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A lenda do ultimo elfo


Faiska

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ola pessoal. sou um usuario do forum jah a bastante tempo mas naum posto muito.

pucos aki me conhecem(acho que so um usuario do forum me conhece ¬¬),continuando. eu sempre achei legal as fic que são escritas aki (o Leafar, so teu fã).

então resolvi escreve a minha fic espero que gostem.

 

                            cap.01: O inicio de tudo. 

Décadas atrás: Naquela noite algo estranho aconteceu.Havia muito sangue e destroços em toda Geffania. Os soldados de Ghast Hein haviam começado um grande ataque, mas o povo elfico revidava com força. Aquela noite seria lembrada para sempre.

            Não se sabe ao certo o que aconteceu. Era uma luta sangrenta, não dava pra ver quem estava ganhando, os cavaleiros humanos não estavam conseguindo adentrar na grande cidade porem, os elfos não conseguiam faze-los parar, ate que um soldado humano gritou:

-Abram caminho, o Senhor das trevas ta vindo.

E uma onda de demônios começou a invadir, pouco a pouco a grande civilização elfica foi caindo, e seus habitantes exterminados.

Secretamente um pequeno grupo de elfos fugia daquilo tudo. Uma carroça com apenas algumas mulheres, crianças e velhos sumia na escuridão.

A ultima visão da cidade foi meio estranha. Parecia que os demônios começaram a atacar seus próprios senhores matando todos os humanos que viam. Bem, era isso q o meu avô contava sobre como foi a ultima noite da nossa cidade natal.

 

bem esse aki tah meio pequeno, espero que gostem.

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jah escrevi o segundo capitulo, espero q gostem

 

                              cap.02:A partida

Olá meu nome é Iglor Tasartir. Sou um dos poucos remanescentes da raça elfica.

Nos vivemos isolados no canto mais profundo da floresta conhecida como Labirinto de Prontera. A vida aqui não é provida de muito luxo, mas e bem tranquila. Mas um dia a paz do vilarejo foi interrompida. Numa estranha noite de lua vermelha, uma grande explosão foi ouvida do sul, logo depois um rugido assustador que fez tremer o solo, no dia seguinte o temido Baphomeh surgiu na vila. Ele parecia furioso e ao mesmo tempo assustado, a grande criatura começou a destruir tudo que estava no seu caminho. Era estranho ele surgir ali, nunca tivemos problema com ele ate porque nunca invadimos o seu território na floresta e ele respeitava isso e não nos atacava. Mas naquele dia ele estava diferente. Seus olhos estavam opacos e sem expressão, ele havia deixado de ser o senhor daquela floresta e agora era só uma criatura selvagem e raivosa.

            Eu ainda era muito jovem e não podia fazer nada contra o temível demônio, em pânico comecei a fugir do local, mas parecia q ele já tinha me visto,e em uma fração de segundo, ele estava na minha frente com sua grande foice em posição de ataque. Naquela hora eu notei q era o meu fim, me encolhi e fechei os olhos esperando o golpe fatal, o único som q eu ouvi naquele momento foi o de metais se chocando abri quando vi meu pai estava na minha frente segurando a arma do Baphomeh com sua espada, com dificuldade ele fala:

-Iglor, não fica ai parado foge, rápido!

Nesse momento minha mãe surge e dispara uma flecha contra o monstro que ruge de dor.

-Não ouviu seu pai Iglor, foge!

No mesmo instante eu corri para a floresta o mais rápido que pude. Mas eu acabei caindo em um barranco e desmaiei dentro dele.

Quando acordei não ouvia nenhum ruído alem do som dos animais. Voltei rapidamente para o vilarejo. A destruição reinava no local. O lugar se transformou em um cenário de guerra, num canto escorada numa arvore estava a minha mãe, ela estava gravemente ferida, mas ainda viva.

-Iglor venha cá. Você deve saber de uma coisa.

-Não fala mãe pode piora o ferimento.

-Não seja tolo, o meu fim ta prócimo, mas eu tenho que te falar o porque que isso aconteceu.

-por que? Alguém tava controlando ele mãe.

-não é isso, um grande demônio mitológico voltou a vida. Seu nome é Morroc, nos sabíamos que ele voltaria, mas não imaginávamos que seria tão breve.

-isso tem algo a vê com o Baphomeh?

-sim, o retorno dele fez a mente de algumas criaturas entrarem em caos, isso fez q ele nos atacasse dessa forma. –nesse momento ela solta uma tossida com muito sangue.

-mãe para de fala! Ta piorando a tua situação!

-siga para o sul lá se encontra uma cidade dos humanos, você precisa fazer algo para acabar com esse demônio e restaurar o equilíbrio, tome cuidado meu filho estarei te protegendo.-nessa hora ela fecha os olhos e parti para Valhala.

enterrei a todos que eu encontrei, peguei uma faca e parti para o sul onde eu iniciaria a minha jornada.

 

tah ai, comenta ai gente.

criticas são bemvindas. e elogios tbm ^-^

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tah aki a 3ª parte

 

 

                                    cap. 3: Um novo nome? 

Não fazia um tempo que eu tinha partido, e já era possível ver algo parecido com uma cidade humana de que eu ouvia falar nas historias de meu avô. Na entrada estava escrito “Prontera”.

-Deve se o nome da cidade.-falei para mim mesmo.

O lugar era meio estranho. Parecia uma grande praça de chão todo lapidado com pedras brancas. Com umas enormes construções, todas elas com bandeiras de vários símbolos diferentes. Na minha caminhada pelo estranho lugar acabei esbarrando num PecoPeco montado por um homem usando uma armadura, em sua cabeça ele usava um estranho elmo que cobria seu cabelo.

-Hei garoto, mais cuidado por onde anda.

-Me desculpe.

-Mas o que você esta fazendo aqui no Feudo das Valkirias, hoje não é dia de Guerra do Emperium.

-O que? O que é emperium?

-Mas você nem sabe o que e emperium e fica andando por aqui, o que você veio fazer garoto?

-Eu vim matar Morroc!

-Hahaha ta bom. Bem você deve ser um aprendiz que se perdeu, tudo bem vou leva-lo até a academia de aprendizes, lá você aprendera a lutar e quem sabe um dia você derrote o morroc. – com um sorriso sarcástico no rosto.

-Bom, já que eu não sei por onde começa, ta me leva nessa tal academia de aprendizes.

-Ótimo, suba aqui no meu PecoPeco.

            Logo depois ele olha para minhas orelhas e fala:

-Estas são as melhores imitações de orelhas de elfo que eu já vi.

Então ele me puxa para cima do animal onde me levou até um grandioso castelo.

            Por dentro ele era incrível, parede muita bem trabalhada, tapete vermelho, cortina de um tecido que eu nunca tinha visto, tudo era muito distante do lugar onde eu cresci, fui levado até uma sala com uma estranha luz no meio dela.

O cavaleiro me ajuda a desce do PecoPeco e fala:

-Muito bem rapaz, entra na luz que ela vai te leva até a academia de aprendizes.

-Obrigado, eu sigo sozinho daqui.

Quando eu entro na luz, sinto como se não estivesse mais no castelo. Derrepente eu apareço em um tipo de salão, esse não era tão requintado quanto ao outro as paredes eram de pedra cinza e com um balconista logo a frente.

-O garoto, venha cá.

-Onde eu estou?

-Aqui é a academia de aprendizes, os maiores guerreiros de midgard passaram por aki. Eu sou o responsável pela inscrição de novos alunos.-e ele logo pergunta –diga o seu nome para eu poder fazer a sua matricula.

-Iglor Tasartir.

-Hmm, nome elfico, problemas.

-Como assim?

-Assim garoto, há muitos anos uma raça conhecida como elfos viveu em nosso reino. Só q ouve uma guerra e eles foram extintos.Se alguém achar que os elfos ainda existem, começaram expedições, buscas, pesquisas, enfim, uma grande movimentação começara e muito dinheiro do reino irá usado nisso, para que no fim seja novamente confirmado que eles não existem mais. E pessoas como você que andam com essas orelhas de elfo e com esse nome, mesmo essas orelhas q você usa sejam as mais fieis com as verdadeiras que eu já vi, não explica que você seja um elfo.

Depois que ele terminou de explicar tudo, eu perguntei:

-E o que eu faço então?

-Daremos a você um apelido, e você o usara como o seu nome.

Logo após isso, ele retirou um grande livro de dentro de uma gaveta e começou a folha-lo.

-Aqui o significado do seu nome é Bagda. Este vai ser o seu nome agora.

-Bagda!? Mas que nome estranho.

-Bom, e isso, suas aulas começam amanha, aqui esta seu uniforme e alguns equipamentos que iram ser útil.

Logo fui para o alojamento masculino e no dia seguinte começa o meu novo treinamento como aprendiz.

 

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Cara, de boa, da uma revisada nisso ai.

 

... num pecopeco ...

-hei garoto, mais cuidado por onde anda.

-hahaha ta bom. Bem você deve ser um aprendis que se perdeu, tudo bem...

-essas são as melhores imitações de orelhas de elfo que eu já vi.

 

Pô, não vo corrigir mais nada, seja auto-suficiente

Abraços, Faiska

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Pô, não vo corrigir mais nada, seja auto-suficiente

Pô cara dá um desconto para o rapaz, é a primeira fic dele. E ele tem escrito até de madrugada...

Eu já li todos os capitulos da fic até aqui, e achei o apelido do elfo muito louco, um elfo chamado bagda, kkkk !

Vou acompanhar cada capitulo, pra ver oque o bagdá vai aprontar!

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Por ser primeira fic, tá bem legal mesmo!! :)

 

Sugestão... dá uma lida neste tópico aqui.

 

Tem uma dica lá q eu acho super legal. A questão de vc escrever o cap todo e depois de algum tempo "horas ou um dia" reler pra revisar. Vc sempre acha alguma coisa "errada" ou que possa ser escrita de forma diferente!

 

Suas idéias são bem bacanas, mas esses "errinhos" acabam "brochando" um pouco.. hehehe... :)

 

Parabéns mais uma vez!

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