Ancient Postado Outubro 25, 2009 Compartilhar Postado Outubro 25, 2009 A Linguagem da Alberta - Torment History *** Por Rafael Gaioto Revisão: Everton Soares e Walkyria Machado *** Índice 1 - A Linguagem da Alberta 2 - Família Pockets e Integração 3 - Casos e Junções *** Essa estória se encaixa na seguinte cronologia: Super Aprendiz de Mercenário Perdas e Ganhos Fim de Rune Midgard Contos de Morroc >>Torment History Memórias *** Em um dia nublado, mas quente, dentro de um barco vindo das longínquas províncias de Kunlun (eu não disse que é da cidade de Kunlun, disse que é de um lugar MUITO distante!) em direção a cidade de Alberta, havia um jovem rapaz dormindo como se estivesse com o sono dos mortos; ele era de médio-baixa estatura, um tom de pele amarelado (como a maioria da população de Kunlun) e falava uma língua completamente alheia à imensa maioria da população de Rune-Midgard. Sua língua era tão estranha que nem mesmo os marinheiros, acostumados às diversas linguagens, sabiam o que ele queria dizer! O barco chegou a Alberta e todos os passageiros desceram, exceto o estranho rapaz, que continuava em seu sono profundo. - Senhor, devemos acordá-lo? - Disse o marinheiro ao capitão do barco. - Deixa ele aí - respondeu - Pelo que ele pagou acho que ele quer ir até Faros, na praia de Comodo. - Não seria mais prudente perguntar se ele quer descer aqui? - E você entende alguma coisa que ele fala? E pelo jeito que ta dormindo não aparenta nem estar com pressa de chegar! - Mas, capitão... - Chega! Acomode os passageiros e vamos zarpar para Faros! - OK, senhor! E assim o fizeram: embarcaram os viajantes, deixaram o rapaz ali dormindo e partiram em direção ao Farol de Comodo! Só havia um problema: ele queria ter ficado em Alberta! Ao chegarem a Faros, o jovem ainda dormia, o dono do barco aproxima-se do inerte passageiro: - Ei garoto, acorde! - dando chacoalhões no rapaz - Fim da viagem! - Hã? Hã? - acorda assustado - Alberta? - Não, garoto, aqui é Faros. FA-ROS. - Alberta? - insiste o rapaz na pergunta. - Amanhã nós sairemos pra Alberta, mas hoje você fica por aqui. - resmunga o capitão - Vai, vai, saindo... E empurrando o rapaz, tira-o do barco deixando-o na praia. Agora ele estava numa praia com nada perto e ninguém vivendo por lá devido aos riscos de ataques de lontras e focas nas proximidades. O rapaz começou a andar pela região para conhecer um local que, para ele, não tinha absolutamente nada! Durante sua caminhada encontrou um arruaceiro a quem foi de encontro. - Ei! Hai! Hey! - gritava o rapaz - Quê? - indagou o arruaceiro - Que raios que é você e o que ta fazendo aqui? - Alberta? - perguntou o rapaz - Vixi!Você ta BEM longe de lá. - Alberta? - Quê que tem Alberta? - Alberta! - já apresentando desespero o rapaz - Ei, ei, vamos com calma! Eu sei que você quer ir pra Alberta, mas você ta longe! - Alberta... - Calma aí, não fica mal não. Você entende o que eu falo? - Alberta? - Aaaaaaaaahhhhhhhh!!!!! Ta, vamos lá. - esbraveja o arruaceiro e falando pausadamente - Eu me chamo Inside Pockets, e você? - o arruaceiro apontava pra si para dizer o nome, fazendo-se entender pelo rapaz. - Torment Soul - disse o rapaz pausadamente também. - Torment Soul... É, gostei de você! Pelo menos você sabe falar outra coisa a não ser Alberta! - Alberta? - Deixa pra lá... Vem comigo - gesticulou para que o rapaz o acompanhasse. E assim foi a dupla a caminho de Comodo. Torment estava contente por ter achado alguém que, provavelmente, poderia ajudá-lo e o arruaceiro encontrou alguém para vê-lo testando seu Combo Triplo que aprendera com um monge e sua Damascus oito vezes refinada nas profundezas de Morroc e produzida com o elemento vento. No caminho, propositalmente, o arruaceiro Inside Pockets, vulgo Bolseiro, pegou o caminho da praia, que andava infestada de focas por todos os lados. - Vem cá, focosa! - gritava Inside- Vem cá pra eu te fazer um carinho! E a foca veio numa fúria incrível, com grunhidos altíssimos, que despertou a atenção de outras focas que estavam ali perto. Todas foram em direção a Inside. Eram sete as focas, o que assustou o arruaceiro. - Ah, bandida! - desesperou-se Inside - Eu chamei você, não a praia toda! Afaste-se Alberta! Quando todas se aproximaram de Inside, ele escondeu-se e utilizou o Ataque Surpresa para tentar aliviar a pressão, mas realizar aquele hábil ataque era exaustivo e o cansava muito rapidamente. - Caramba! Só minha muié me cansa tanto assim e olha que é só na cama! Aff, cansei!! Mesmo com toda capacidade de esquiva, eram muitas patas vindo em sua direção ao mesmo tempo e eram patadas doídas aquelas! Inside já estava cansado e com muitas dores. - Danou-se! Vou ter que sair daqui! Mas antes do arruaceiro tomar uma ação ele ouviu o Torment dizer umas palavras estranhas, que ele nunca tinha ouvido antes. - Mild Wind! Wind! - O que você ta fazendo, Torment! - grita Inside - Corre daqui! - Estun!! - conjura sobre uma foca, que causa um leve tontear, e que a faz virar para si. - Seu loco! Sai daí! Ela vai te matar! Ai, foca maldita! - Esma!!! E com dois jogos de foices espirituais, Torment Soul aniquila a foca instantaneamente, o que faz Inside Pockets ficar perplexo. - QUE MACUMBA É ESSA ?????? - grita Inside. - Estun!! Esma!!! Inside já estava chegando ao ponto de ter dó das focas de tanto dano que Torment causava a elas. Fez quase pensar que matá-las com adagas era um jeito mais honrado de morrer que aquele absurdo todo que Torment conjurava. - Estun!! Esma!!! - Que é isso? Não acaba não?? - Estun!! Esma!!! - Pára Torment - gritou Inside - Deixa essas três pra mim! - Estun!! Esma!!! - ALBERTA!!! - berrou Inside como se gritasse "pare" para Torment. - Alberta? - Pronto, agora eu termino com essa foca aqui e vou pra encrenc... Cadê a outra foca? Inside só olhou pro lado e viu uma das focas correndo, apavorada, para dentro d'água! - Ah! Volta aqui!!! Não corre não!!! - Alberta? - A foca foi embora... Ai, que dor! Urgh!! - Alberta! - Torment dá três poções brancas para Inside - Obrigado! Essas branquinhas vão ajudar bastante! De repente Torment Soul entra em um estado de transe e conjura algo, com as mãos espalmadas a sua frente, com um grito feroz: Soul Link!! Inside começou a entrar em estado de êxtase, seu corpo tomou-se de uma coloração arroxeada, sua visão turvou-se e tudo que ele enxergava estava roxo. - Que bagulho loco é esse??? Parece que eu fumei Flor das Ilusões! - falou espantado o arruaceiro. - Alberta! - gesticulando para que o arruaceiro tomasse as poções brancas, esse o fazendo com apenas três goladas. - Wow! Que poção potente! Nunca tomei uma dessas! Que doidera, cara! Valeu mesmo!! - Alberta! - Bom, já ta ficando tarde e to com saudades da minha Persa e do meu Froko... Vem, vamos pra casa. Perséfonne!! Saudades de você!! E um portal se fez ao seu lado e, alguns segundos depois, apareceu uma moça de cabelos ruivos com cara de muito poucos amigos. - O que você ta fazendo aqui, Inside? - esbravejava a sacerdotisa - Eu não disse pra você ficar cuidando do Frokinhu? E cadê ele? Você disse que iria pros Rochosos com ele e você ta perto de Comodo? Tava jogando ou veio ver as odaliscas? - Calma, amor! Temos companhia... - apontando para Torment - Quem é esse rapaz? Como se chama? - Alberta! - Alberta? Que nome estranho... - Não! - ri Inside - O nome dele é Torment Soul, mas relaxa, explico tudo em casa. O rapaz não é daqui e ele me deu... Digamos... Um leve auxílio e não tem onde ficar... Ele pode dormir em casa, né? - Bom, se ele te ajudou, claro que pode. Mas... Por que você ta roxo? Fumou Flor das Ilusões, é?? Brigando com Inside e abrindo portal, Perséfonne convida Torment a entrar no mesmo. Torment não sabia bem o que estava acontecendo, mas agora estava feliz em ter ajudado e feito uma amizade mesmo sem entender uma palavra do que eles diziam. Agora ele só estava ansioso pelo que estaria por vir nessas novas terras e novos amigos! Continua... Citar Link para o comentário Share on other sites Mais opções de compartilhamento...
Faiska Postado Outubro 25, 2009 Compartilhar Postado Outubro 25, 2009 Gostei cara, adorei o jeito que você escreve. Alberta? Citar Link para o comentário Share on other sites Mais opções de compartilhamento...
Vlad Dracull Postado Outubro 25, 2009 Compartilhar Postado Outubro 25, 2009 Alberta !!! Alberta !!!! Alberta!!!! Também gostei da fic, divertida de lêr e promete ser uma história muito legal. Vou acompanhá-la até o fim! Alberta......! Citar O Eterno Aprendizado! Link para o comentário Share on other sites Mais opções de compartilhamento...
Ancient Postado Outubro 25, 2009 Compartilhar Postado Outubro 25, 2009 Família Pockets e Integração - Soul History Ao adentrar à casa de Inside e Perséfonne, Torment Soul sente-se um tanto acanhado devido à discussão dos dois, mas estava cansado demais para ficar preocupado com tal situação: cansado e faminto! Sacou da bolsa que trazia consigo uma maçã e a degustava enquanto o casal discutia. - Inside - esbraveja Perséfonne - o que você tava fazendo em Comodo? - Persa - explicando-se o arruaceiro - encontrei um arruaceiro que estava precisando de grana pra Rondel dele aqui em Juno. Ele tava tão desesperado que me vendeu uma arma dele a 800 mil zenys! - E que raio de arma é essa? E o quê que isso tem a ver com Comodo? E o Froko?? - A arma é uma Damascus trovejante oito vezes refinada! Só que a arma estava na guilda dos arruaceiros e eu não podia perder essa oferta! - Ta, e daí? - Daí que como o Froko não é gatuno, ele não poderia ir até a guilda, então deixei ele em Comodo... - O QUÊ??? - grita a sacerdotisa - Você largou o nosso filhote sozinho em Comodo? Você é louco, Inside?? - Calma! - ameniza Inside, já assustado. - Deixei ele com o Fou-lu que estava por lá também. - E pelo que sei o Fou adora aqueles "bares" de lá, cheio de odaliscas! - Bom, pelo menos ele está seguro! Vai que assim ele muda de idéia e se torna um exímio vândalo como o pai? - Nem a pau, Juvenal! - Quem é Juvenal? - pergunta o arruaceiro - Aff Inside! É uma forma de expressão! Só to dizendo que ele nunca poderia ser um arruaceiro! - Ué, por que não? - Porque ele carrega o sangue do reino dos mortos! Poderia ser o novo Sacerdote Maldito... Quanta força psíquica... - Sacerdote, sacerdote... Bah! Ele já usa um arco desde pequeno! Só alguns como os arruaceiros têm tanta habilidade com arcos! De repente ouviram um bater de porta. Era Fou-lu, um assassino experiente e sagaz, homem de muito poucas palavras e de uma sobriedade incomparável. Dizem as lendas que esse mercenário só conversava com mais entusiasmo quando estava com se amigo Anci, morador da cidade de Morroc e irmão de Inside Pockets. Tinha um olhar gélido e preciso, além de ser muito confiável. - Olá - disse Fou-lu aos presentes. - Oi Fou! - disse Perséfonne - Cadê o Frokinhu? - Aqui. - Aqui onde? - perguntou Inside - OI OI!!! - saiu Frokinhu detrás de Fou-lu com um salto e assustou seus pais. Frokinhu foi um dos símbolos de esperança para as terras de Odin quando Loki gerou o caos no mundo e fez com que Odin, para salvar a humanidade, enviou todos para suas terras. Frokinhu nasceu exatamente no dia da transferência dos povos para as novas terras. - Oi filhote! - disse a sacerdotisa - Que susto você me deu! - Aff muleque! - disse Inside - Isso é jeito de aparecer? Ei, peraí...?? - QUE ROUPAS SÃO ESSAS FROKINHU??? - gritaram pai e mão simultaneamente - Você é um... é um... BARDO??? Perséfonne quase desmaiou e Inside já quase sacava sua adaga do bolso quando Fou-lu se interpôs. - Calma. - disse o mercenário como se nada estivesse acontecendo - Eu estava no bar de Comodo, o garoto gostou de ver o bardo da casa tocando para as odaliscas dançarem e os clientes enlouquecidamente festejarem. Como dominava o arco, decidiu fazer o teste de bardo e, pelo que o instrutor me disse, ele tem um talento notável para a música. - Então é por isso que quando eu levava ele na taverna ele ficava mais interessado na música que nas bebidas... - refletia o arruaceiro. - E é por isso que quando eu ia conversar com a bruxa de Niflheim ele pegava a minha tecla de piano pra ficar tocando na sala... - também refletindo a sacerdotisa. - Sim mamãe, sim papai! - disse o pequeno Frokinhu - Eu sempre gostei de música e gostei muito de aprender a tocar o violão que o tio Fou deu pra mim! Inside e Perséfonne olharam furiosamente para Fou-lu, que respondeu. - Pera lá, ele já tinha virado bardo quando eu dei o violão! Achei que o violão seria melhor pra ele que o violino! - É pai! Muito legal o violão! Obrigado tio Fou! - Ta, mas sem o "tio", ok? - disse sorrindo o mercenário. - Mamãe, vou tocar uma música pra senhora: ela se chama Poema de Bragi! - Legal filhote! - disse a sacerdotisa - Toque, por favor! E o garoto começou a tocar o Poema de Bragi. Tocava com maestria impressionante, tal qual um menestrel de vasta experiência! Perséfonne animou-se com a música, sacou uma gema azul e, com grande anseio, conjurou: - Magnus Exorcismus!! - ela falou tão rápido que quase ninguém entendeu o que ela queria dizer. Fou-lu recuou desesperadamente. - Ei Persa, cuidado! - esbravejou o mercenário - Eu estou usando Druida Maligno na minha cota de malha! Quer me exorcizar, é? - Ah Fou! Se você tivesse avisado antes, eu teria soltado esconjurar! - ironiza a sacerdotisa - Faz o seguinte, pisa só na pontinha do campo de luz, pisa? - Bah! - se retrai o mercenário. - Ah, que música chata! - resmungou Inside - Não tem uma música mais animada não? - Tem sim, pai! - falou Frokinhu - Essa se chama Crepúsculo Sangrento! - Gostei do nome! Toca aew! - Pai, só uma pergunta... O que é crepúsculo? - Ah muleque! Não enche e toca! E o garoto tocou. Inside e Fou-lu pareciam ter tomado uma dose dupla de Poção da Fúria Selvagem de tanta leveza que sentiam em seus braços! - Wow! Com os braços leves desse jeito acho que destruo os rochosos em menos de 2 segundos fácil! - Com certeza, Inside. - disse Fou-lu - Meus katares parecem muito mais leves! Torment Soul, que assistia a tudo passivamente, mexeu em sua sacola, aproximou-se do pequeno Frokinhu e estendeu-lhe a mão. - Hai! - oferecendo-lhe um objeto - O que é isso? - exclamou o bardo - É uma gaita? Nossa, nunca vi um tipo de gaita como essa! Mamãe, posso aceitar? - Claro filhote, ele está te dando. - Êba! Obrigado moço! Qual o seu nome? - Alberta! - respondeu Torment - Huahuauhauha! - riu o garoto - Que nome feio! - Não filhote - disse Perséfonne - o nome dele é Torment Soul. Ele não fala nossa língua. - Ah ta! Torment Soul, eu sou o Frokinhu! - apontando para si. - Hai Foroquin! - disse Torment com muita dificuldade. Enquanto o trio conversava, Inside Pockets e Fou-lu conversavam do lado de fora da casa. - Quem é o rapaz, Bolseiro? - indagou Fou-lu - É Torment Soul. Encontrei ele perto da guilda dos arruaceiros. - Ele não tem cara de arruaceiro... - E não é: veio de um lugar distante e não fala nossa língua. - E você hospeda um cara desconhecido na sua casa? - Sim, por dois motivos: ele me ajudou a me recuperar quando eu estava já bem machucado depois de enfrentar sete focas de uma só vez! - Eita! Aumentou tanto assim a sua esquiva?? - Na realidade apanhei pra caramba, mas o cara matou as focas, uma a uma, com apenas um único golpe! - Você ta brincando comigo, né Bolseiro? Um bruxo pra matar elas em uma só precisa de uma experiência altíssima de batalha! - Mas ele não é bruxo! Ele usou umas habilidades que eu nunca vi na vida! Um tal de Esma ou coisa assim... - Nunca ouvi falar nisso também... Vamos perguntar para o Trema o que ele pode ser. - Esse é o segundo motivo pelo qual eu trouxe ele pra cá! - disse Inside vibrante. - Hein??? - Quero colocar ele no clã! - Mas a Camarilla ta lotada, Bolseiro! Nem vai rolar! - Putz! Não podemos deixar ele escapar! É muito forte pra deixar ele ir para um clã inimigo! - Bom, vamos conversar com o Trema e vamos ver o que dá pra fazer. Ele está no centro de Juno junto com a Ana Frost. - Bora lá então! - partindo o arruaceiro para o centro da cidade arrastando Fou-lu pelo braço. Chegando ao centro de Juno, avistaram Tremere Chaos e Ana Frost que estavam namorando um pouco após uma caçada em Glast Heim. Tremere Chaos, conhecido como um vampiro que abdicou do sangue humano para se alimentar de sangue taurino e líder do clã Camarilla e Ana Frost é uma sacerdotisa de Rachel, casada com Tremere e irmã de CristalNight, líder do clã FreedomEyes_Fênix. Inside e Fou-lu aproximaram-se deles. - Olá Trema, olá senhora Frost. - cumprimentou Fou-lu - Fala Trema! E aí Aninha, beleza? - cumprimentou Inside Pockets - Olá senhores. - cumprimentaram os dois - Tudo bem? - Sussa! - disse Inside - Ei Trema, achei um cara muito hardcore e queria colocar ele no clã... tem como? - Não temos vagas, Bolseiro. - retrucou o arquimago - Infelizmente não podemos colocá-lo no clã, sinto muito. - Mas não tem como ver isso aí direitinho não? - insistiu o arruaceiro. - Nem como, sem chance! - Espera querido - disse Ana Frost - acho que posso ver se tem vaga na Freedom com minha irmã. - Essa é uma opção. - disse Tremere - Se vocês aceitarem e sua irmã também Ana, por mim está decidido. - Bem pensado Ana. - disse Fou-lu. - Beleza! Vou chamar o cara aqui! - e saiu em disparada Inside Pockets. - Ei Bolseiro! - gritou ao longe a sacerdotisa - Qual o nome dele? - Alberta! Digo, Torment! - gritou Inside - Torment Soul! Ao chegar em casa, Inside encontra Perséfonne preparando algo na cozinha, Frokinhu tentando tocar sua gaita e Torment tentando ensina-lo o instrumento. - Torment. Ei Torment! Vem cá! - disse o arruaceiro acenando para que o rapaz o seguisse. - Hã? Hai! - atendendo ao chamado. - Filhote, eu já trago ele de volta. Amor! To levando o Torment pra entrar na Freedom! - Ué, - disse Perséfonne - por que vocês não chamam ele pra Camarilla? - Clã ta cheio... - Ah ta... Então ta, até mais amor! Até mais Torment! - Até amor! - disse Inside. -Tê - falou Torment. - Tê? Ta quase falando nossa língua, é? - Alberta? - Aff... Chegando ao local onde Fou-lu, Tremere Chaos e Ana Frost se encontravam, Torment Soul teve uma sensação estranhíssima: Torment procurou, olhou para os lados desesperadamente e, ao avistar uma moça, saiu correndo (e como corre!) em sua direção. - Ei seu loco! - gritava Inside - O que deu em você?? Onde é que você ta indo?!? Continua... 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*_Dark_Shadow_* Postado Outubro 25, 2009 Compartilhar Postado Outubro 25, 2009 Gostei da fic, ta maneira.Mas falta 1 coisa....Kd o 3º capitulo?Vlw brother, to esperando ansiosamente o capitulo, eu quero saber pq o tormente saiu correndo... Citar Link para o comentário Share on other sites Mais opções de compartilhamento...
Meu Nome é Eneias! Postado Outubro 25, 2009 Compartilhar Postado Outubro 25, 2009 É mesmo, está demorando muito sair o capitulo 3...... Citar Link para o comentário Share on other sites Mais opções de compartilhamento...
Ancient Postado Outubro 25, 2009 Compartilhar Postado Outubro 25, 2009 Primeiramente:Obrigado pelos comentários. Tenho acompanhado o tópico e estava meio que receoso de postar o Capítulo 3 por não ver comentários. Felizmente um amigo me disse que é comum, que muitas pessoas entram apenas para ler e não podem/querem/gostam de deixar comentários. Então aos que quiserem fazer críticas ou sugestões podem fazer aqui no forum mesmo, fiquem a vontade. Em segundo: já que vocês pediram, táe, capítulo 3! ----------------------------------- Casos e Junções - Soul History Torment Soul corria desesperadamente, em uma velocidade alucinante, pelo centro de Juno, o que chamou a atenção do grupo que estava à sua espera. - Nossa! Onde aquele rapaz está indo com tanta pressa? - interroga Ana Frost. - Não sei onde ele está indo - diz Tremere Chaos - mas que corre..! - Aquele é o Torment Soul! E isso não cheira bem... - disse Fou-lu - Vamos atrás dele! E partiram os três na direção do rapaz, que ficava cada vez mais distante. Inside Pockets que o acompanhava ficara parado, tentando entender o que estava acontecendo. - Quê que será que deu nele? - perguntou para si mesmo o arruaceiro - Tava tão bem, de repente sai correndo que nem um desembestado! - Bolseiro! - grita ofegante Tremere - Puf, puf! Pra onde foi o rapaz? - E eu que sei?! Saiu virado no Jiraya daqui que eu nem consegui pensar em parar ele! - Vamos atrás dele, Bolseiro. - disse o mercenário - Sinto cheiro de encrenca. - Mas o que será que ele pode aprontar? É um cara tão de boa... - Não sei, mas vamos logo! - Eu não agüento mais correr. - ofegava o arquimago - Vão indo que logo mais eu chego lá. - Aumentar Agilidade!! - conjurou a sacerdotisa sobre Fou-lu e Inside - Vão lá, eu vou ficar com Tremere. Acabamos de voltar de Glast e estamos cansados. - Ok, vamos Bolseiro. - disse o mercenário virando-se para o arruaceiro. - Go, go! E ambos partiram para onde Torment havia se dirigido. Torment, após andar uma enorme distância (uma pequena corrida da Kafra central até a Kafra leste de Juno... Cansa só de pensar!), freia bruscamente (só dizer "parar" seria muito simplório) próximo a uma mulher de madeixas azuladas, usava roupas com cortes irregulares e escuras para melhor camuflagem nas sombras, tinha uma face que, apesar de bonita, apresentava-se agressiva e fustigada pelas areias da região. Seu nome é Kalie, irmã mais velha de Perséfonne, esposa de Inside Pockets. Uma mercenária conhecida pela sua alta habilidade de esquiva. Ela estava sentada apenas em companhia de seu mascote: um pequeno Bafomé a quem tratava de Thanatos. Torment Soul aproximou-se de forma súbita e, sem falar nada, colocou a mão sobre a barriga da moça. -EI!!! - grita a moça - QUE É ISSO??? VOCÊ É DOENTE??? SAI, MALDITO!!! E moça levanta-se sacando sua katar e avança ferozmente sobre Torment. - MORRA, SEU TARADO MISERÁVEL!!! - Kaupe!! A mercenária acertou a jugular do rapaz, causando-lhe um dano crítico, mas para o espanto de Kalie, uma pequena fumaça saiu do corpo de Torment após o ataque, não gerando ferimento algum. - Hein? Como você fez isso? Eu senti meu ataque pegar na sua pele! Você não esquivou! - Alberta! Alberta! - gritava desesperado o rapaz. - Que Alberta o quê!? Não vou te perdoar por ter me tocado! Morra, maldito! - Confinamento!! - aparece Inside Pockets paralisando a moça. - Esconderijo!! -esconde-se a moça rapidamente e reaparecendo logo em seguida - Aaaaaahhhhhh!!! Não me impeça senão morrerá junto!!! Quando ela se aproximava com sua katar em Torment Soul, ouviu-se apenas o barulho de metal contra metal: Fou-lu saltou à frente de Torment e travou o ataque de Kalie com sua katar. - Kalie! - gritou Fou-lu - Pare com isso agora! - Fou! - disse a mercenária - Por que você ta defendendo esse tarado? Ele veio colocando a mão em mim! - Alberta! Alberta! - desesperava-se Torment. - Que porcaria é essa de Alberta? Você é doente, miserável? - Calma aew, cunhadinha - aproximando-se Inside - O cara não é daqui e não sabe falar nossa língua. - Fica quieto, Bolseiro! - Kalie fustiga com o olhar o arruaceiro - Esse maldito chegou do nada em cima de mim e colocou a mão na minha barriga! Isso não vai ficar assim não! - e avançou novamente sobre Torment. - Calma Kalie! - aumentou o tom Fou-lu (aumentar o tom para Fou-lu era como uma pessoa qualquer falar em tom normal de conversa) - Em nome do código da classe, deixe essa passar. - Humpf! Ok, Fou, mas vou avisando: se ele se atrever a se aproximar de mim de novo, será o sangue dele e o seu que vão escorrer pelas minhas lâminas, fui clara? - Sim, obrigado - disse o mercenário, respirando aliviado. - Pronto - amenizando Inside - já eu nos acertamos, por que não vamos para casa tomar uns gorós? Vem cunhada, vamos! - Bom, faz tempo que não vejo minha irmã mesmo... Mas não deixa esse cara chegar perto de mim! - esbravejou Kalie que saiu andando na frente - Vem Thanatos, vamos! - Caramba Torment! Não gosta da sua vida não? - esbraveja Inside. - Alberta? - Ame sua vida - disse Fou secamente para Torment. - Hai! - Você entendeu o que ele disse? - perguntou o arruaceiro - Alberta? - ... E os três foram andando a caminho da casa dos Pockets. Deixando Torment andar um pouco à frente, Fou-lu pergunta a Inside Pockets. - Ei Bolseiro - quase que sussurrando o mercenário. - Que foi? - Me diz uma coisa: como é que ele esquivou do ataque da Kalie? - Pra mim ela tinha acertado! - Você viu que ele não tem nenhum aranhão? Ela foi na jugular dele, mas não causou dano algum! - Ah Fou! Eu já disse que ele têm umas macumbas pra lá de sinistras! Não me faça perguntas difíceis! - Muito interessante... Muito mesmo! Ao chegarem no centro de Juno, Tremere já estava melhor, mas o casal não havia saído do lugar. Ao avistar os três rapazes, chamou. - Pessoal, estamos aqui! - Fala Trema! - respondeu Inside - Ué, encaixou o pé na calçada de Juno? Não se mexeu até agora! - e todos riram, exceto Torment que estava preocupado e não tinha entendido nada. - Há, há! Muito engraçadinho. - bufando Tremere - Acho que vimos a irmã da Perse passar por aqui... - Sim, era ela mesma. - disse Fou-lu - Nós a encontramos perto da Kafra leste. - Ela passou aqui com uma cara... - disse Ana Frost. - Depois a gente explica, beleza? - disse Inside - Vamos pra casa tomar um negócio du mal? - Vamos sim! - respondeu o arquimago mais animado. - Só uma coisinha antes: - interpôs-se a sacerdotisa - estou com os papéis de inclusão da Freedom. Só precisa o Torment Soul assinar. - direcionando os papéis para o rapaz. - Alberta? - perguntou desconfiado Torment. - É Torment, assina! - disse Inside indicando o local de assinatura. - Alberta..? - diz Torment recuando. - Que foi Torment, algum problema? - perguntou Tremere. - Alberta! Alberta! Alberta! - Acho que ele está com receio de assinar o contrato - disse Fou-lu. O mercenário tinha razão: em suas terras, antes de realizar sua viagem, Torment foi avisado de que era perigoso assinar papéis porque naquelas terras, pessoas que tivessem sua assinatura e más intenções poderiam acabar com sua vida. Mesmo acreditando que não se tratavam de más pessoas, ele se sentia temeroso. - Alberta! Alberta! - apontando pra Inside - O que tem eu? - olhou o arruaceiro. - Alberta! - passando os papéis e a caneta para Inside Pockets. - Você quer que eu assine também? Mas eu já tenho clã! - Se você o quer no clã, terá que ir com ele, Bolseiro. - afirma Fou-lu - Se o Trema e a Aninha não se importarem... Estar na Camarilla ou na Freedom é a mesma coisa para mim! - Pela gente tudo bem Inside - disseram Tremere e Ana Frost - Seja bem-vindo também, Bolseiro! - disse a sacerdotisa. Inside assinou os papéis e passou para Torment que, mais seguro agora, assinou-os de pronto. - Eita! Que assinatura estranha! - comenta Ana Frost - Nunca vi essa escrita! Vou mostrar pra minha irmã pra ver se ela conhece. - Também nunca vi isso, - disse o arquimago - e olha que eu já viajei na vida, hein? - Bem, recebam as insígnias da FreedomEyes_Fênix e honrem a bandeira que carregam! - disse Ana Frost. - É nóis, Aninha! - diz o arruaceiro apontando com um sinal positivo pra ela. - Alberta! - diz Torment fazendo o mesmo sinal. - Bom, chega de papo e vamos pra casa: tô morrendo de sede! - exclamou Inside Pockets. Enquanto isso na casa dos Pockets... - Que raiva, Perse! Que sujeitinho asqueroso! - Kalie diz se contorcendo de raiva. - Mas não tô entendendo, Kalie: o rapaz é muito tranqüilo! Veja, até o Frokinhu que não gosta de estranhos foi com a cara dele de primeira! - Mas ele chegou tocando em mim... E do nada! Tem idéia da raiva que eu tô? - Ele deve ter tido algum motivo para isso, minha irmã... Vai, toma esse chá de ervas. - Ah se o Fou não interferisse... Eu teria arranCADO a cabeça dele! - Kalie gesticula o ataque ao pescoço. - Aff Kalie! Toma o chá e se acalma. Depois a gente tenta descobrir o porquê ele fez isso, tudo bem? Esquece a primeira impressão, ok? - É tia - interferiu Frokinhu- o tio Torment é esquisito, mas é legal! - Táááááááááá!!!! - resmungou Kalie. Logo em seguida chegou a trupe que estava a caminho da casa dos Pockets. Enquanto todos se cumprimentavam, se acomodavam e pegavam algo para beber, Torment Soul só conseguiu ficar olhando para Kalie, de forma receosa agora, claro. - Alberta... - suspira o rapaz. Continua... 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*_Dark_Shadow_* Postado Outubro 25, 2009 Compartilhar Postado Outubro 25, 2009 Aew, saiu, até q em fim! aleluia mermão!!!!! a fic continua 10, mas eu só consigo pensar em 1 coisa... KD o 4º capitulo[/o.o] é a 1º fic q eu leio depois da viagem, ta muito boa, continua! n se abele pelos não comentarios, podes cre q muita gente le (digo mais pra min q pra vc) Aguardo o proximo capitulo!!!!![/o.o] Citar Link para o comentário Share on other sites Mais opções de compartilhamento...
SeRaoS Postado Outubro 25, 2009 Compartilhar Postado Outubro 25, 2009 Muito legal a saga que antecede Memórias! Parte dela foi inspiração para o capítulo 5 que está saindo do forno.Abraços! [/ok] Citar Link para o comentário Share on other sites Mais opções de compartilhamento...
Ancient Postado Outubro 25, 2009 Compartilhar Postado Outubro 25, 2009 Capítulo 4 - Compreensão e Acertos Um pessoal está reunido na casa dos Pockets: além de Inside, Perséfonne e Frokinhu, a família Pockets, estavam presentes Kalie, irmã de Perse, Torment Soul, estrangeiro hospedado por Inside, Fou-lu, Tremere Chaos e Ana Frost, amigos da família. Todos estavam bebendo, conversando descontraidamente e divertindo-se, exceto Kalie e Torment Soul. A primeira devido ao ocorrido momentos antes somada à presença do estrangeiro e o segundo por tudo que causara e um desespero ainda desconhecido. - ... aí eu gritei: Volta aqui focosa! - conta Inside. - Você é doente, Bolseiro! - exclama Tremere - Segurar sete focas no peito?! Como você agüentou isso? - Além de contar com minha imensa habilidade de esquiva - vangloria-se o arruaceiro - contei também com uma pequena ajuda do Torment. - Ele te salvou, né? - diz Perséfonne com ar irônico. - Ei amor, não foi bem assim não! - resmunga o marido - Foi apenas uma pequena ajuda... - Deve ter matado umas seis focas pro Bolseiro! - Ri Ana. - Aninha! Não exagere! - inibe-se o arruaceiro, e sussurrando - ele só matou cinco... - Quantas ele matou?! - diz Tremere quase gargalhando. - Ta bom! Foram cinco que ele matou! - reclama o arruaceiro enquanto dá uma boa golada em seu Sograt, causando gargalhada nos presentes. - Fala nubaiada! - grita um sábio pendurando-se na janela - Belê co'ceis? - Fala Corujinha! - responde Inside - Sumiu rapaz! Cuméquicêtá? - Oi Coruja, tudo bom? - cumprimenta Perséfonne - Ta tudo de boa! Tava em Morroc caçando uns touros. Passei na casa do Véio e ele pediu para eu vir pra cá pra trazer um recado: o dono do boteco achou uma cueca lá na taverna. É para avisar ao dono que vá buscar. - Pode deixar! Eu aviso sim... - e lançando um olhar sarcástico para o arquimago, Inside completa - você não viu se ela estava "freada", não? - arrancando risos de todos. - Oxi! E eu lá vô ficá olhando cueca dos outros? - exclama o sábio - Só trouxe o recado, não a mercadoria! - Beleza! Entre aê Corujinha, toma um vinho de cogumelos vermelhos com a gente. Acabei de pegar aquele "du bão" no armazém daqui de Juno. - Opa! Minha cara! Manda o goró aew! O sábio que se juntara ao grupo não era do tipo que se encontrava pelas ruas e bibliotecas de Juno: enquanto os sábios normalmente voltavam-se aos livros como item de pesquisa, Owl (esse é seu nome) preferia utiliza-los para bater nos monstros! Ele odiava ficar enfornado dentro de uma biblioteca: ele só visitava-as para procurar um livro mais resistente para realizar melhores ataques físicos! Ele adora viajar, contar piadas e tomar umas e outras com seus amigos, sendo um dos seus mais queridos e antigos, Inside Pockets. - Olá àqueles que não conheço, - virando-se para Tremere, Ana, Fou e Torment - meu nome é Owl, mas pode me chamar de Coruja que eu atendo mais fácil! Demora um pouco pra eu lembrar meu nome mesmo! - diz causando risos. - Olá Coruja, muito prazer. - diz Tremere Chaos. - Olá senhor Coruja, prazer. - diz Ana Frost. - Olá - resume-se Fou-lu. - Hai! - diz Torment. - Hai? - diz o sábio - De onde você veio? - Alberta? - Oxi! Nunca vi ninguém em Alberta dizer "Hai"! - Esquece Coruja - diz Perséfonne - ele não é dessas terras e não fala nossa língua. - Peraí que eu já descubro! - disse Coruja dirigindo-se para Torment - Where you from? - Ki Island! - responde Torment Soul espantado - Do you speak my language? - Ki Island? It's not your official language, isn't it? - Sure! Kunki is my official language! E o sábio começou a falar na língua-mãe de Torment Soul, conversando por vários minutos e causando paralisação total a todos os presentes! - Ei, o cara é legal mesmo! - diz animado Owl - nunca vi ninguém das Ilhas Ki por esse lados! - Co-co-como você fala a língua dele? - assusta-se Ana Frost - Que porcariada toda é essa Curujinha?? - espantado Inside - Não entendi nem o primeiro respirar de vocês dois! - Pôxa, Bolseiro - exclama o sábio - Você acha que me aceitaram na academia de Juno só porque eu sou bonitão? Sou especialista em línguas estrangeiras! Por que você acha que eu sumo tanto? - Mas como você conhece essa língua? - questiona Perséfonne - Você não lê nem anúncio dos selos! - É porque uma vez eu tava perdido lá em Kunlun quando eu vi um barco esquisito com uns xing-lings falando também um monte de xing-ling! Resolvi entrar no barco e ir para a ilha deles. Passei dois meses por lá e aprendi a língua. É uma ramificação da antiga língua de Kunlun, por isso foi tranqüilo de aprender! Todos olhavam embasbacados com a situação. De repente Kalie, que havia se mantido inerte a tudo que acontecera, levanta-se e vai em direção ao sábio. - Coruja - falando firmemente a mercenária - aproveita que você fala a língua dessa coisa e pergunta POR QUE ELE VEIO ME TOCAR!? - gritando ao final da frase. - Calma Kalie! - diz calmamente Owl - Eu sou fiote! Não gosto de ver muié bunita brava não! Peraí que eu vô perguntar. E voltaram à conversa em Kunki. Torment gesticulava mais que mudo pedindo socorro! Coruja ouvia atentamente enquanto os outros esperavam ansiosos pela explicação, mas não mais que Kalie, que se irritava a cada gesto que o rapaz fazia. Após dez minutos do mais puro monólogo de Torment Soul, Owl inicia um resumo de tudo que acabara de ouvir. - Bom, lá vou eu fazer discurso! - inicia o sábio - Pra começar, vocês sabem qual a profissão dele? - Não fazemos idéia - diz Fou-lu, que também estava curioso. - Ele é um soul linker; traduzindo é um espiritualista. É uma profissão rara e que normalmente só alcançam o direito a exercê-la algumas poucas pessoas que tem conexão direta com o astral. - Como conversar com os mortos, por exemplo? - pergunta Perséfonne. - Não só isso - continua Owl - além de poder conversar com os mortos, ele pode invocar os espíritos de alguns grandes heróis para melhorar as técnicas e perícias das pessoas. - Peraí - interrompeu Fou-lu - mas conversar com os mortos é fácil: só ir para Niflheim que a gente conversa com eles. - Mas ele consegue conversar com eles sem estar em Niflheim! Você consegue fazer isso sem estar lá? - Nem! - retrucou Fou-lu. - Ele tem que nascer com o dom, mas só com árduo desenvolvimento ele pôde tornar-se um espiritualista. - Tá, muito bonito, muito legal - interpõe-se Kalie - mas você ainda não respondeu minha pergunta, Coruja. - Ah sim! Devido a essa alta comunicação com o astral, ele ouviu um dos espíritos que o acompanha citar que uma moça tinha a mesma tormenta que ele quando vivo. - Que porcaria eu tenho a ver com isso? - exalta-se Kalie. - Isso ele disse que só poderia falar para você... - E como ele pretende fazer isso se nem a minha língua ele fala? - Ele disse que poderia fazer isso num tal salão espiritual... Alguma coisa assim... - Que raio de salão é esse? - Fiz a mesma pergunta, mas ele não pôde responder. Disse que é um MISTÉRIO da classe e as próprias pessoas que vão para lá não lembram do local: apenas do espiritualista e da conversa. - Que coisa ridícula... - disse Kalie voltando para a mesa. - Mas o que ele veio fazer por aqui, Coruja? - pergunta Tremere. - Ele disse que o mestre dele o enviou para cá pois o destino dele começaria em uma viagem para Alberta. Deu-lhe o nome espiritualista de Torment Soul para ser mais facilmente compreendido e que não fugiria do seu karma: carregar as tormentas das almas que o acompanham. - Wow! Que baguio loco! - exclamou Inside - Então aquele negócio que ele usou em mim era um espírito? - Nem, Bolseiro! - corrige o sábio - O que ele transfere, pelo que parece, são as habilidades mais "du mal" que o espírito de sua classe tem. Agora como funciona, eu não sei. - Tô curioso pra ver isso! - levanta-se Tremere - Pede pra ele soltar esse negócio em mim? - Cuidado Treminha - diz Ana Frost assustada. - Se não fez mal pro Inside não fará mal para mim! - responde tranquilamente o arquimago. - Hey, Torment! - diz o Coruja - Can you link him with the Great Spirits? - apontando para Tremere. - Sure! E após um certo intervalo de tempo, Torment entra num estado de transe. Voltando-se para Tremere, ele abre os olhos e conjura: - Soul Link!! Tremere começa a sentir as mesmas coisas que Inside outrora sentira: o corpo arroxeado, a visão nebulizada e roxa. - Legal esse negócio! - exalta Tremere - Parece que eu fumei Flor das Ilusões! - Eita que eu quero uma dúzia então! - disse Coruja rindo. - Safety Wall! Safety Wall! - dizia desesperado Torment. - Ele tá falando pra você usar Escudo Mágico, Trema - disse Coruja. - Mas eu to sem gema aqui... - Pega Trema. - Perséfonne arremessa uma gema azul. - Valeu Perse! Lá vou eu! - Tremere prepara-se para a conjuração - Escudo Mágico!! Ergue-se uma grande coluna rosa no meio da sala. - Ué, a gema não quebrou? - Go, go! - dizia Torment animadamente - Escudo Mágico!! Escudo Mágico!! Escudo Mágico!! - Ê, a casa ta rosada! - brincava Frokinhu entrando nas colunas. - Ô Trema - berra Inside - não pedi pra você mudar a decoração da minha casa, não! - A gema não quebra! - espanta-se Tremere - É como se eu não precisasse de gemas para usar habilidades! Ei Fou! - Hum? - Petrificar!! - Ugh! - resmungou o mercenário antes de ficar completamente paralisado. - Oxi! Segura o hômi que ele ta bebim! - ria Owl - Ta petrificando virado no Jiraya! - Eu não tinha gema vermelha! - exclamou o arquimago - Nunca poderia ter funcionado sem gema vermelha! - Alberta! - Graça Divina!! - conjura Ana Frost sobre Fou-lu que logo voltou a se mexer resmungando. - Não faça isso de novo, Trema! - apontando pra Tremere empunhando sua katar. - Ah Aninha! - ironiza Perséfonne - Tava tão legal essa estátua nova no meio da minha sala... - e todos riram. - Vixe que ta tarde! - exclama Owl - Tem uma farra pra ir em Umbala e não quero perder! - Que raio de festa pode haver de tão boa em Umbala que faça você sair daqui de Juno uma hora dessas pra ir tão longe! - pergunta Perséfonne espantada. - Festa do Macaco Loco!!! - É hoje? Minha cara! - exclama Inside também se animando. - Amor... - diz Perséfonne com voz sedutora e apertando-se ao vestido- por que você não fica? Queria taaaanto conversar com você hoje... - Errr... Bem... - enrubesceu o arruaceiro - acho que não vou não... Sabe como é... Tem essa festa todo ano mesmo! - Sei, sei... - ironiza Coruja - ta com o burro bem amarrado, hein? - Posso ir com você, Coruja? - perguntou Fou-lu - Participo da festa e amanhã eu vou caçar em Nifl: aproveito a viagem. - Você nunca foi nessa festa, Fou? - questiona o sábio - Vamos então que eu te explico no caminho. - Bom, vamos também, Treminha? - diz levantando-se Ana Frost - Foi um dia cheio e ainda queria colocar alguns assuntos em dia com você... - insinuando-se para o arquimago. - Errr... Claro! - ruboriza Tremere - Já ta muito tarde mesmo: até mais pessoal! - Eita povo que gosta de conversar! - interpõe-se Frokinhu - Podiam fazer isso mais cedo, né? Não na hora de dormir! - Também vou indo - levanta-se Kalie em direção à porta. - Maninha, espera! - interpõe-se à sua frente Perséfonne - Faz tanto tempo que você não aparece... Passa essa noite aqui! Vou arrumar o quarto de hóspedes para você! - Mas você já tem visitas. - apontando com a cabeça para Torment . - Ele não se importará em dormir na sala e, caso você se sinta mais segura, tranque a porta. - OK, Perse... Mas só essa noite! De manhãzinha já estarei na estrada. - Valeu irmã, obrigada! - felicita-se a sacerdotisa. - Mamãe! - grita Frokinhu - to indo lá fora tocar minha gaita, tudo bem? - Claro filhote! - diz Perséfonne - Só não vá para muito longe, ok? - Tá! Torment, vem comigo! - acenando para que o acompanhasse. - Hai! - exclamou Torment indo em sua direção. E assim foram Owl e Fou-lu para Umbala, Tremere Chaos e Ana Frost para sua casa em Geffen, Torment Soul e Frokinhu foram para a calçada praticar gaita, Perséfonne e Inside Pockets foram para o quarto e Kalie foi deitar-se com a porta trancada, claro. Mas essa noite ainda promete alguns casos do outro mundo... Será uma noite longa e de esperanças para o futuro. 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*_Dark_Shadow_* Postado Outubro 25, 2009 Compartilhar Postado Outubro 25, 2009 Que legal, o Torment fala ingles!!!!!Continua muito boa a fic, nota 10 elevado ao cubo!!!! =Dwhere's the next chapter?viu, viu, eu tbm falo essa lingua. =Pmudando de assunto, quanto tempo demora pra fic do cereal (memorias) esfriar, eu quero um pedaço pra min tbm.vamos, capitulo 5 por favor (dos dois)!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Citar Link para o comentário Share on other sites Mais opções de compartilhamento...
Ancient Postado Outubro 25, 2009 Compartilhar Postado Outubro 25, 2009 Entendimentos e União - Soul History 5 Já era tarde da noite e na casa do Pockets havia total silêncio: todos dormiam tranqüilamente, exceto Kalie que estava tendo um sono agitado e inquieto. Apesar de não sentir mais a mesma vontade de acabar com Torment Soul, aquele que ousou tocá-la, ainda apresentava algo de estranho em si, algo que talvez nem ela mesma explicasse. Em seus sonho, Kalie enfrentava inúmeros Shinobis e Tengus em um grande salão, sempre acompanhada de seu fiel escudeiro Thanatos, seu pequeno Bafomé. - Eles não serão problema para nós, não é Thanatos? - Sim mamãe! Vamos derrotá-los! Quer minha foice emprestada? - Não precisa filhinho, mamãe se vira bem com a katar. Ei, o que é aquilo??? - Cuidado mamãe! É o Samurai Encarnado!!! Espera aqui que eu vou chamar o papai pra te ajudar! - NÃO! Volta aqui Thanatos! - Quem ousa invadir o meu palácio e perturbar meus leais guardiões? - Diz o monstro que avança sobre Kalie, o Samurai Encarnado - Vamos, peguem-na! Não a deixem escapar! - Eu hein! Deixa eu sair correndo daqui! Vou na mesma direção do Thanatos! - ACHEI VOCÊ!!! - uma voz amedrontadora vem na direção oposta e na qual seguia a mercenária - Pensou que iria fugir de mim por muito tempo depois de levar meu bem mais precioso?? - Quem é que está aí? - grita Kalie já desesperada - O que foi que eu peguei??? - MEU FILHO!!! - Não! Bafomé??? - Sim, maldita! - aparecendo a enorme e monstruosa figura do Bafomé em frente à Kalie - Você me fez sofrer por muito tempo, mas o meu sofrimento acaba agora! Eu recuperei meu filho e você está morta! - avançando sobre Kalie com sua voraz e afiadíssima foice. - Peguem-na, Shinobis! - gritava do outro lado da sala o Samurai Encarnado - Você sofrerá por todo mal que causou, intrusa! - NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOO!!!!!!!!! De repente tudo que estava vindo em sua direção parou: os Shinobis saltando sobre seu corpo e a foice de Bafomé a centímetros de sua carne. As imagens começaram a desmanchar como se de aquarela fossem formados todos os corpos, completamente inertes à sua frente. Ao que tudo vai sumindo, apenas um grande salão negro se forma e uma imagem vai se tornando cada vez mais nítida à sua frente: Torment Soul. - Ei! O que você está fazendo aqui? - Acalme-se: você está segura agora. - Eu não estava sonhando? Que lugar é esse? Cadê o Thanatos?? Filhinho??? - Thanatos está bem: está dormindo exatamente ao lado do seu corpo. Não tenhas medo. - Como é que você está falando minha língua? Até onde eu tinha visto você não falava nada dela! Você não deve passar apenas de um farsante! - Não diga bobagens, garota. Se você ficar falando e perguntando sem parar não poderei explicar-lhe absolutamente nada! - Ora seu... - avançando sobre Torment - Opa! Nada de armas em solo sagrado! - exclama Torment, o que faz, instantaneamente a katar de Kalie sumir. - Ei! Devolva já minha arma! Já que não tenho arma, vai na pancada mesmo! - Garota insolente! Nada de agressividade em solo sagrado! - esses dizeres faz Kalie ficar completamente paralisada, num estado que até mesmo respirar se tornara difícil. - Ugh! Q-u-e q-u-e é i-s-s-o??? - Enquanto você mantiver um estado hostil sobre esse solo, essa será sua condição nele! Livre-se da necessidade de agressão que recuperarás sua mobilidade. E desistindo de investir sobre ataque ao espiritualista, a mercenária volta ao seu estado normal de movimento. Recompondo-se e, forçadamente, mais amistosa, Kalie prepara-se para dizeres que alterarão completamente todo o seu passado. - Ok Torment, desmbucha! O que é que eu tô fazendo aqui e o que tá acontecendo? - Kalie, estamos no salão espiritual: apenas os corpos dos espiritualistas e as almas das pessoas podem pisar sobre esse solo. A linguagem falada aqui é a da energia, portanto, indiferente da língua que você fale, você me entenderá pois essa linguagem é universal: tanto para o plano carnal quanto para o plano astral. Aproveitei-me do seu estado de sono para poder trazer-lhe até aqui e explicar-lhe exatamente tudo o que aconteceu. - Estou ouvindo, senhor espiritualista... - com ar de deboche diz a mercenária. - Eu sou um tipo de espiritualista que ouve as lamúrias e clamores dos espíritos dos grandes heróis de nosso mundo. Cada espírito, ao desencarnar, leva alguma tormenta de não realização para o plano astral, ou seja, carrega algo incompleto em si. Por serem heróis, todos sacrificaram alguma coisa em suas vidas pelo objetivo de ajudarem seus reinos a prosperarem: eis o motivo por ficar algo incompleto para eles. - Tá, e o que eu tenho haver com seus espíritos? - Um dos espíritos que me ajudam é o de uma grande sumo sacerdotisa, cujo o nome não lhe convém saber por enquanto, que para dedicar em plenitude sua vida em prol do povo de seu reino, sacrificou a grande bênção que desejou tanto um dia: um filho. - E..? - Para aliviar sua tormenta de não poder ter tido um filho, ela quer fazer com que alguém que não possa ter um e deseja demais tê-lo, obtenha a possibilidade de conseguí-lo: ela pretende passar a fonte de vida dela e conceder a bênção de seu bebê para tal moça. - !!! - Quando eu estava em Juno acompanhando Inside Pockets, a sumo sacerdotisa me alertou da presença de uma moça na região que poderia receber sua bênção. Ela me indicou a direção a qual você se encontrava e saí correndo para confirmar a informação: ao tocar em seu ventre, percebi que você não possuía uma fonte de vida e que seria a escolha perfeita da sumo sacerdotisa para realizar seu desejo. Mas precisava falar com você uma situação antes de qualquer coisa. - O que você quer saber? - Quanto você deseja ter um filho? - !!! - Não se assuste, apenas reflita o quanto você desejaria ter um filho e me diga com toda sinceridade. Eu percebi pelo seu sonho todo amor que você tem pelo Thanatos, mas sabe que ele nunca terá a mesma confiança em você quanto ele tem pelo pai, não é mesmo? - Sim, por mais que ele me admire e acompanhe nas jornadas, sempre grita pelo pai quando estamos em apuros... É natural que ele não me reconheça como mãe, mas sempre dei todo amor que tenho para ele... Acredito ter me reservado tanto nesses últimos tempos só para desprender amor para meu filhinho... - Então você se escondeu dos homens e do mundo só para filtrar amor ao seu Bafomé? - Acredito que sim... Ei, por quê que eu tô te contando essas coisas? - Porque eu perguntei. - Ah, como sou tola! Esqueça tudo o que disse, tá ouvindo? - Não se preocupe, nada do que você disser aqui sairá daqui. Isso é regra do salão espiritual: caso eu transgrida essa regra, perderei grande parte do meu dom. - Ótimo,que seja assim mesmo! - Me responda uma coisa: você sabia que não pode ter filhos? - Sim... - E o que sente com relação a isso? - Nada. Tenho meu Thanatos comigo. - Ok, mas você sabe que ele não é seu filho, mas sim do Bafomé. Você tem idéia do quanto Bafomé sofre pela perda dele? - Não mais do que eu quando ele me tirou a possibilidade de ter o meu filho! - Então foi ele quem lhe arrancou a fonte de vida? - Sim, aquele maldito... a foice dele me cortou quase ao meio. Estou viva graças aos cuidados de minha irmã e de Hel! Se não fosse por elas nem estaria viva pra contar história! Para me vingar dele, comprei um livro do diabo, alguns méis e fui à busca do meu Thanatos. Ele não sofreu mais do que eu ao perder um filho: eu nem pude conhecer o meu! - Então você desejaria ter um filho seu? Um ser que nasça de seu ventre e que te traga dores de cabeça nas "artes", angústia nas doenças e tristeza nas decepções dele? Alguém que faça sua vida reduzir-se pela metade pois exigirá a outra metade de sua vida para cuidar dele? Alguém que faça você sacrificar suas caçadas e não permitir que nunca mais você fuja de nada nem de ninguém? - Não há no mundo algo mais que eu queira... - SOUL LINK !! Após a conjuração, Kalie vê aparecer, numa forma espectral, a imagem de uma sumo sacerdotisa ao lado dela. A sumo sacerdotisa apresenta-se de uma forma angelical, tal qual uma Valquíria, e sorri para Kalie que responde com um balançar de cabeça meio assustado. Inicia-se um diálogo somente entre Torment e a sumo sacerdotisa. - Essa é a pessoa que a você escolheu para ser a progenitora do seu ventre, Sorin? - Sim - responde a sumo sacerdotisa acenando com a cabeça. - Digo-lhe que sua decisão é única e intransferível... Você sabe muito bem disso, não sabe? - Sim Torment: acredito na minha decisão e sei que ela encontrará um homem capaz de fazê-la feliz e terá um filho digno do orgulho de uma mãe. - Sabes que será uma gravidez de risco e que ela poderá perdê-lo caso não se cuide... - Ela quer esse filho tanto quanto eu quis um dia. Almeja e conseguirá tê-lo. - Não vejo indecisão por parte de Sorin. Em sua decisão vejo alegria e esperança e isso me felicita em realizar a transferência. Agora falta a receptora. - O que tem eu? - questiona Kalie - Deixa eu entender: você tá falando que eu vou ter o filho dela? - Não, você terá o seu filho: o que ela vai te dar é a fonte da vida, a sua metade que falta para carregar uma nova vida em seu ventre, entendeu? A outra metade você deverá procurar para formar essa vida: isso não é nenhum tipo de inseminação, acalme-se. - Mas eu nem tenho marido! - Achará. - responde de pronto o espiritualista. - ... - Kalie, você deseja receber a fonte de vida da sumo sacerdotisa para que, em seu ventre, possa carregar a bênção que um dia ela tanto desejou e que você, nas atuais condições, também não pode realizar? - Acho que sim... - Acho??? Se você não der uma resposta firme, não poderei conceder essa bênção a você e nem uma segunda chance! Vou perguntar de novo e quero uma resposta firme e sincera: você quer a bênção que Sorin não realizou em vida e quer lhe dar a oportunidade de ter? - SIM! - grita com firmeza a mercenária, agora sorrindo e sem pestanejar nenhum segundo. - Você abrirá seu coração para que algum homem consiga se aproximar de você e assim realizar o sonho de vocês duas? - Eu tenho escolha? - meio que torcendo o nariz mas aceitando a condição serenamente. - Não vejo mais indecisão por ambas as partes: se Sorin decide passar sua fonte de vida e Kalie receber, que se faça a transferência! LIFE LINK !! Ao dizer essas palavras, ambas as moças começaram a sentir um calor quase que insuportável em seus corpos: à visão do espiritualista, uma forte cor vermelha radiava do corpo da sumo e uma gélida mas intensa cor azul da mercenária. Conforme os segundos se passavam, as cores se misturavam até que, alguns intantes depois, as cores se inverteram: Kalie brilhava em vermelho sangue e Sorin em azul profundo. - Está feito, seu desejo realizou-se, Sorin. - Obrigada Torment. - responde a sumo sacerdotisa - Agora posso acalmar meu ser e emprestar minhas habilidades aos outros sacerdotes com plenitude e paz. - Fico honrado em saber que pude favorecer-te nisso. Descanse e espere boas novas. Kalie, voltarás imediatamente ao seu corpo e lembrarás apenas de nossa conversa e sentirá o calor da sua fonte de vida em seu ventre: não se lembrará nem daquela que te deu a fonte e nem do salão espiritual, fui claro? - Bom, então até mais Torment e obrigada! - diz Kalie saltando sobre Torment dando-lhe um beijo no rosto. - Espere Kalie. - diz o espiritualista - tenho três coisas para dizer-lhe. - Diga então. - Primeiro, desculpe pelo incidente à primeira vista: não consegui me segurar depois de conhecer todo o desespero de Sorin; segundo, tire as katares e parta para as adagas: sei que você se dará melhor com elas; terceiro: estou na fila dos interessados em você, viu? - enrubrece Torment. - Segundo: vou pensar a respeito, mas gosto das katares; primeiro: faça isso com mais delicadeza da próxima vez, tá ouvindo? Terceiro, me procure mais tarde... - diz piscando Kalie para Torment. - Até mais! Ao dizer isso, a mercenária acorda de sobressalto da cama, já com a luz do sol adentrando em seu quarto e com um calor intenso no abdomen. Olha para o lado e vê que Thanatos está em um sono profundo e sem a menor possibilidade de acordar tão cedo. Ela se levanta e sai do quarto: ao abrir a porta, vê Torment em pé como se a esperasse há décadas e com um sorriso ele a cumprimenta. - Hai, good morning! - Bom dia Torment... Nossa , que sonho estranho eu tive essa noite… Sonhei que estava conversando com você e... Ah, esquece! Você não entende nada do que eu digo mesmo! - No, I understand you, and you understand me too, is it? - Sim mas... Peraí! Eu entendi o que você falou?! - Hai! - Então aquilo não foi um sonho!!! - No, all that you remember is true, include my words... - Então tudo o que você me disse… Aquilo tudo… - Hai, you're right. - !!! - Well, see ya! - Ei Torment! - What? - Nenhum homem jamais me deixou sem palavras, muito menos mais de três vezes! É você! E avançando Kalie sobre o espiritualista, agarra-lhe vorazmente e detona-o com um beijo fulgás e estonteante. Torment fica completamente paralisado e sem ação, conseguindo se dar conta do que estava acontecendo apenas depois de alguns segundos do assalto da mercenária sobre ele. Mal tinha fôlego para respirar, mas adorou o momento que vivenciava. Durante o beijo entre a mercenária e o espiritualista, Perséfonne já havia acordado e viu toda a cena silenciosa e sorrateiramente. Com um leve sorriso no rosto, fechou calmamente a porta para não incomodar o casal, voltou para cama onde Inside roncava brutalmente e pensou consigo. - Será que ela conseguirá superar todo o trauma? Tomara que a irmã que eu tinha volte à vida... Continua... Citar Link para o comentário Share on other sites Mais opções de compartilhamento...
*_Dark_Shadow_* Postado Outubro 25, 2009 Compartilhar Postado Outubro 25, 2009 Q maneiro, por essa eu n esperava, torment e kalie, nossa.pra quem era capaz de despedaçar o espíritualista na primeira vez q o viu, eu realmente n esperava.contunia uma otima historia anciet, principalmente as falas do torment, faceis de entender, mesmo com meu precario ingles, =Dmas, tudo isso n server de nada sem uma unica frase:Where's the next chapter? Citar Link para o comentário Share on other sites Mais opções de compartilhamento...
Gwaeron Windstrom Postado Outubro 25, 2009 Autor Compartilhar Postado Outubro 25, 2009 Hehehehe. Tá aí, gostei. É tipo uma continuação da fic do Seraos xD Uma pequena correção pra completar... - No, all that you remember is true, include my words... Bom, o certo seria: "[...] remember is true, including my words..." Bom, fora isso, a fic tá ótima xD Vc usa os pontos direito, então vo deixar o meu conselho pro Dark e pro Slow ;p Continua com ela! Até mais Citar Link para o comentário Share on other sites Mais opções de compartilhamento...
Ancient Postado Outubro 25, 2009 Compartilhar Postado Outubro 25, 2009 Descobertas, Enlace e Festa- Soul History 6 Amanhecia ensolarada mais um dia em Rune-Midgard e em Juno a agitada e constante movimentação de pessoas já se fazia ininterrupta. Isso estava um tanto diferente na casa dos Pockets: Inside e Frokinhu roncavam furiosamente quase que na mesma toada e compasso, Torment estava dormindo em um sono profundo devido à exaustão de outrora (tanto do esforço espiritual quanto físico depois do beijo com Kalie), Perséfonne, já acordada há algum tempo devido aos "pequenos urros" do marido, preparava um café para os presentes e esperava ansiosa e contente pelo acordar da irmã e Kalie, um tanto descabelada e olhos pra lá de inchados devido à curta noite de sono, levantara da cama e seguia em direção à cozinha onde Perséfonne estava. - Bom dia Perse... - diz a mercenária com uma incontestável voz de sono - Tem café? - Bom dia, maninha! Nossa, que estranho... Você ainda não foi embora! Normalmente nunca te vejo depois que o sol se levanta! Vai, toma esse café: acabei de fazer! - Humpf, logo mais eu vou: só preciso de um café mesmo... - Será que só de um café mesmo..? - ironiza Perséfonne - O que você quer dizer com isso? - Nada não... Só estou achando estranho uma coisa: cadê o Torment? - Err... Bem... Ah, sei lá dele! - Kalie fica rubra ao lembrar exatamente onde o espiritualista está: em sua cama. - Ah, não precisa ficar com vergonha! Parece que nem somos irmãs! - Ugh! Que dor horrível! - Kalie aperta-se contra a barriga - Será que eu troquei o açúcar pelo sal no café de novo..? - Não é isso não... Peraí, já volto! - a mercenária sai correndo em direção ao banheiro. - Vixi que eu nunca vi a Kalie assim! Que estranho... Após alguns minutos, Kalie aparece à porta do banheiro chamando por Perséfonne. - Perse! Perse! - diz quase que sussurrando a mercenária - Vem cá, rápido! - O que foi, maninha? Que ta acontecendo? - Vem logo, por favor! - Por Odin! Pra você pedir "por favor" o negócio é sério mesmo! - Perséfonne segue para o banheiro e, ao chegar, Kalie fecha a porta com ambas dentro do recinto - Fala logo o que ta acontecendo! - Veja! - Kalie mostra a mão suja de sangue - O que é isso? Nunca tive esse tipo de sangria! - Mas como você pode estar menstruada??? Você não tem mais nada de útero! O Bafomé tinha arrancado todas essas partes de você naquele ataque!!! - E eu vou lá saber??? O que ta acontecendo, Perse!? - Primeiro eu preciso saber o que você fez! É impossível você estar menstruada! Me diz o que foi que você fez! Kalie começou a contar toda a história, pelo menos o que se lembrava, do que havia acontecido naquela noite: sonho, Torment e fonte de vida. Perséfonne, após todo susto e espanto com a história, começou a explicar a Kalie como funcionava o novo órgão que a irmã carregava: menstruação, cólicas, sangue e filho. Kalie teve a mesma reação que Perséfonne ao ouvir a história: susto e espanto. - Quer dizer que eu vou ficar sangrando assim por muito tempo? Como que eu vou poder lutar com esse sangue saindo de mim? Isso é muito incômodo! - Calma que isso dura apenas cinco dias por mês... - Cindo dias??? Eu vou ficar impossibilitada por cinco dias a cada mês que esse negócio vir??? Argh! Odiei essa história toda! - Bom, pelo menos agora você é fértil, não é mesmo? - sorri a sacerdotisa - E por falar nisso, quando você vai me dar um sobrinho? - E eu vou lá saber? Cinco dias por mês... Ninguém merece! - Ta, você não sabe quando vai me dar um sobrinho, mas o marido eu já sei quem é, né? - sorri sarcasticamente Perséfonne. - Você não sabe de nada! Só foi uma noite... Nada mais... - Ta bom, to vendo na sua cara que começou a gostar do... - Xiu Perse! Ninguém pode saber o que aconteceu, ta ouvindo? - Como se fosse possível esconder um homem dormindo na sua cama e essa cara de alegrinha em você... - Perse... Você acha que... - Acho que sim - Mas eu nem terminei a pergunta! - E precisa? Pelo que parece ele gosta mesmo de você e acho que é um dos poucos homens de todo o mundo que podem te trazer felicidade! Acho que você deve deixar fluir e investir nisso! Acho que um sobrinho com os olhinhos puxados vai ficar tão fofinho... - E se for menina, hein? - Você não tem cara que seria uma mãe de menina... Aposto minha cartola nisso! - Ah, sei lá... Tão estranho eu estar falando de gravidez, filhos... Nunca me passou pela cabeça que eu poderia falar sobre esse tipo de assunto com a possibilidade de estar falando do meu! - Fico tão feliz por você, minha irmã... To quase chorando de felicidade! - Perséfonne deixa escorrer uma lágrima pelo canto dos olhos - Bom, vamos deixar disso que logo mais meus adoráveis ogros acordam e não quero que eles me vejam com os olhos vermelhos, né? - Bom, vou conversar com o Torment pra ver essa história de ficar sangrando direto... Não gostei disso não! Cinco dias por mês... As duas se recompõe e voltam para a cozinha, onde logo mais toda trupe estaria presente. Quinze minutos depois, os roncos vindos dos quartos cessaram-se quase que juntos: Segundos depois revelam-se Inside e Frokinhu com aquela cara sonolenta desesperados por uma xícara de café. Inside trajava apenas um bermudão e se coçava todo (incluindo "aquelas" partes) quase que gerando horror na cunhada. Frokinhu tentava arrumar-se nas vestimentas, mas estava todo desajeitado com a blusa do avesso e o chapéu de bardo caindo-lhe da cabeça a todo instante. Perséfonne dá um beijo no marido, ajeita o filho e os põe à mesa junto com Kalie. Inside começa o dia já instigando a fúria da cunhada. - E aew cunhadinha! Pensei que não ia te ver mais aqui! Ficou pra ver o maridão bunitão da Persa acordando, né? - Se fosse pra eu passar tão mal logo cedo, teria ido tomar água no esgoto de Prontera... Que cena horrorosa você acordando de manhã! - Seus elogios não a levarão a nada: sua irmã já é dona da minha cama! - Bah! Enche a boca de café que é a única coisa que você deve saber direito: comer! E você, meu fofinho, tudo bem? - dirigindo-se para o pequeno bardo - Tudo bem tia Kalie, e com você? Dormiu bem? - Sim, dormi sim Froko... Belos trajes esses seus: ouvi você tocar um pouco ontem à noite e gostei do som: músicas rápidas as que você toca, hein? - Nunca gostei das músicas muito calmas, tia! Os sons mais pesados são mais gostosos! - O que deu nela, Persa? - sussura Inside para a esposa - Não quis me bater e ta um doce com o Froko! - Relaxa querido - retruca no mesmo tom a sacerdotisa - ela só acordou bem e disposta... - Muito estranho isso... Mas se é o que você está dizendo... - voltando ao tom normal, volta a falar - Ei, cadê o Torment? Ele foi embora e nem se despediu? Ele tava no sofá, não tava Persa? - Err... Ele foi pra cama da Kalie - Kalie já salta da cadeira quando sua irmã completa - depois que ela se levantou, claro... - Eita! Será que o sofá ta tão duro assim? E ele não acordou até agora? Esse gosta de dormir, hein? - Acho que ontem foi um dia muito cheio pra ele... Ops! - diz Kalie quase que querendo engolir tudo que acabara de dizer - Deve ser só mais um preguiçoso da sua laia, Inside. - Ah sim... Deve ser... - sussurrando para Perséfonne de novo - Ela ta estranha demais, Persa... O que ta pegando? - Nada amorzinho, nada... Alguns instantes depois aparece o espiritualista todo descabelado, quase desfigurado e com uma cara de quem dormiu nas nuvens por longo tempo: Chegou à mesa cumprimentando a todos. - Hai everybody! - Se eu soubesse o que isso quer dizer eu te responderia - diz rindo Inside. - Ele está dizendo "olá a todos"... Ops! - mais uma vez Kalie quis engolir tudo a seco o que acabara de dizer. - Pode parar que tem mutreta aqui! - exalta-se Inside - Tem coisa que não ta cheirando bem! - Por favor querido, abaixe o braço! - ironiza a sacerdotisa - Provável que seja isso que não cheira bem... - Pode até ser, mas tem coisa aqui que ta fedendo mais! A Kalie não ta brigando, não ta séria... Ta quase um amor de pessoa! E o pior de tudo é que ela acabou de entender o que o Torment falou! Ela não sabe nem falar o nome dela direito, imagina outra língua! - Pai, o que ta acontecendo? - pergunta Frokinhu - É o que eu to querendo saber e sei quem pode me falar... Persa? - Que tem eu? - tentando se esconder de Inside - Não sei de nada querido... - Fala logo o que houve... Ta ficando chato já! - Ta bom, eu falo! Senta aí que eu conto tudo. - Kalie começa a falar sobre apenas o sonho e Torment, nada mais - ...e foi isso que aconteceu. - Então agora você entende tudo que ele fala? Que negócio esquisito... Bem, esse cara tem cada uma... - Kalie, I need to ask you one thing. - Pode dizer Torment, o que é? - indaga a mercenária - Did you like our last night? - Foi fantástico Soul… adorei! - Ela ta MUITO estranha - sussurra Inside agora para Frokinhu - já viu sua tia assim? - Nunca vi ela de manhã pai! Como já vi ela assim? - Deixa pra lá, depois eu descubro... Tem caroço nesse angu... - Tem caroço no quê, pai? - Ah muleque, toma teu café aew, vai! - I want to ask you one more thing, Kalie... - Diga Torment, pode perguntar - I… I… - Ele ta bem, maninha? - Pergunta Perséfonne preocupada com tanto "ai" - aconteceu alguma coisa? - Não, não Perse! - sorri Kalie - Ele só ta dizendo "eu". - I want to live by your side, Kalie... - O que? Não entendi! - mostra espanto a mercenária - Me explica isso direito!? - Do you want to... want to... - engole saliva desesperadamente o espiritualista - - Want to… - esperam todos atenciosos ao nervosismo do rapaz. - DO YOU WANT TO MARRY ME, KALIE??? Após ouvir isso e cuspir todo o café que tinha na boca em cima de Inside Pockets que estava logo á sua frente, Kalie desmaia causando espanto na irmã e revolta no cunhado, além de risos de Frokinhu. - Quê que deu nessa loca?? - grita Inside - To todo sujo! - Huahuahuahua!!! - ri o pequeno bardo - Papai virou doce de café! Quer mais açúcar? Huahuahuahua!!! - Maninha! - corre Perséfonne para ajudar a irmã - Acorda! Ta tudo bem? Fala comigo! - Sorry Kalie! C'mon, get up please! Oh my… - Aff, vou me trocar que é o melhor que eu faço... Caramba, começar o dia logo assim... E ainda tem que ouvir o muleque com piadinha infame... Eu mereço! - Pai, depois que o senhor voltar, pode me trazer um colar de biscoitos? Você pode usar no pescoço e colocar "Inside Coffee"!!! Huahuahuauhahua!!! - Aff, enche a boca de café aí muleque! - grita Inside indo para o banheiro. - Ela está acordando Torment! Maninha, maninha! - Hã? Hein? Que aconteceu? - acordando do desmaio a mercenária - Eu só me lembro do Torment e aí chegou uma pergunta e... - Sorry Kalie, I know that I need to wait more time to ask about it but I couldn't resist it! I'm sorry, so sorry… - Vem cá, Torment - diz a mercenária. - Que aconteceu Kalie? - diz Perséfonne - O que ele te falou? Kalie levanta-se e vai para fora sem ao menos prestar atenção no que a irmã dizia. Ao chegar do lado de fora da casa, Kalie inicia a conversa. - Eu entendi bem o que você falou? Você disse que queria se casar comigo? Me diga que eu não entendi direito! - Sorry for it, Kalie... It's true, I asked it to you but I see that you didn't like it… I understood and I will get out to your life, I promise! - E eu disse em algum momento que queria que você fosse embora? Só acho que ainda é cedo para pensar em casamento, mas se você quiser algo mais leve, acho que posso pensar com mais carinho... - Is it true? - sorri o espiritualista - Can I ask you once more with modifications? - Deve! - responde com um sorriso e notável ansiedade - O que você vai perguntar? - Do you want date me? - Claro que sim, meu xing-ling... O beijo desse momento pode ser descrito com certa sublimidade: há muito mais sensibilidade que o primeiro, que foi algo mais voraz e avassalador. Ambos pareciam não acreditar que tal momento pudesse estar acontecendo: Torment por ter causado tanta confusão um dia atrás e hoje estar com aquela que quase lhe matou; Kalie por estar com um sentimento que nunca havia experimentado: um verdadeiro lobo errante domado pelas jaulas orientais do amor. Enquanto isso dentro da casa dos Pockets, Depois do banho de café e já trocado, Inside Pockets volta para a cozinha onde ainda estão Perséfonne e Frokinhu. Antes mesmo de sentar-se à mesa para um novo café, batem à porta dois rapazes: .Owl e .Fou-lu voltaram da festa em Umbala. Coruja não se agüentava em risos enquanto Fou tentava manter-se calmo, mesmo com o ocorrido que será contado. Os dois vão entrando e já contando sobre a festa. - Fala senhores! - recepciona o arruaceiro - Boa a festa ontem? - Hahaha! Muito boa Bolseiro! Huahuahua!!! - Não se controla o sábio - Tenho que te contar uma coisa fiote! - Será que você não poderia deixar isso pra mais tarde não? - tenta se esquivar o mercenário - Ta ficando chata já essa história! - Ta chata pra você que perdeu na história! Huahuauhua! - Conta logo Corujinha que eu já to ficando nervosa! - disse Perséfonne trazendo café para os dois convidados - O que aconteceu nessa festa de macaco? - A festa tava muito boa, todos só com suas folhinhas de figo, todas as frutas e bebidas bem feitas, todo mundo cantando "Umba, umba, umba, ê! Umba, umba, umba, ê!" e eu e o Fou, bebendo, paquerando umas caçadoras... Ai que caçadoras... Aí toma Sograt pra lá, Tristan pra cá... Capotamos! - Ta e daí? - já mostrando desespero Inside. - Aí que logo de manhã o Fou, com essa ressaca toda, foi resolver vender alguns itens com o mercador de lá e acabou colocando no pacote pra vender uma de suas katares! - Ta brincando que você fez isso, Fou? - quase rindo Perséfonne - Você não ia fazer um negócio desse... Ia? - E tem mais - continua .Owl - ele achou que tinha levado vantagem por ter saído com alguns zenys a mais da loja mas quando ele se deu conta, o cara não tinha pago nem dois mil na katar dele! Huahuahua! Aí ficou todo bravão, chegou intimando o vendedor para que ele devolvesse a arma, que ele tinha errado: a cara de "e eu com isso?" que o vendedor fez foi hilária! Agora até passou a ressaca do menino! Huahuahua! - Huahuahuahua! - dá altas gargalhadas Inside - Que nubaiada, Fou! Um mercenário respeitado como você pela guilda, todo sempre sisudo, cheio de marra, dá uma dessa? Toma mais cachaça, vai! Huahuahua! - Tio Fou - grita o pequeno bardo - da próxima vez vende a katar pra minha tia Kalie que ela paga um pouco mais, viu? Hahaha! - Humpf! - resmunga o mercenário - Já aprendeu piada infame, garoto? Pelo jeito ficou engraçadinho que nem o pai... Ta vendi sim, acontece! Quem nunca vendeu coisa errada nas lojas? Após um segundo de silêncio e entreolhares, todos começaram a rir novamente desesperadamente. Já sentiam latejar o abdômen de tanto riso. Após alguns minutos de gargalhadas, a calma volta ao local: .Owl, .Fou-lu e Inside tomam seus cafés rapidamente e começam a ajeitar seus equipamentos, Frokinhu prepara seu violão e seu arco e Perséfonne põe sua cartola com a classe de um cavalheiro (tem outro adjetivo mais propício para uma mulher colocando cartola?). Nesse período entram Kalie e Torment Soul na casa, já de mão dadas, sorridentes e serenos. - Vixi que eu ainda devo ta bebim! - diz Coruja - Num to acreditando nisso não! Até ontem essa muié tava querendo matar o xing-ling e hoje já tão de mão dada? - EU SABIA QUE TINHA ALGUMA COISA ERRADA!!! - grita Inside Pockets saltando à frente do casal - A CUNHADA TAVA MENININHA DEMAIS PRA SER SÓ UM ACERTO DE CONTAS!!! ACERTARAM TANTO QUE TÃO ATÉ DE MÃO DADA! - Nossa! - espanta-se .Fou-lu - Parabéns para vocês dois! - Maninha! - felicita-se Perséfonne - Vocês estão juntos mesmo? É verdade isso que eu to vendo? Não acredito! Que alegria, minha irmã! - Ta namorando! Ta namorando! - sai pulando e cantando Frokinhu - Com quem será? Com quem será? Com quem será que a tia vai casar? - Não vamos casar nada Froko... Ainda! - interrompeu a mercenária - Sim pessoal, estamos namorando, é verdade. A história é meio longa, depois eu conto direitinho. - Eita que desses tintins eu quero saber tudo! - diz o sábio - Agora vambora que a guerra vai começar! Eu to que to doidim pra sentar meu livro de capa dura no coco de um bruxo! - Eu to na febre de dar umas pancadas nas Emperiuns hoje! - diz Inside mais animado - Eita que hoje eu quero farra! - E eu vou deixar você prontinho pra isso, amor! - exclama a sacerdotisa - e se eu puder soltar um Magnus Exorcismus no meio da Emperium... hummm... - Mamãe, pode deixar que eu vou tocar o Poema de Bragi pra senhora, ta? - diz o pequeno bardo - Meu violão ta afinadinho pra sacar e tocar! - Estou ansioso também. - diz .Fou-lu - Preciso descontar a minha raiva... - Se você lembrar do vendedor de Umbala, não vai sobrar Emperium hoje em pé! - diz .Owl causando risos. - Bem, podem ir que eu não to muito bem ainda - diz Kalie colocando a mão na barriga - Essas dores estão me incomodando. - Kalie, Can I go with them? - questiona o espiritusalista - I need to know how this works the War of Emperium. - Vixi que o menino ta parecendo o Inside: domadinho! - diz o sábio - Ta até pedindo permissão pra muié já! - Xiu Coruja! - diz Kalie séria, o que faz até Coruja dar uma leve recuada - Pode ir sim Soul, eu ficarei bem. Boa sorte na guerra! - Hai! Thanks! - Ok então - diz Inside - Vambora pra pancada! E a trupe segue em direção ao ponto de encontro do clã. Kalie fica por causa de suas cólicas que ainda atacam. O que vai acontecer nessa guerra de tão interessante e qual será o rumo desse namoro que surgiu de um grande impasse e parece tão agradável para o casal? Continua... Citar Link para o comentário Share on other sites Mais opções de compartilhamento...
Ancient Postado Outubro 25, 2009 Compartilhar Postado Outubro 25, 2009 Emperium, Habilidades e Equipe - Soul History 7 O dia de mais uma guerra do Emperium chegou, uma multidão acelera o passo para aprontarem-se para o evento, as moças que trabalham para a Corporação Kafra ficam à beira de um ataque de nervos de tantos pedidos de uso de armazém e portais para outras cidades, alguns empurrões, estranhamentos e muito suor para todos conseguirem se preparar para o evento que está para acontecer. Quinze minutos separam o momento atual e o toque das trombetas que anunciam o início da guerra. Torment Soul estava ansioso pela chegada desse momento. Acompanhado de Perséfonne, Inside Pockets, Frokinhu, .Fou-lu e .Owl, dirigiam-se para o ponto de encontro dos clãs Camarilla e FreedomEyes_Fênix: a Kafra do esgoto de Prontera. - Pôxa Persa, - resmunga Inside - você não disse que já tinha salvado portal em Prontera pra gente? Agora fica essa muvuca de gente aqui pra atrasar nosso lado! - Um por vez! Um por vez! - gritava a Kafra central de Juno - Não posso atender a todos se vocês não se organizarem! Quem vai utilizar o armazém, para a esquerda! Armazém para a esquerda! - Essa muié é muito enrolada! - disse .Owl - Imagina se trabalhasse com costura! Ia fazer um novelo em si mesma! - Gente, - diz Perséfonne - eu tenho portal pro feudo das Valquírias (localizado nos arredores da cidade de Prontera). A gente vai dar uma sola boa, mas é melhor que esperar essa Kafra se desenrolar! - Abra Perse. - diz serenamente .Fou-lu - Será mais rápido que ficar aqui... - Portal!! - conjura a sacerdotisa - Feudo das Valquírias! Além do grupo que a acompanhava, mais algumas pessoas aproveitaram a carona ao ouvir o destino que o portal os levaria. Chegando ao local, em frente ao castelo de Hrist, o grupo dirige-se ao local onde os outros membros os aguardam. - Corre negada que o tempo ta no talo! - grita o sábio - Faltam 10 minutos pra gente chegar e eu tenho que olhar meu armazém ainda: to sem meu chapéu de pintinho! - Aew tio Coruja! - diz Frokinhu - Não tira mais o pinto da cabeça, é? Huahuahua!!! - Quem ensinou piada infame pra esse troço de gente? - resmunga .Owl - Quem vê pensa que é alguma coisa, esse montinho de carne! - Lex Divina!! - conjura Perséfonne irritadiça silenciando o sábio - Mais algum comentário sobre meu lindo filhote? - Hum, hum... - balança a cabeça o sábio apontando negatividade. - Take it, .Owl - diz o espiritualista oferecendo ao sábio uma poção verde. O sábio toma a poção e acaba-se o efeito do silêncio. Após cinco minutos de caminhada, o grupo chega ao destino: lá já se encontram alguns membros da Camarilla como Tremere, Anci, Seraos, Moondrake e Nash~* e da Freedom como Ana Frost, 100% Mal e Arqueiro_Bob. Os grupos cumprimentam-se e iniciam-se os preparativos. - Tio Anci! - Frokinhu chega abraçando o velho sacerdote - Viu como eu to bunitão? - Meus parabéns Froko! - diz Anci sorrindo para o garoto - Agora você é um respeitável bardo! Como está o domínio sobre o instrumento? - To treinando, mas acho que vou aprender bem! Olha como eu toco o Poema de Bragi! E o pequeno bardo começou a tocar o Poema para o tio. Agora Frokinhu tocava ainda mais perfeitamente que tocara no dia anterior, demonstrando mais habilidade pelos treinos que outrora realizara. - Mandando bem, muleque! - diz Seraos para Frokinhu - Pra quem se tornou um bardo há pouco tempo, ta tocando muito bem! - Valeu primo! To treinando! - Fala pivete! - diz Inside se dirigindo a Seraos - como tão as coisas? - Andando tio, andando... - A lenda dos monges resolveu aparecer? - diz Perséfonne dirigindo-se para Nash~* - Disseram que você tinha ganhado um casco na Ilha das Tartarugas e só ficava gritando "Kawabanga" por lá... - Ha, ha... - resmunga o monge - muito engraçado Persa... Dei uma sumida sim, mas foi muito mais pra meditar do que treinar: acredito que agora meu Punho Supremo de Asura esteja muito mais aniquilador. - Excelente notícia, Nash - diz .Fou-lu - vamos ver do que você ainda pode fazer. - Bem-vindo ao time Inside - diz 100% Mal se aproximando imponente com seu Peco-Peco, ambos revestidos pela pesada armadura de lorde - Sabia que você se renderia ao meu charme e viria assistir eu quebrar aquelas pedrinhas! - Se fosse pra ver um cara quebrando Emperium, ficava só na cola do Moondrake... Nem você agüenta com ele, né? - diz Inside arrancando risos dos próximos. - Olá Perséfonne - diz Ana Frost vindo ao seu encontro - Tudo certo pra Guerra? E você Torment, gostou do pessoal? - Alberta? - Nossa! - exclama Arqueiro_Bob, o paladino que um dia sonhou usar arco e flecha - O que ele quer em Alberta? - Sempre esqueço que ele não fala nossa língua... Esquece Bob, ele só sabe falar isso no nosso idioma. - Seja bem-vindo Torment - diz 100% Mal mostrando respeito à presença do rapaz. - Ei Aninha! - diz Tremere gritando ao longe - Onde está sua irmã, a CristalNight? - Ela ta presa na biblioteca de Juno e disse que talvez nem conseguisse vir para a Guerra hoje... Esses estudos vão matar ela um dia! - Achei meu pintinho! - grita .Owl - Até que enfim! Eita armazém bagunçado esse! - Tinha perdido o pintinho, Coruja? - brinca Tremere Chaos - É tão imperceptível aos olhos assim? - Ô Trema - retruca o sábio - você foi buscar aquele objeto deteriorado lá no buteco de Morroc? O dono do Bar ta ficando bravo já! Mais algumas gargalhadas surgiram desse pequeno diálogo. Moondrake chama Anci para perguntar sobre aquele estranho rapaz. - Ei Véio - diz o arquimago Moondrake - você conhece aquele rapaz? - Não, mas já vi essa classe: é um espiritualista. - diz o sumo sacerdote - Nunca vi essa profissão... O que ele faz? - Se você ficar perto dele você vai se surpreender Moon, isso eu posso te garantir! - Você já viu essa classe em batalha? - Há muito tempo atrás... Acho que eu ainda era um jovem noviço... - Affe que faz muito tempo mesmo! Se você ta dizendo que é legal, vou ficar de olho nele. - Ei pai - disse Seraos, um jovem mercenário vindo ao seu encontro - você já vi esse tipo de gente? Nunca vi ninguém tão amarelo assim... - Deve ser uma característica das terras dele... Estava falando pro Moon que ele é um espiritualista... Dê umas olhadas nele durante a Guerra que você vai se surpreender. - Pessoal, tudo pronto? - grita Tremere para os presentes dos clãs - Sacerdotes, portais para o Feudo de Luina (cidade de Al de Baran): vamos começar atacando Rigel! As sacerdotisas abrem os portais enquanto o sumo sacerdote conjura Assumptio sobre os presentes. Todos entram e, ao chegarem à porta daquele imponente castelo esperam junto, com alguns outros clãs, o toque das trombetas anunciando o início da Guerra do Emperium. Todos estão respirando um ar pesado de fúria e expectativa, desejo de conquista e dor... Essa é a expressão na face de todos os presentes às portas dos castelos. Após esse breve silêncio de tensão, soa-se a trombeta de anúncio da abertura dos portões dos castelos e a chance para todos que aquele monumental edifício possa pertencer ao seu clã! Muitos se atropelavam para conseguir chegar o mais rápido possível no alvo, alguns outros só tentavam impedir que os rivais chegassem a ter chance de olhar para aquela pedra, a defesa do castelo não era agradável para nenhum invasor e no meio de toda essa agitação Torment Soul mantinha-se sereno, apenas observando a sagacidade com a qual Inside Pockets, 100% Mal, Seraos, .Fou-lu e Moondrake corriam para a Emperium, os cuidados que Perséfonne, Ana Frost e Anci tinham com seus companheiros, as rajadas de flechas e as músicas que Frokinhu soltava para chamar a atenção e melhorar a velocidade de conjuração de Tremere Chaos para suas irritantes e frias nevascas, os Asuras de Nash~* e as Crux Magnum de Arqueiro_Bob. Já .Owl adorava colar os cavaleiros e templários na porrada. Todo esse arranjo e harmonia quase que naturais encantavam o espiritualista. - Vendo Picolé! Vendo picolé! - gritava rindo o arquimago Tremere - Tem sabor mercenário, ferreiro e sacerdote! - Aaahhhh! - gritava um dos congelados de sua nevasca - Eu te pego arquimago! Eu te acho ainda! - Não esquenta não senão derrete, viu? - Solta essa piada infame Frokinhu que congela mais alguns ao seu redor - Tio Trema! Posso fazer sociedade de venda de picolé com você? Huahuahua!!! - Já deu pra travar alguns inimigos - diz o monge - vamos avançar pra ajudar os rapazes! - Torment, cuidado! - aponta Perséfonne para um arquimago que olhava com fúria para o grupo, em especial Torment Soul - Amplificação Mística!! - gritou o rival - Um a menos nesse castelo! - Kaite!! - grita o espiritualista lançando uma magia sobre si - Corre! Se esconde! Faz alguma coisa Torment! - gritava desesperada Ana Frost - Ai! Isso vai doer! - Lamentem pelo seu amigo, isso vai doer mesmo! - disse o arquimago rival - Trovão de Júpiter!! - Dress a Dokebi Card, Torment! - grita Coruja para amenizar o dano que o espiritualista estava prestes a receber. - Don't worry - disse Torment - Look at this! Após a conjuração do arquimago, uma grande esfera energética saltou sobre Torment Soul. A visão que se precedeu não será esquecida tão cedo nem pelo rival e nem pelos membros dos clãs próximos: antes de atingir o corpo do espiritualista, um campo energético formou-se ao redor de Torment e fez com que o Trovão de Júpiter arremessado pelo rival retornasse para o alvo! - AAAAAAAAAAHHHHHH!!!!! - gritava o rival antes de desaparecer do castelo - QUE MACUMBA É ESSA!!! - grita horrorizado o sábio - Eu vi... Eu vi... Eu vi direito isso ou o Trovão voltou pro arquimago??? Todos os presentes estavam embasbacados com aquela cena: ninguém nunca tinha visto alguém suportar sem vestimenta de vento uma magia tão poderosa quanto o Trovão de Júpiter, quanto mais rebatê-lo! Os olhares dos guerreiros de armas eram de espanto, os dos guerreiros de magia eram de total receio e medo. Até o próprio líder da Camarilla se via temeroso, mas não poderia demonstrar de forma alguma seu temor por tal presença. - Avançar... - disse de forma tímida Tremere Chaos - Vamos à Emperium. - Ta... - disse Anci sorrindo com a cara de espanto de todos - Vamos pessoal! E o grupo começou a avançar em direção ao salão principal, onde parte do grupo já havia chegado. Todos que passavam perto de Torment tentavam meio que se esconder, imaginando qual outro estrago que ele poderia fazer (e que não fosse com eles!). Já ao chegarem ao salão principal, o outro grupo já tentava quebrar a Emperium a todo custo, mas a quantidade de escudos mágicos e santuários que os sacerdotes e sumo sacerdotes conjuravam era enorme o que atrapalhava os seus planos. - Caramba! - grita Inside Pockets - Desse jeito a pedra mais cura que quebra! - To ficando cansado já! - resmunga Seraos - to sem nenhum aprimoramento. Ai! Lá vem pedrada! - Chuva de Meteoro!! - grita no canto da sala um bruxo - Aaaaahhhh!!! - grita Seraos saindo do castelo - Uma rondel a menos! - grita 100% Mal - Que desespero que eu to!!! - O lorde batia violentamente contra a pedra de uma forma avassaladora e alucinada, num verdadeiro estado de Frenesi. A vontade era tanta que ele se extinguia a cada segundo que se passava. - Esmagamento Mágico!! - não parava de conjurar Moondrake sobre a Emperium - Quebra troço! - Nevasca!! - conjura Tremere sobre os sacerdotes defensores, fazendo com que mais da metade deles caíssem por terra - Amplificar antes de chegar na bagunça ajuda! Quebra povo! - Aumentar Agilidade!! Bênção!! - gritavam incessantemente Anci, Ana Frost e Perséfonne sobre os aliados, Arqueiro_Bob conjurava Crux Magnum do lado da Emperium para que os pretendentes rivais ao castelo saíssem da briga, .Owl dava várias livradas na orelha do bruxo que tentava lançar outra Chuva de Meteoros sobre a Emperium e Torment só observava... - Vai bandido! - grita Coruja - Conjura alguma coisa hoje que eu quero ver! Toma na oreia, bicho! - Escudo Mágico!! - conjura o bruxo rival - agora vai, seu lixo! - Fúria da Terra!! - conjura o sábio travando o bruxo - Eu sou é o caminhão de lixo e vô remover mais um pra fora daqui é agora! - Soul Link!! - grita o espiritualista sobre o sábio - Let's go, punch him! - Vixi que agora é pra já! - diz .Owl - Eita que essa sensação de fumo bravo é du mal! Chegou a minha encomenda de dúzia de Flor das Ilusões! Manda mais uns três desse em mim que eu vô pro hospital em coma! E tome lança de fogo no coco, bruxonildo! Agora, a cada ataque físico que realizava, o sábio soltava várias, inúmeras lanças de fogo sobre o inimigo, além da que conjurava durante a agressão ao bruxo: eram tantas as lanças e tantos os danos que o bruxo não resistiu e foi enviado para fora do castelo. - Vixi! - exalta o sábio - Que negócio ignorante! Me dá um conjunto de Barsa empacotada agora que eu faço miséria! - Alberta! - felicita-se Torment - Hã? Kaupe!! - Cuidado Torment! - grita Inside Pockets enquanto batia na Emperium - lá vem um Vulcão de Flechas! Sem nem terminar de falar direito, um menestrel aciona seu vulcão de flechas sobre Torment. - Te vejo lá fora... - diz Inside, fechando os olhos - Isso deve ter doído demais..! - Kaupe!! - COMO VOCÊ TÁ VIVO, TORMENT??? - grita Inside assustado - Não sei como você agüentou o meu Vulcão - diz o menestrel rival - mas o segundo vai te derrubar! Vulcão de Flechas!! E o menestrel realiza o ataque sobre o espiritualista mais uma vez, não fazendo dano nenhum sobre o alvo. Praticamente os dois juntos, Inside Pockets e .Owl, gritaram em uma só voz. - QUE PORCARIA DE MACUMBA FOI ESSA??? - Alberta! Só puderam ouvir essas últimas palavras do espiritualista: Moondrake tinha conseguido quebrar a Emperium o que fez teleportar todo o grupo presente do clã FreedomEyes para o ponto de retorno na Kafra dos esgotos de Prontera. - Quebrei! Quebrei! - gritava e ria o arquimago - Nem lorde e arruaceiro juntos tem condições de me enfrentar! Eu sou demais! - Boa Moon! - grita ao fundo Seraos que acabara de voltar ao castelo - Agora vamos preparar a defesa e aguardar o retorno do pessoal da Freedom. - Bora povo - diz Tremere - Anci, fique comigo e Moon para defender a porta; Perse, Nash e Seraos fiquem na Emperium; Fou fica no bloqueio dos que estão entrando para levarem toda nevasca. Assim que os outros entrarem faremos uma nova recolocação. - Vamos todos! - grita o monge - To cheio de vontade pra deixar uns quatro ou cinco negos no chão sem saber nem o que aconteceu! No caminho de recolocação dos presentes, Moondrake vira-se para Anci e inicia uma conversa com relação ao novato da Freedom. - Véio, que negócio foi aquele de não sentir nada com Vulcão de Flechas em cima dele? Foi como se o bardo tivesse tocado uma linda canção que não tivesse surtido em efeito algum! - Eu disse que a classe era surpreendente, mas tem um pequeno problema neles... - E qual é Anci? - interroga agitado Moondrake - Se ele não atacar fisicamente, ele não consegue fazer ataque algum... É uma classe que nas guerras de Emperium são apenas suporte, nada mais. - E como pode ser tão difícil de morrer? Só dando Trovão de Júpiter no peito? - Nem isso, Moon! - entra Tremere, que estava ao lado dos dois, na conversa - Vi ele devolver um Trovão de Júpiter amplificado para um arquimago logo na entrada do castelo. - Como devolver o Trovão?? - se assusta Moondrake - Isso é impossível, não tem como! - Assim como ele evitou todas os ataques do menestrel - conclui o sumo sacerdote - ele tem plenas condições de devolver um ataque mágico... Parece absurdo, mas é real! - Impossível... Impossível! - sussurrava Moondrake com temor - Imagina eu levando de volta minha magia! Argh! E retomaram as invasões: vários clãs rivais cercavam a porta de entrada da sala onde se localizava a Emperium e todos esperavam para conter aquela massa humana que ameaçava entrar a qualquer instante. Alguns segundos depois do posicionamento de todos, iniciou-se uma investida dos clãs em busca da conquista do castelo; junto com eles entraram os guerreiros da FreedomEyes para auxiliar na defesa. - Eu não acredito que eu perdi pro Moondrake de novo! - gritava de raiva 100% Mal - Um dia eu te pego, Moon! - Eu disse que se fosse pra assistir alguém quebrar a pedra, ficava pra ver o Moon, né? - ri Inside Pockets ao mesmo instante em que confinava um algoz sob as nevascas amplificadas dos arquimagos do clã - Fica quietinho aí q isso vai ficar gelado! - Esconderijo!! - gritou o algoz rival - Agora é bom você se preparar pra ficar quente! - Crux Magnum!! - grita Arqueiro_Bob próximo a Inside, atingindo o algoz escondido fazendo-se revelar e sofrer os danos da Crux e das Nevascas - Pronto, agora ele teve um choque térmico inesquecível! - diz o paladino rindo. - Jump!! - conjura Torment saltando entre os corredores - Here I am! - Affe que um dia eu chego desse jeito lá! - grita .Owl - Ah se inveja matasse! - Inda bem que ele não participa de corrida de canguru, demora uma vida inteira pra conseguir pular! - diz Frokinhu congelando alguns rivais próximos. - Até que enfim essa piadinha serviu pra algo útil, Froko - diz Perséfonne para o filho - vem perto do pessoal que o Nash~* tá precisando do Bragi! - Punho Supremo de Asura!! - grita Nash~* fazendo o salão inteiro tremer e mais um rival sumir do castelo - Ai caramba! Acabaram minhas geléias! - Bom saber disso, monge - grita um cavaleiro rival - Agüenta essa que eu quero ver! - e o cavaleiro desferiu várias vezes sua espada sobre o monge que acabou por sair do castelo - Agora é você, baixinho! - dirigindo-se para Torment Soul - Vai pra fora junto com seu amigo! - Kaahi!! - conjura o espiritualista sobre si - Nossa! - diz Ana Frost - Se eu nem consegui curar o Nash~* de tão rápido que o cavaleiro bateu, imagina o Torment que é tão franzino! - Larga ele e vem pra cá, Aninha - grita Anci para a sacerdotisa - Ele vai se virar melhor do que com a gente dando suporte! - Mas, mas... - Nada de "mas"! Vem cá ajudar a Perséfonne no Aspersio. E Ana Frost foi para o lado da Emperium soltar Aspersio sobre as armas inimigas como Anci pediu. O Cavaleiro começou a desferir com uma alta velocidade ataques sobre o espiritualista que, apesar de estar sofrendo os danos, não reduzia em nada sua vitalidade. - COMO VOCÊ NÃO SOME?? - grita desesperado o cavaleiro rival - E VOCÊ NEM USA POÇÃO!!! - QUE MACUMBA É ESSA, TORMENT??? - grita Inside que já sentara no chão de tanto espanto - Eu desisto! Esse cara não cai de jeito nenhum!! - Cuidado que danou-se! - gritou Seraos vendo uma poderosa aliança entrar porta adentro. - Bloqueiem os arquimagos deles! Bloqueiem os arquimagos - gritava desesperado Seraos vendo aquela avalanche de gente chegando. - Moon, Anci! Vamos pra Emperium! - disse Tremere Chaos se encaminhando para onde estava a pedra - não defenderemos mais nada aqui. - Toma véia feia! - dizia Coruja para uma cigana rival enquanto acertava-a com um livro - Vai precisar de mais uma plástica depois de hoje! - SAI DE PERTO DE MIM! VOCÊ ME DÁ NOJO! - fazia um tremendo escândalo a cigana, chegando a atordoar o sábio - Agora você vai sair por mal! Vulcão de Flechas!! - Aaaaahhhhhh!!! - sumindo subitamente .Owl do castelo - Nevasca!! - gritou um arquimago rival após ter andado boa parte do castelo em furtividade - Esse castelo será nosso! Com essa Nevasca sobre a Emperium, apenas duas pessoas de todo grupo não foram atingidas: Tremere Chaos e Torment Soul. Todos os outros foram atingidos pela magia e foram mandados para fora do castelo. - Agora complicou Torment! - gritava Tremere - Não tem como defender isso agora! - Soul Link!! - conjurou o espiritualista sobre o arquimago - Safety Wall! Safety Wall! - Valeu Torment! Agora dá pra tentar! Escudo Mágico!! Nevasca!! - e por seguidas vezes Tremere Chaos conjurava nessa mesma ordem Escudo e Nevasca sobre a Emperium; enquanto isso Torment ficava cutucando e mostrando a língua para que os que estavam batendo na pedra virassem-se para ele. Irritados, alguns foram para cima dele, mas a habilidade Kaahi impedia que ele fosse derrubado. Após alguns minutos, próximo ao final da guerra, um algoz parou de bater em Torment e gritou alto para seu clã. - Pára de bater no baixinho que não ta funcionando! Vamos quebrar o arquimago que metade dos problemas vão se resover! - Agora vai doer!!! - pensou Tremere consigo vendo uma frota de pessoas vindo para cima dele - Adeus pedrinha... - Quebra ele! Pega! Pega! - gritava um exército vindo pra cima do arquimago, derrubando-o quase que instantaneamente - Agora pra pedra! - Alberta... - dizia desolado Torment por mais nada poder fazer: apenas ver a Emperium ser quebrada, o castelo possuir um novo dono e a guerra acabar. - Droga! - esbravejava Tremere - Foi por TÃO pouco... Alguns segundos apenas, alguns segundos... - Calma Tremere, chegamos mais perto do que nunca dessa vez - abraçava e consolava-o Moondrake - Na próxima não vai ter escapatória: será nosso! - Sim Treminha - disse aproximando-se Ana Frost - Logo mais um daqueles será nosso! - Parabéns pessoal pelo excelente entrosamento e espírito de equipe - disse Seraos a todos os membros da aliança - e obrigado pela presença! - Valeu pessoal - disse Arqueiro_Bob - vou andando porque o caminho pra Glast é longo... Prazer em conhecê-lo, Torment e seja bem vindo ao nosso clã! - diz cumprimentando o rapaz. - Também vou indo pessoal - disse 100% Mal - e você, Moondrake, ainda me paga! - Pode deixar que na próxima eu quebro mais rápido, Mal! - diz rindo o arquimago gerando risos. - Mano, Sea - aproximam-se Inside, Perséfonne e Frokinhu - vamos indo também. Aparece lá em casa, veio: ta devendo uma visita, hein? - Pode deixar irmão - diz Anci - apareço sim, mesmo porque quase não ouvi meu sobrinho tocar hoje! Me deve uma bela canção, viu Froko? - Pode deixar Tio Anci! - diz Frokinhu - Vou ver se acho um pergaminho com uma música bem velha pro senhor matar a saudade dos tempos de criança! - diz o bardo gerando gargalhadas nos presentes. - Ei Tio Inside - diz Seraos - podemos projetar uma caçada um dia desses, que tal? - Você me chamando pra caçar pivete? Coisa rara, mas curti! Só marcar que a gente se tromba em algum lugar! - Não se esqueçam de mim numa dessa! - diz Perséfonne - caso vocês queiram ir pra Nif, só avisa que irei com prazer! - Bom, até mais a todos - diz Nash~* se afastando do grupo - um dia desses eu apareço por aí... Preciso de geléias! - Até mais Nash! - disse .Fou-lu acenando para o monge - Não some e manda notícias! - Eita que a biblioteca ta fechando e eu preciso pegar minha encomenda! - diz .Owl - Vocês já tão indo pra Juno, Perséfonne? Senão vou ter que correr virado no Jiraya pro aeroplano! - I want to see my Babe... - diz Torment ansioso - O Torment quer ver a muié dele e eu to doido pra pegar o meu livro! Vixi que aquela enciclopédia vai ser du capeta! - Vamos Inside, o povo ta esperando a gente! - diz Perséfonne sacando uma gema azul do bolso - Portal!! Juno!! - Tchau pessoal! Até mais! - dizem todos se cumprimentando As pessoas começaram a se dispersar: alguns para caçar, outros para descansar... Cada um com seu propósito após a guerra. Em Juno, o sábio .Owl se despede dos Pockets e Torment e segue para a biblioteca correndo, já que ela estava pra fechar! Os outros quatro integrantes seguem para casa, apenas querendo contar as histórias dessa guerra e Torment, em especial, querendo ver sua namorada Kalie que ficara descansando. - Bem, chegamos! - diz Inside tirando os sapatos e jogando-os sabe lá onde - To exausto, preciso de um banho... Vazei! - Não senhor, Bolsinho! - diz Perséfonne para o marido - O senhor vai dar banho no Froko primeiro e só depois você toma o seu, estamos entendidos? - Aff! E tem como não estar? Vai logo muleque, corre pro banho, agora! - Mas papai... Eu queria treinar mais um pouco... - Vai logo! Vai querer ver a mãe brava , é? - Eu hein! To indo! - sai correndo Frokinhu em direção ao banheiro já arrancando a roupa pelo caminho - Prefiro a mamãe brava só quando é pro senhor! - Ah, muleque! Bom você correr mesmo agora! Vai, vai logo! - diz o arruaceiro indo atrás do filho. - Kalie? Kalie? - chama o espiritualista pelos quartos - Where are you Kalie? - Maninha? Cadê você Kalie? - chama Perséfonne também - Thanatos? Kalie? Onde será que ela foi..? - She gone... I can't believe it! She goes away from here! She abandoned me! - diz quase com lágrima nos olhos Torment Soul. - Não pode ser que ela tenha ido embora... Ei o que é isso aqui? - diz Perséfonne pegando um papel nas mãos. O que será que está escrito nesse papel? Para onde foi Kalie? O que ocorrerá após todo esse tumulto? Tudo será descrito no próximo e último capítulo dessa história! Continua... Citar Link para o comentário Share on other sites Mais opções de compartilhamento...
Kalie Postado Outubro 25, 2009 Compartilhar Postado Outubro 25, 2009 a fic está realmente muito boa! to adorando ver nossa estória aqui no fórum! e mto anciosa pelo desfecho! Citar Link para o comentário Share on other sites Mais opções de compartilhamento...
Paulinho 4ever Postado Outubro 25, 2009 Compartilhar Postado Outubro 25, 2009 Cadê o desfecho? Citar Link para o comentário Share on other sites Mais opções de compartilhamento...
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