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''Vitor''

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  1. Eae galera. A anos leio as fanfics deste fórum mas nunca tive coragem de realmente escrever uma, como essa vai ser a primeira que escrevo na vida, acredito que terá diversos erros, mas enfim, se eu ficar sempre com medo de escrever uma, nunca escreverei nenhuma. Este é o primeiro capitulo, a ideia era fazer um conto apenas, mas conforme fui pensando em algumas ideias ai decidi fazer uma historia pequena de uns 4 a 6 capítulos. Espero que gostem e aceito quaisquer criticas. Prólogo O que difere uma pessoa de um monstro? O quão longe um “monstro” iria por alguém que acabou de conhecer? E o quão longe alguém iria para caçar um monstro que nunca conhecera? Este é um relato de algo que mesmo presenciando, não consigo acreditar que de fato aconteceu. Esta é a prova que o que define o que somos, é o que fazemos, nada mais e nada menos. A Origem Antes de começar esse relato, primeiramente é necessário contar a história de uma criatura mágica, em uma época em que não se tinha tanto conhecimento das forças que nos regem, diferente de hoje. Esta criatura era temida e carregava consigo sempre a desconfiança. Ninguém sabia seu rosto, mas todos já o tinham visto pelo menos uma vez. Pensando que era seu vizinho, pensando que era o guarda que patrulhava os arredores ou até mesmo o caloroso bardo que cantava na taverna até o amanhecer. Sim... Estou falando do “Doppelganger”, como chamamos hoje em dia, porém esqueça tudo que você acha que sabe sobre ele. Ao contrário do que muitos pensam, este ser não tem como propósito matar a todos, ou pelo menos não tinha. Ele era algo.... diferente, um espírito viajante, sem lar e sem propósito, que vagava de povoado em povoado, buscando aliviar sua existência e encontrar um sentido entre os diversos rostos que usava. Isso foi a muito tempo atrás, antes de Prontera ser considerada a capital do reino, no período da guerra entre Glast Heim e Geffenia. E assim como toda guerra, ela corrompe aquilo que é mais puro. O “Doppelganger” para os que não sabem, é um espírito que copia as características de outras pessoas, se tornando uma cópia exata da pessoa, porém essa cópia vai muito além de aparências. Proficiências, desejos, gostos, sonhos, basicamente tudo, o espírito se tornava a pessoa em quem copiava, juntando isso a uma cidade que estava em guerra e era cheia de pessoas com todo o tipo de malicia possível. O espírito foi levado a loucura, a cada pessoa que ele personificava, cada vez mais ele sentia nojo das pessoas, cada vez mais ele sentia uma ânsia para matar elas, de expurgar todo o mal que elas carregavam. “Todas são podres”, pensava o espírito. E o seu alivio, junto com sua perdição vieram no dia em que um incidente em Geffenia causou a abertura de um portal para o submundo, infestando a cidade de demônios que sentiam prazer em matar, diante tal cena, o Doppelganger comemorou, finalmente ele iria por um fim aquela onda de ódio, iria matar todos os seres que desejavam infligir mal a alguém, sem perceber sua própria hipocrisia, ele se perdeu na sua sede de sangue e foi selado junto com os demais demônios da cidade perdida. Agora estamos chegando na nossa atualidade, perto do monstro que conhecemos hoje em dia, porém não se engane, por incrível que pareça, o monstro ainda apresentava resquícios de humanidade, talvez por personificar tantas pessoas diferentes, ele não conseguia se desvincular completamente daquilo que ele matava. Talvez por conta disso ele fez aquilo, na esperança de salvar o ultimo resquício de humanidade que ele tinha. Ele não matou aquela criança....... Continua no próximo capitulo...
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