, eu tenho 16 anos olhos ônix e longos

cabelos ruivos amarrados em uma trança. Eu sou a melhor amiga da Ilana, e

sinceramente eu quero mesmo que ela acabe com a Maya. Ela é uma chata,

ela vive pegando no pé de todo mundo principalmente da Ilana. Ela vive

dizendo que os professorem tem pena de reprovar o “filhotinho” deles.

Ilana vai acabar com ela.

- Hei Jules!

- Ei! Viper eu estou

aqui!

Eu só conheço o Viper porque ele é o namorado da Ilana, senão

talvez eu nunca falaria com ele.

- Elas não vão fazer nada?

-

Uma está esperando o primeiro movimento da outra, daí uma delas pode

contra-atacar em dobro. Simples, mas eficaz.

- Ahhh.

Ele é muito

inteligente, às vezes eu nem entendo o que ele diz.

- ESTÁ ME

PROVOCANDO, NÃO É!? Maya finalmente perde a paciência, ela

avança. Ilana consegue se defender usando uma de suas adagas.

- Essa

coisa deve pesar uma tonelada! Como você luta com ela?

- Eu só

quero ver o que você vai fazer com essas adagas.

Ilana se afasta

dela.

- Furtividade!

Ótimo movimento! Agora ela vai acabar com a

Maya.

- Impacto Explosivo!

Droga! Ela achou a Ilana!

-

Lâminas Destruidoras!

Ilana começa a atingir Maya, é tão rápido que

ela não pode revidar.

- Vigor!

Essa não! Agora Maya pode se

mexer não importando se está sendo atacada!

- Impacto de Tyr!

 

Ilana é lançada longe. Como ela foi diretamente atingida ela não vai

conseguir se levantar. Maya venceu.

- AGORA EU VOU ACABAR COM A SUA

RAÇA!

Maya levanta o machado e corre em direção a Ilana.

- ILANA

FOGE!

Ela não consegue se levantar. A Maya vai matá-la, não consigo

olhar!

- Luz Divina!

Me desafio a abrir os olhos, Viper estava

entre Ilana e Maya. Viper havia usado a Luz Divina dele para afastar

Maya. Eu corri até eles.

- Ilana você está bem?

- Eu estou...

Sim – ela tenta se levantar, mas não consegue.

- Deixa que eu te

ajudo meu amor.

- POR QUE VOCÊS DOIS SE METERAM? EU IA ACABAR COM

ELA!

- A LUTA JÁ TINHA ACABADO QUANDO VOCÊ A DERRUBOU! ADMITA SUA

DESGRAÇADA! VOCÊ QUERIA MATAR A ILANA!

- ORA SUA...

- JÁ CHEGA

VOCÊS! AS ATIVIDADES DA ARENA ESTÃO ENCERRADAS! – a Profa. Halloway

segurou o braço de Maya – Maya você vem comigo falar com o diretor.

-

Mas o que eu fiz?

Que cara de pau!

- Não se faça de inocente!

Jules, Viper levem Ilana para a enfermaria.

- Sim senhora!

Viper

pegou Ilana e a levou em seus braços, eu apenas o acompanhava.

Nós

percorremos uma boa parte do caminho em silêncio.

- Jules como você

acabou aqui na Academia?

Eu não tinha vergonha nenhuma em falar

sobre isso.

 

FLASH BACK ON

 

Meus pais me abandonaram eu

tinha dez anos.

Haviam me dito que voltariam. Passaram seis meses,

eu desisti de esperar.

Me tornei uma aprendiz e mostrei minha

capacidade matando Porings e Fabres em pequenas fazendas e vilas em

troca de alguns zenys.

Um dia eu acabei fazendo um serviço na

fazenda do diretor da Academia.

- Hei menina – eu olhei para trás, o

homem usava uma capa, eu não consegui ver seu rosto – tenho umas coisas

para você.

Ele se abaixou além de me dar o pagamento me deu uma

arma, uma armadura e uma carta.

- Caso queira algo maior e melhor.

 

A carta tinha o desenho de uma espécie de castelo.

- Como eu chego

até lá?

- É só querer.

Passei dias observando a carta. Até que

um dia, eu tomei a minha decisão. Eu coloquei a carta perto do meu rosto

e sussurrei.

- Eu quero...

Uma luz surgiu em baixo de mim. Um

portal!

Quando abri os olhos eu estava em um lugar que não pude

identificar.

- Jules?

Eu olhei para trás, era o castelo da

carta. Uma Mestra veio na minha direção.

- O diretor disse que você

viria.

- Onde estou?

- Na Academia – ela mês estendeu a mão –

Venha comigo criança.

Eu segurei sua mão e entramos no castelo.

 

 

FLASH BACK OFF

 

- Sinto por ter feito se lembrar de ter sido

abandonada.

- Não tem problema, eu não sinto falta dos meus pais. Se

estão vivos devem estar arrependidos por terem me deixado.

Chegamos

à enfermaria, deixamos Ilana em uma cama.

- O que aconteceu com

ela?

- Foi uma batalha Srta. Anna.

- Vejamos...

A Srta. Anna

é uma Sumo-Sacerdotisa, além de cuidar da enfermaria ela ensina

medicina e técnicas de cura para Sacerdotes mais avançados.

- Ela

vai ficar bem agora, só precisa descansar. Em breve é a hora de jantar,

não se atrasem.

- Certo – respondemos juntos.

Ela vai embora nos

deixando sozinhos com Ilana. Eu não sei muita coisa sobre o Viper,

então aproveitei o momento.

- Viper me fale como chegou a Academia.

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Capitulo 3- Encontros acidentaisFiquei surpreso com a pergunta de Jules. Eu perguntei para conhecê-la

melhor, mas não pensei na possibilidade dela me perguntar isso. Não

gostava de falar sobre o assunto, mesmo assim eu não queria deixá-la

chateada.

- Meu pai era um aventureiro, eu não me lembro direito

dele, um dia ele saiu para fazer uma busca e nunca voltou. Minha mãe

ficou doente por pensar que ele estava morto, depois que ela morreu,

fiquei sem ninguém no mundo.

- E eu fiz você lembrar disso! Me

desculpe Viper!!!!

- Não tem problema! O Ray me achou e me trouxe

para cá, tudo tem um final feliz!

Ela ficou mais chateada ainda

porque eu contei. Eu sei que tenho namorada, mas mulheres são muito

confusas, você nunca as entende por completo.

O Ray não só me trouxe

para a Academia como se ofereceu para ser o meu Tutor. Ele me ensinou

não só a lutar, mas também me disse que coragem é o que te da forças

para continuar. Ele também me deu algumas dicas sobre garotas e me

ensinou algumas cantadas.

 

FLASH BACK ON

 

- Hei Ray!

 

Um Algoz, que marcava a presença no local, olhou para trás, um Gatuno

de cabelos prateados correu na sua direção.

- Olha só, a partir de

agora eu sou um Gatuno!

- Você não queria ser um Noviço Viper?

-

Eu mudei de idéia

- Então é por causa disso que você queria vir à

Morocc. Que seja, mas lembre-se – Ele se abaixa e olha nos olhos verdes

do garoto – Ser um Gatuno não faz de você um ladrão, roube apenas se for

um caso extremo de sobrevivência. Entendeu?

- Sim!

- Ótimo!

Agora vamos a um bar - Por quê?

- Ora rapaz! Agora que você é

um Gatuno temos que comemorar! Alem disso, agora as garotas virão falar

com você! Tem que aprender a falar com elas - Eu não sou como

você Ray! Eu não gosto de ficar impressionando garotas como você!

 

Ray ergue Viper pela camisa.

- O fato é que você vem querendo ou

não! Vai lá, por mim!

- Certo eu vou! Agora me poe no chão!

-

Ótimo! – disse ele colocando Viper no chão – Depois disso nos vamos

falar com algumas belas aventureiras!

- Você não muda cara...

 

 

FLASH BACK OFF

 

Algumas coisas que fizemos juntos foram

divertidas, me surpreendo por não ter acabado como ele. Agora eu vou

começar a viajar sem ele, vou sentir falta dele, o lado bom nisso é que

agora eu posso viajar com a Ilana - Viper a Ilana está acordando!

 

Realmente ela estava se passou apenas meia hora, a Anna disse que ela

podia dormir por horas!

- Você está bem?

- Estou bem, bem tonta.

Onde eu estou?

- Na enfermaria, você não lembra de como foi parar

aqui.

- Lembro sim, eu perdi por aquela desgraçada da Maya!

-

Relaxe meu amor, na próxima você pega ela.

- Tem razão – disse ela

sorridente – podemos sair desse lugar?

Ela se levantou da cama, nós

três saímos da enfermaria. Como a Ilana se recuperou tão rápido? Não se

cura tão fácil um golpe direto do Impacto de Tyr

Era a hora do

jantar, nós estávamos descendo para o refeitório. Ouvi alguns passos,

mas não me preocupei com isso. Nós estávamos virando os corredores

quando alguém se chocou contra Jules.

- QUE O CHÃO SE ABRA SOBRE OS

SEUS PÉS! AINDA NÃO APRENDEU COMO SE VIRA UMA ESQUINA?!

- Me

desculpe gatinha, eu não te vi.

Jules olhou para o ‘responsável’

pela batida, era um Monge que tinha mais ou menos a minha idade, com

cabelos curtos e loiros e olhos castanho-claros. De alguma forma, eu

acho que o conheço.

- Hei Viper! Há quanto tempo!

- Chass! Cara

eu não te vejo há muito tempo! Você mudou muito - Pois é! Veio

fazer o teste para se formar também? - É, agora finalmente vou

poder viajar sozinho. - Nem pensar camarada! Nós vamos juntos!

Unidos somos imbatíveis! - Viper você conhece ele?

-

Ah!Certo. Ilana este é o Chass, um velho amigo meu. Chass essa é a

Ilana, minha namorada.

- Prazer. Eu sabia que uma garota tão bonita

devia ter namorado.

Esse cara não muda...

- A que você

atropelou é a Jules...

- Não perde tempo, não é Viper, tem outra

namorada...

Jules ficou furiosa e deu um soco na cabeça do Chass.

 

- ESCUTA AQUI! EU NÃO SOU QUALQUER UMA! COMO DEIXARAM VOCÊ SER UM

MONGE?

- EU ME PERGUNTO DE COMO VOCÊ VIROU TEMPLÁRIA COM ESSE

TEMPERAMENTO!

- A Jules é um pouco esquentada.

- Ah Chass! Como

deixaram você virar Monge?

- Diferente de Sacerdotes, Monges não

precisam ser santos.

- Como vocês se conhecem?

- Nós dois

participamos do sistema de Tutores, eu não aprendi nenhuma habilidade

nova, já o Viper... Bom vocês devem saber!

 

XxXxXx

 

 

Fiquei feliz em conhecer as amigas do Viper. Uma Mercenária que parece

uma santa e uma Templária que parece um demônio. As provas finais estão

chegando, logo serão divididos os grupos para viajarmos. Eu não me

importo de viajar com o Viper e com a Ilana, mas pelo amor dos Deuses,

não me deixem ficar com essa tal de Jules. Certo, eu gosto de garotas,

sou bonito, sou charmoso, nenhuma garota resiste a mim, mas eu não sei o

que eu fiz para merecer isso. A técnica de fingir que não a viu virando

a esquina e depois dar um elogio nunca falha!

XxXxXx

 

Fico

me perguntando por que a Jules não gostou do Chass. Bem, qualquer amigo

do Viper é meu amigo.

Nós decidimos ir jantar todos juntos, mesmo

sob os protestos da Jules.

Foi agradável, o Chass come feito um

condenado!

Quando estávamos saindo do refeitório, o Prof. Canavion

parou na nossa frente.

- Algum problema professor? – eu perguntei.

 

- Ilana, Jules, Chass venham comigo.

- Posso acompanhar?

Ele

não respondeu. Eu fiquei muito assustada, aquele dia já havia me causado

muitos problemas.

Andamos por vários minutos, que pareciam horas,

sem dizer uma palavra. Estávamos nervosos, o que o Canavion queria com a

gente?

Paramos. Estávamos em frente a uma porta grande de madeira

escura com runas talhadas. Era impossível! Estávamos na sala do Diretor

da Academia! O que fizemos de errado afinal? O que o Diretor queria com a

gente? Canavion abriu a porta.

- Entrem – disse ele num tom frio –

Viper você fica.

Ele impediu Viper de nos acompanhar. Eu comecei a

ficar ainda mais nervosa. Olhei para Jules e Chass, eles estavam com

medo.

Quando entramos, vimos o Diretor sentado na cadeira atrás da

mesa, seu rosto estava coberto pela capa vermelha que os professores da

Academia normalmente usam, mas dessa vez era difícil dizer como ele era,

ele me dava arrepios.

Ele sempre fora uma pessoa gentil comigo

desde o dia em que eu vim morar aqui, pensando bem eu acho que nunca vi o

rosto dele nitidamente.

Havia outras duas pessoas na sala, uma

Bruxa e um Caçador.

- Que bom que chegaram.

- Por que você nos

chamou aqui Diretor?

- Para falar sobre o destino de vocês cinco.

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Capitulo 4- Revelações

Como assim falar sobre os nossos destinos? Eu vi o rosto dos outros,

estavam tão surpresos e confusos como eu.

- O que você quis dizer

com isso Diretor? – A Bruxa perguntou sem medo, ela era alta, cabelos

curtos loiro-claros e olhos azuis um pouco mais escuros dos que os meus.

Parecia ter um ano a mais que eu. Ele fez não respondeu, apenas fez uma

pausa e continuou falando.

- Vocês conhecem a lenda de Brunhilde e

os cinco grandes Dragões?

- Não é aquela história em que Brunhilde

derrota Loki e impede o Ragnarök usando o poder de cinco dragões? –

pergunta Chass.

- É só uma lenda – fala o Caçador. Ele era alto,

cabelos azuis-claros e olhos azul-esverdeados.

- Se fosse apenas

uma lenda, eu não teria chamado vocês aqui. Aqueles eventos realmente

aconteceram, o que poucos sabem é o que aconteceu em seguida.

 

Brunhilde colocou os cinco grandes poderes em armas especiais e previu

que um dia Loki retornaria. Mas também descobriu que ela só pode

controlar o poder dos dragões porque ela havia se tornado meio-humana,

então chegou à conclusão que não seriam os Deuses que lutariam contra

Loki, seriam cinco humanos. Vocês no caso.

- Como você tem certeza

disso?

- A Academia foi fundada por Brunhilde, para auxiliar os

Deuses. Vocês cinco foram escolhidos no momento em que nasceram.

 

Ficamos chocados. Nós escolhidos pelos Deuses!

- Você está brincando

não é? – pergunta Jules.

- Eu nunca brincaria quando o assunto é a

segurança de nosso mundo. Continuando – Ele coloca cinco armas em cima

da mesa – essas são suas armas e o que elas representam: Abigail

Valentine, poder do dragão místico, sua arma é o cetro de Erda (deusa da

sabedoria); Chass Prince, poder do dragão da Luz, sua arma é crucifixo

de Urdar (águas que os deuses usam para manter a vida da arvore de

Yggdrasil); Jules Del Liam, poder do dragão do vulcão, sua arma é a

espada de Siegfred (Herói na mitologia Nórdica); Leon Golden, poder do

dragão da tempestade, sua arma é as luvas de Heimdall (Vigia da morada

dos deuses); e por fim Ilana Lucille, poder do dragão das trevas, sua

arma são as espadas de Hegrin (Eu tirei esse nome do manga).

 

Começamos a observar as armas, ainda não podíamos acreditar no que

estava acontecendo. Se bem que minha arma não eram bem espadas, estavam

mais para duas adagas.

- Com essas armas vêm habilidades especiais,

algumas vocês possuem desde que nasceram.

- Habilidades tipo: voar? –

pergunta Leon.

- É claro que não! Vocês apresentarão habilidades

como se curarem em pouco tempo, agilidade, força física, inteligência e

aumento do dano dos seus golpes. Não sei se possuirão alguma magia ou

habilidade relacionada ao poder de vocês, mas sei que serão mais

resistentes ao dano elemental respectivo ao poder que representam. Mais

uma coisa, as armas se adaptarão a vocês, a sua classe e personalidade.

Terão tempo para decidirem – ele deu uma pequena pausa – Tempo esgotado!

O que vocês acham?

Ficamos nos olhando. Chass pegou o crucifixo, o

crucifixo começou mudar a soqueira na mão direita dele, o crucifixo

continuou na mão esquerda dele. Abigail pegou o cetro, ele ficou mais

bonito e curto. Jules pegou a espada, ela se tornou uma espada de uma

mão. Leon vestiu as luvas e elas se tornaram mais longas e mudaram um

pouco o arco dele. Eu apenas fiquei olhando as adagas.

- Vocês podem

sair, eu quero falar com a Ilana.

Eles saíram, apenas eu e o

Diretor ficamos.

-Algum problema? Todos os outros aceitaram o

destino deles menos você.

- As trevas, como podem ajudar em alguma

coisa representando algo tão terrível?

- Esse poder é diferente, o

dragão das trevas era bom, esse poder representa o ponto luminoso no

mal.

Eu seria mais temida do que amada, mesmo assim eu peguei as

adagas, elas ficaram com runas nas lâminas e elas haviam mudado um

pouco. Eu estava saindo da sala.

- Mais uma coisa – eu me virei –

Tome cuidado com esse poder, mesmo tendo intenções boas, ele pode ser

perigoso.

- Certo.

Me assustei com o que ele disse, eu poderia

me tornar perigosa?

Estavam todos conversando do lado de fora.

-

Ilana como foi? – perguntou Viper – eles já me contaram tudo.

- Eu

aceitei.

- Que bom – disse Abigail – acho que agora temos que nos

conhecer melhor não?

- Pode começar então – disse Leon.

- Certo,

meu nome é Abigail Valentine, me chamem de Abby, tenho 17 anos, nasci

em Yuno.

- Jules Del Liam, nasci em Izlude tenho 16 anos.

-

Chass Prince, nasci em Prontera, tenho 17 anos.

- Leon Golden tenho

16 anos, nasci em Alberta.

- Ilana Lucille nasci em Morroc, tenho 16

anos.

- Viper Snider tenho 17 anos, nasci em Al de Baran.

-

Pelo o que me parece, teremos que viajar juntos – diz Chass.

- Nossa

Chass, você é um gênio – caçoa Jules.

Todos dão risada, ouvem um

som que parecia uma explosão. Quando chegam ao local, muitos alunos

haviam ido vê o que havia acontecido. O que mais chamou a atenção foi

uma Cavaleira com a armadura negra, cabelos púrpuros e olhos vermelhos

sentada em cima de uma das estátuas com um machado apoiando os braços.

 

- Espero que os professores não se importem, estava muito chato na sala

de detenção.

- Maya? – perguntou Ilana.

- AH, o filhotinho da

Academia, eu não tinha deixado você na enfermaria? – ela olha para o

lado direito na cintura de Ilana – as espadas de Hegrin, quem diria você

é uma guerreira dos deuses, esses outros ai são seus aliados?

-

Maya!

Eles olham para trás, era a profa. Halloway.

- O que você

pensa que está fazendo? – Pergunta Halloway.

- Ah, profa. Halloway,

eu estou apenas aqui para destruir esse lugar em nome do meu senhor, o

grande Loki.

- O que?

- Eu não vim aqui para estudar, a minha

missão sempre foi localizar as armas dos deuses, rouba-las e entregar ao

meu senhor. Mas houve uma pequena mudança de planos, eu vou destruir

esse lugar.

- Como professora da Academia de Midgard – Ela começa a

tirar a capa vermelha, revelando que ela era uma Mestra – Vou impedir

que você faça isso.

Elas se encaram por alguns segundos

- Zen!

 

Cinco esferas luminosas começam a circular Halloway.

- Impacto

Psíquico!

O golpe é certeiro em Maya, mesmo assim parece não ter

levado nenhum golpe.

- Você pegou muito leve – ela da um sorriso

maligno – mas eu não vou maneirar. Eu te peço meu senhor – estavam

confusos, Maya estava orando? – me empreste um pouco de seu poder.

A

lâmina do machado de Maya começa a ficar negra.

- Lâmina das

Trevas!

Halloway desvia, não aconteceu apenas um corte, fora uma

explosão.

- Isso é insano! Não existe nenhum corte chamado lamina

das trevas! – diz Abby.

- Talvez seja porque esse golpe seja

especial dos seguidores de Loki – responde Viper.

- Marine! – Todos

olham para o topo de uma plataforma – eu cuido disso.

- Senhor

Gabriel...

O diretor da Academia ia lutar, ele tira a capa. Ele era

um Professor, jovem como todos os professores da Academia.

- O

grande Diretor! Estou morrendo de medo! – debocha Maya.

- Pois

devia.

- Um professor contra uma Cavaleira, quais são as

possibilidades? – pergunta Ilana.

- A Maya pode causar mais dano,

além disso, ela é serva de Loki, mas o diretor é transcendental e mais

experiente. Diria que ele tem a vantagem. – responde Chass.

- Lâmina

das Trevas!

- Cortina de Névoa!

Maya fica cega e erra o alvo.

 

- Tetra Vortex!

Uma das técnicas mágicas secretas da Academia, Maya

não tinha escapatória.

- Kaite!

Alguém usou o Kaite para

proteger Maya, a magia é refletida em direção ao diretor.

- Espelho

Mágico!

Essa foi por pouco, a névoa começa a baixar, quem havia

protegido Maya?

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Capitulo 5- O poder do diretor da academia

O que você está fazendo aqui Caleb? - ‘Muito obrigado por

salvar minha vida Caleb’ – caçoou uma voz – Isso é jeito de me agradecer

Maya? Um Espiritualista, ele usa tarjes negros como a Maya, eles

são aliados. - Senhor Gabriel olhe a aura ao redor. - Eu

vi Marine, ele está sob efeito de ‘Espírito de Espiritualista’. Quem te

abençoou garoto? - Eu mesmo fiz isso. - ISSO É IMPOSSIVEL!

– grita Abigail – NEM MESMO UM ALUNO DA ACADEMIA POSSUI ESSA

HABILIDADE! - Calada insolente! Nada é impossível quando se serve

ao grande deus Loki! - Vejamos o quanto o seu senhor é poderoso –

o diretor começou a sussurrar algo – Furacão! - Ele está

simulando o topo de uma montanha! – observou Chass.  -

Isso significa que as magias de vento estão mais fortes – completou

Viper - Estin! O diretor é lançado alguns metros para

trás. - Esma! - Espelho mágico! Enlouquecer! - Ah!

O diretor escapou novamente do golpe. - O que faz o

Enlouquecer? – perguntou Ilana. - Corta a defesa mágica do alvo

pela metade – responde Abigail. - Ahahah vai ser o fim da

Academia sem o precioso Diretor Gabriel! – implica Maya. - Me

responda Maya!Você falou para ele a localização da Academia, não!? –

pergunta Marine (profa. Halloway) - Eu posso ter deixado escapar a

localização dos portais secretos da Academia. Com essa revelação

o diretor perde a concentração por um segundo. - Esma! -

SENHOR GABRIEL! - DIRETOR! – gritam os alunos. - Eu estou

bem! Chega de brincadeira! Tempestade de raios! A magia é em

área, por isso atinge Maya e Caleb. Eles ficam inativos por um tempo.

- Abracadabra! - Por acaso o Diretor ficou louco?! Ele pode

acabar conjurando qualquer magia com isso! – disse Leon. Começamos

a sentir uma energia muito forte, a magia era muito destrutiva. -

Ira de Thor! - Vamos sair daqui agora! Caleb e Maya

somem. - Cancelar Magia. A energia some. - O

diretor é incrível! – fala Jules.   Esperávamos

ouvir gritos de vitória, mas todos ficaram em silêncio. - Senhor

Gabriel! Marine! Os outros professores da Academia chegam. -

O que aconteceu aqui? – pergunta Anna - Eu que pergunto onde

vocês estavam! – fala Marine – Nós dois lutamos contra seguidores de

Loki. - Nós e alguns alunos estávamos lutando contra monstros que

haviam invadido a Academia. - Isso é verdade Eric (Canavion)?

- Todos os professores da Academia se dividam em duplas e mudem a

localização dos portais! – Ordena o Diretor – Todos os alunos de segunda

classe dos três anos fiquem e protejam a Academia e os outros alunos! –

ele se vira para nós – Vocês cinco vem comigo. Nós obedecemos,

Viper estava indo conosco. - Por que está aqui Viper? Você é um

aluno do terceiro ano, vá fazer o que mandei! - Eu estou aqui

para ajudar eles, e não quero me separar da Ilana. Ele ignorou

Viper e continuou a andar. - Está tudo acontecendo muito rápido!

Eu esperava mais alguns meses antes que Loki começasse a agir! - O

que faremos então? – pergunta Abby. - Depois que terminarem as

provas finais, Jules, Ilana e Leon terão uma semana para aprenderem as

técnicas mais avançadas da Academia. Se isso não acontecer você, Chass e

Viper os ajudarão. Na biblioteca ele entrega um livro com a capa

vermelha para Abby. - Posso contar com vocês? - Sim –

concordamos juntos.   XxXxXx   - Lar, doce

lar – diz Maya satisfeita. - Maya! – chama uma sombra mais

adiante – Não estamos mais encontrando os portais que você mencionou.

- Devem ter mudado a localização - E onde é agora? -

Como eu vou saber Raban?! - Vocês querem parar! – soou uma voz

feminina - Então você também está aqui, Felina. - Todos

estamos – respondeu Felina – o nosso senhor Loki nos reuniu. -

Então onde está o Duane? - Você o conhece – responde Caleb – Deve

estar lá fora contemplando a lua.   XxXxXx   As

últimas três semanas passaram rápido comparadas aos meses no qual

ficamos aqui. No momento estamos arrumando as nossas coisas,

vamos sair em viajem, talvez não voltemos. Dessa vez eu irei lutar

contra um deus junto com outras pessoas no qual não conheço algumas

delas direito, mal me conheço. - Ilana, vamos? Era a

Jules. - Sim... Sempre me referi a esse lugar como um

buraco, mas nunca pensei que sentiria receio em sair daqui. Enquanto

passava pelos corredores eu me lembrava da minha infância, e a questão

mais importante: Quem eu sou? Não me lembro de como era minha

vida antes de vir à Academia, não me lembro dos meus pais. Uma das

únicas lembranças que eu tenho é de estar correndo na direção de alguém,

eu não estava fugindo, eu estava... Sorrindo. Alguém me pegou e eu

fiquei ainda mais feliz. Não me lembro quem me pegou, não lembro do seu

rosto. Como posso me lembrar que nasci em Morocc, algo tão

insignificante se não posso me lembrar das pessoas que me faziam sorrir?

Dos rostos e dos nomes de meus pais? Pensando bem, eu não me

lembro de ter dito aos professores da Academia que o meu nome era Ilana

Lucille, se esse é o meu nome. Fiquei distraída por um bom tempo

pensando nisso. Talvez eu possa descobrir algo sobre mim enquanto

viajamos. - Ilana! - Viper! Todos estavam lá, mas

apenas vi o Viper, ele se aproximou e me deu um beijo. - Sinto

muito interromper o nosso casal preferido – caçoou Chass – mas temos que

viajar. Concordamos com a cabeça, ele não deixava de ter razão.

Nós seis seguimos para um dos portais. - Onde isso vai dar? –

perguntou Leon. - Prontera – respondeu Abigail. - Esperem!

Viramos para trás, era a Professora Halloway e o Diretor. -

Professora, Diretor Gabriel o que vocês... Eu fui interrompida

por um abraço da professora. - Tome cuidado, minha criança. Logo

após isso o Diretor veio até mim. - Todos os professores queriam

vir se despedir de você, mas, disseram que não suportariam. E mais uma

coisa: mantenha contato. Nunca havia pensado na possibilidade

deles sentirem minha falta no dia que eu fosse embora, eu mal pensei na

possibilidade de eu poder ir embora. - Eu irei Foram as

únicas palavras que eu consegui pronunciar. - Cuidem-se garotos –

disse a Professora. Entramos no portal um a um, Viper virou para

trás e disse. - Pode deixar Diretor, eu vou cuidar dela. Eu

fui logo depois dele, foi a ultima olhada que dei na Academia.

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Capitulo 6- Chegando em Prontera

Fazia um dia de sol, o portal havia os transportado para as

proximidades de Prontera para não causar nenhuma confusão ou suspeita.

Começaram a caminhar em direção à cidade. - O que faremos quando

chegarmos? – pergunta Ilana - Eu não sei vocês – fala Chass – Mas

eu vou passar lá na catedral. - Pretende rezar para aumentar o

seu poder divino? – pergunta Abigail. - É também... Mas na

verdade é porque eu quero conhecer as Sacerdotisas para... -

Idiota! – Jules bate em Chass – Dado a nossa situação e você só quer

conhecer garotas?! - A Jules tem razão Chass – fala Leon –

deveríamos nos concentrar mais no que fazer a respeito dos nossos

inimigos. - Do que adianta? – todos olham para o Viper – Nós não

sabemos onde esta o Loki e nem qual é a força dele. Temos que nos

lembrar que ele é um deus e que somos simples mortais. - A melhor

coisa a fazer é procurar informações – sugere Ilana - Onde

exatamente? – pergunta Jules - Eu conheço bons lugares para isso –

disse Viper. Atravessaram os portões de Prontera. Sendo a

capital de Rune-Midgard naturalmente era muito movimentada, havia lojas

de mercadores por toda parte, muitos aventureiros de toda parte de

Midgard e de Schwartzwald, os habitantes pareciam estar acostumados com

tanta movimentação. Viper os guiou até os becos de Prontera, lá

todos pareciam mal encarados, era o lado negro da cidade, provavelmente

nem mesmo a cavalaria passava por ali. - Eu também conheço bem

esse lugar, é o Beco do Demônio – disse Chass – o Ethan me ensinou a

conseguir informações por aqui. - Então você sabe que é perigoso,

fiquem alertas, todos os bandidos de Prontera freqüentam esse lugar –

avisou Viper. - Uma pequena doação para a mão pobre? – perguntou

um Bardo que estava parecendo um mendigo. - Claro – Jules entrega

algumas moedas para o homem. - Que os deuses te abençoem – o

homem levanta os olhos para vê-los se afastando. Abigail, Leon,

Jules e Ilana esperavam do lado de fora de uma taverna, Chass e Viper

haviam entrado há algum tempo, Ilana começava a ficar preocupada. -

Conseguiram alguma coisa? – perguntou Abigail quando Viper e Chass

saem. - Parece que mesmo pagando, ninguém sabe ou quer falar

sobre o assunto – responde Chass. - Vamos encontrar um lugar para

passar a noite – sugere Leon – eu não sei vocês, mas eu quero dar um

fora daqui. - Eu concordo com ele – disse Jules. Começam a

sair daquela área, antes que estivessem novamente no centro, alguém

segura o braço de Ilana. - Penélope! Eu te disse o que

aconteceria se você voltasse aqui sua... – o Bardo começa a olhar

atentamente para o rosto de Ilana – Mas... Você não é a Penélope. -

Não me diga! Quando percebem, Chass e Viper haviam puxado o

homem para um canto, Viper estava com sua Katar no pescoço dele enquanto

Chass o imobilizava. - Isso, foi muito rápido – disse Abigail.

- Mal deu para ver – concordou Jules. Leon discordava, havia

visto tudo nitidamente, se perguntava se aquela era uma das habilidades

que havia recebido junto com a sua arma. - Por que você abordou a

Ilana?! – perguntou Viper furioso – E quem é essa tal de Penélope?!

- Viper calma! Vai acabar matando ele! – disse Ilana enquanto

tentava acalmá-lo. - É verdade! Escute a menina! – Viper bufa e

solta o homem, o mesmo respira aliviado. - O que você ia dizer

mesmo? – diz Chass. - Para começar, meu nome é Kyle, e você é

extremamente parecida com uma mulher que eu conheci anos atrás, mas a

sua pele escura, é uma das diferenças notáveis entre vocês duas, por

acaso você cresceu no deserto? - Não desvie do assunto! – diz

Jules – Quem é essa tal de Penélope? - Penélope Lockheart, uma

jovem que veio de Lighthalzen, eu a encontrei no aeroporto em Izlude,

ela me disse que havia fugido de um casamento arranjado e que sonhava em

ser uma aventureira. Por isso eu a ajudei ate se tornar uma Odalisca.

Na época, éramos de uma gangue chamada ‘Os fantasmas de Prontera’,

roubar era a nossa forma de ganhar a vida, com o balanço do corpo dela

era fácil de enganar os otários e roubar todo dinheiro que tinham. Mas

como sempre a Cavalaria estava na nossa cola, principalmente o Coronel kick. - Coronel kick? – perguntou Ilana. - Coronel

Richard, ele era um Cavaleiro que veio de Morroc e se inscreveu na

Cavalaria quando pode, ele fazia de tudo por uma promoção. Tudo estava

muito bem até sermos encurralados pela sua tropa, todo mundo se salvou

menos a Penélope. Alguns dias depois, encontraram o nosso esconderijo,

eu e mais alguns nos salvamos, quando encontrei a Penélope eu disse que

se a visse de novo nessa área de Prontera eu iria acabar com a raça

dela, nunca mais apareceu. Mas fiquei sabendo que ela se encantou com o

Coronel kick – Todos olharam para o tal de Kyle confusos, ele virou seu

olhar para Ilana – Qual o seu nome mesmo moça? Tem algum parentesco com a

Penélope? - Meu nome é Ilana, e eu juro que foi a primeira vez

que eu ouvi o nome dessa mulher na minha vida. - Entendo... -

Tem algo maligno se aproximando – avisa Chass – e são muitos. Todos

ficam em alerta, não seria possível que iriam atacá-los em uma cidade,

ou era? Todos vêem varias lâminas negras em direção deles, com

velocidade se esquivam dos ataques, mas acabam se separando. Viper

e Ilana fogem junto com o tal de Kyle em direção ao Beco do Demônio;

Leon, Jules e Chass para o norte; Abigail acabou indo para o sul

sozinha. Em um telhado próximo de onde eles estavam, quatro

sombras os observavam. - Eu acho que você exagerou – disse uma

das sombras. - Exagerei nada, você que não gosta de destruir as

coisas. - Que seja! – diz uma sombra masculina pondo ordem em

tudo – Cada um de nós vai atrás de um deles, eu vou atrás da Bruxa que

foi para o sul. - Se é o caso eu vou atrás daqueles que foram

para o norte – disse outra sombra masculina indo na direção deles. -

Espere gatinho, eu vou com você! – diz outra sombra feminina o

seguindo. - Então sobram para mim os idiotas que foram para

dentro do Beco.   XxXxXx   Abigail

corria pelas ruas estreitas, quando percebeu que estava sozinha decidiu

retornar para procurar os outros. Sentiu uma energia a atacar,

conseguiu se desviar a tempo. Viu um Espiritualista com vestes

negras e olhos vermelho-sangue, era o mesmo que atacara a Academia. -

Você! Você lutou contra o Diretor naquele dia na Academia! -

Vejo que tem boa memória Abigail. Meu nome é Caleb, e em nome do Deus

Loki, irei te matar. - Veremos Caleb – diz Abigail enquanto se

colocava em posição de batalha.   XxXxXx  

- Vocês estão bem? – pergunta Chass. - Sim – responde Leon –

Mas acho que nos separamos dos outros. - Temos que voltar e

procurá-los – diz Jules. - Eu concordo com você, mas temos que

tomar cuidado por que... - Porque o inimigo está por perto – diz

uma voz terminando a frase de Chass. Os três olham para trás e

vêem um Ferreiro e uma Arruaceira, ambos usando roupas negras e com

olhos vermelho-sangue. - Meu nome é Raban - O meu é

Felina, muito prazer. Vocês devem saber por que falamos os nossos nomes,

não é? - Por que vocês pretendem nos matar agora – diz Leon

preparando o arco. - Como esse Caçador é esperto. Raban querido,

me deixa matar ele. - Você pode matar ele e a Templária –

responde Raban pegando o seu machado negro – Eu quero matar o Monge, o

tal de Chass. - Isso não é bom... – diz Jules.   XxXxXx

  - Tsc! A pressa foi tanta que voltamos para cá – diz Viper.

- O que nós fazemos agora? - Vocês dois vão me proteger, não

é? – diz Kyle com medo. - Você nos seguiu! – exclama Ilana

surpresa. - Que ótimo! Agora vamos ter que cuidar desse cara –

reclama Viper – Acabamos nos separando dos outros também, vamos ter que

voltar e procurar. - O-oque?! Eu não vou voltar lá para ser

atingido por um golpe daqueles de novo! - Certo então senhor –

disse Ilana seguindo Viper – Você pode ficar ai e esperar o inimigo para

enfrentá-lo. - C-como? Me esperem garotos!!! Eles ouvem

uma risada maligna vinda de trás deles, havia uma Cavaleira usando negro

e olhos vermelho-sangue, ela segurava uma espada gigante com ela. -

Tirei a sorte grande! Poderei acabar com duas pessoas que me irritam ao

mesmo tempo! Como você me viu Bardo, vai morrer também. - Acha

mesmo que pode nos derrotar Maya? – pergunta Ilana sarcástica. - A

Maya não existe mais, meu senhor Loki reconheceu minha lealdade e me

deu um novo nome. Agora eu sou a Marvel, e matarei vocês dois e levarei a

carcaça de vocês até o meu mestre! Ilana e Viper pegam suas

armas e assumem posição de combate, Kyle assustado corre para trás

deles. Marvel sorri malignamente.

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