Jump to content

WildRose~

Members
  • Content Count

    779
  • Joined

  • Last visited

Community Reputation

0 Neutral

3 Followers

Recent Profile Visitors

The recent visitors block is disabled and is not being shown to other users.

  1. Por causa do pessoal legal do fórum.
  2. Hmmmm... Quantas vezes você morreu dentro da instância? Talvez tenha sido isso.E aqui no fórum não resolvem problemas assim não, só mandando ticket.
  3. Sabem se todos os vencedores + menções honrosas foram colocados no jogo? Porque vi dos vencedores mas só alguns das menções (fórumtácagadonãodáprabotarnadadessaporra)
  4. É o Brauna. O BRAUNA. Não subestime o menino.
  5. A contagem de bans do Brauna vai zerar quando for para outro fórum? Ou continuamos contando de onde parou?
  6. Opsie. Tava falando com a Refi e nem me toquei que no iro pode ter e aqui não HAHA My bad
  7. Oi amiguinhos e alguns não tão aminguinhos assim. Tá tendo a quest (ok, escambo) de aniversário, e vi bastante gente falando sobre as botas novas, os slots possíveis, pergaminhos... Mas não vi ninguém falando desse amorzinho aqui e se falou, desculpa, não falou alto o bastante: "Ain, Rosa, mas o que que tem, esse item não mim deixa OH". Olhe além, pequeno gafanhoto. Olhe além. Para mim, que sou preguiçosa e não gasto com Mister Peso, esse item é incrível. Vamos por partes. Nível Necessário: 1 Aqui não é nada de importante não, é só que você pode usar ele como se fosse visual desde o nível 1 PORQUE ELE É UMA GRACINHA. Habilita Identificar Item Peso: 1 Aí é que ele começa a ficar lindo. A não ser que você seja um bio/mecha, você está preso às malditas lupas para saber se o que dropou do bicho vai te deixar ryca ou vai vender por 10z no NPC. E, se não tiver lupa, vai ter que ficar carregando o item por aí ou deixar ele no chão mesmo, principalmente se o personagem não conseguir carregar peso. "Ah, mas é só andar com lupa. Grandes merda". Lupa tem peso 5. Esse item é uma lupa eterna com peso 1. Sabe quando você resolve brincar de lixeiro na chefenia? Esse aí é pra você. Ao usar Coco: Teleporta para o Espaço Dimensional Isso é para facilitar sua vida, salvar seu tempo e te salvar uns cliques se for preguiçoso. Pra quem não sabe, o Espaço Dimensional é aquele mapa mucho louco que tem várias instâncias reunidas (Sarah, Mágoas, Torneio de Magia...) e que tem que dar uns rolê nas costas de um gato pra chegar lá. Usando um Coco (vende em Brasilis por 1,5k), você vai direto pra lá. Sem viagem. Sem subir nas costas de um gato. Sem ter que ir pro grupo éden. Clica e vai. Ao usar Envelope Surpresa: Teleporta para Verus Isso é para facilitar sua vida, salvar seu tempo e te salvar uns cliques se for preguiçoso pt2. Verus é aquele lugar em que, se você tem saco, vai pegar 175 nesse bonequinho antes da chefenia. As quests diárias dão uma xp do cão e ainda tem a instância Charleston. No Valhalla é possível conseguir portal pra Verus salvando um ab lá e no Thor só salvando no npc mesmo. O item não é vendido em NPC, mas é bem simples conseguir, só trocar os amuletos do infortúnio pelos envelopes lá em Verus. Facilita muito se você tiver vários personagens fazendo as quests lá. Ao usar Chá Quente: Teleporta para Lutie Aqui o amiguinho estava louco, nem tem como defender. Resumindo, esse equipamento não é interessante por dar bons bônus, te deixar o solador de mvp ou ser core para alguma build. Ele é interessante por sua utilidade, o que é basicamente o que se espera de um item de evento de aniversário. Custa 50 moedas? Custa 50 moedas. Poderia custar menos? Poderia custar menos, comparando que é o mesmo preço das botas. Mas ainda é um item ótimo e não deve ser esquecido.
  8. Admito que comecei antes do concurso sair. Não sou uma máquina de desenhar não. E aqui tamanho maiorzinho quem quiser ver
  9. Duvidazinha: é possível tirar o degradê preto atrás dos logos? Eu queria, para não perder 1/3 da área do desenho, criar uma moldura para os logos.
  10. Cadê as regras de só poder desenhos para certas pessoas poderem dizer que concurso que pouca gente pode participar tem que ter premiação inferior a de meme? mas prometi que não ia tretar, então vou ficar quietinha mesmo com o sarcasmo dos amiguinhos
  11. Bota o ConT pra fazer o seu trabalho e foge HAHAHA
  12. Servidor: Valhalla Tipo de Item: Equipamento (Esquilo) Refino Inicial: +9 Refino Final: +11 Minérios Gastos no total: 4 Megas Refinamento Detalhado: 2 megas para cada refino Não sei se o evento tá ativo ou eu que sou sortuda HAHA
  13. . O Inferno é feito de Sangue Congelado - Abençõe-me padre, pois eu pequei. A voz levemente rouca era ouvida pelo sacerdote Bamph, que franzia o cenho para a tela do confessionário. Havia algo de familiar ali, mas ele não conseguia distinguir o que. - Quais são seus pecados, Filha de Odin? A risada baixa do outro lado do confessionário enviou um arrepio nada agradável para a espinha do padre. Algo estava errado. Algo estava muito errado. - Ora, padre Bamph. Achei que já teria lembrado de mim agora. A memória finalmente se tornou fresca. Sim, reconhecia muito bem a voz do outro lado do confessionário. Outrora fora macia e gentil, agora pingava veneno. Era como se a própria Jomunganrd estivesse do outro lado da tela. - Cymorth Ffug...? Mais uma risada da voz feminina que o fez tremer. Ela parecia estar se divertindo, e aquilo fez o religioso ficar ainda mais tenso. - Peço desculpas. Não usei meu nome verdadeiro da última vez. Pode me chamar de Rhosyn Gwyllt. Não há problema que você saiba meu nome agora. Aquilo foi a gota d'água para que o sacerdote tivesse certeza que a situação iria caminhar para um fim trágico: conhecia o nome e a fama que vinha com ele. Precisava escapar - conseguir ajuda de sumos sacerdotes... Arcebispos... - Oh, não, não, não, não... Que coisa feia, Padre Bamph. Querendo terminar nossa conversa tão cedo? Você sabe que sou mais rápida que você... - Junto com a voz, ele ouviu um retesar de algo. Parecia que ela estava brincando com um arco... Mas o som era muito mais agressivo aos ouvidos do que qualquer outro. - Que tal você ficar quietinho enquanto eu conto uma história? Não se preocupe, ela é muito boa. Afinal, é sobre mim. Bamph, a essa altura, já suava frio. Ele não tinha muito como sair daquela situação. A única esperança dele era que a história fosse longa o suficiente para que alguém da Igreja passasse por ali o procurando. Incapaz de fitar diretamente a tela do confessionário, ele encarou fixamente a pesada cortina de veludo que separava ele da salvação. Era até irônico pensar nisso, considerando onde estava. E, pelo canto do olho, viu um brilho vermelho. E ele podia jurar que eram olhos... - Relaxe a coluna, padre, ou vai ter cãibras antes de eu terminar. Vai me ofender se não for um ouvinte atento. E você não quer me ofender... "Por onde eu começo? Não vale a pena falar sobre meu nascimento e primeira infância. Meus pais são simplórios como qualquer um dos aldeões de Payon. Ainda devem estar lá, com suas vidas miseráveis. São incapazes de admirar minha grandeza, sabe? Eu era um prodígio e eles não viam isso. Foi só quando eu tinha uns cinco... Não, seis anos. É quando eu me lembro de ter mostrado o quão superior eu era em relação àquelas malditas crianças de Payon." A voz da mulher por trás da tela do confessionário tornou-se saudosa. Ela estava começando a divagar. "Sabe, toda criança em Payon sonha em entrar para a Guilda dos Arqueiros. Tornar-se um aventureiro. Era o meu também. Mas não sonho... Eu sabia que era meu futuro. Quer dizer, não havia chance que eu não passasse nos testes. Só precisava ter a idade suficiente. Enquanto isso, eu e as outras crianças passávamos pelo treinamento da guilda. Os pequenos infelizes não conseguiam nem retesar a corda do arco direito - nem dos arcos mais leves! E eles tinham medo de mim, sabe? As outras crianças simplesmente me entediavam, e eu não me importava nem um pouco que nenhum deles era meu amigo. Mas eu tenho um sério problema com meu gênio, sabe? Eu não me irrito com facilidade, mas quando perco a paciência... Digamos que as coisas não ficam nada bonitas. E quando uma das crianças me irritou e - hmm... Para não te assustar, digamos que ela nunca mais pode manejar o arco. E eu fui expulsa do treinamento para arqueiros. Não me importei muito: eu iria construir meu próprio caminho. Eu devia ter uns oito anos quando deixei o vilarejo. E Nunca mais pus os pés lá, sabia? E nem pretendo. Chegou aos meus ouvidos a existência de pessoas que compartilhavam alguns de meus ideais. Foi onde comecei meu caminho de verdade: a Guilda dos Gatunos. Sem leis, sem regras. Apenas você e seu próprio poder. Veio muito a calhar - apesar de que não gostava muito da ideia de roubar coisas furtivamente, me esconder de inimigos. Se eu quero algo, eu pego a força. E conforme meu poder aumentava, a simples existência como gatuna não era mais suficiente. Ainda assim, a perspectiva de viver como uma mera mercenária, alugando minha força, me enojava. Eu pertencia a mim mesma, e não havia dinheiro no mundo que me faria obedecer alguém. Encontrei finalmente meu caminho como uma arruaceira. E o resto você já deve imaginar. Em minha busca por poder, esbarrei em pessoas deveras interessantes. Puseram-me a prova - haviam visto algo em mim. Decifrei seus códigos, enfrentei as sombras e conquistei o que era meu por direito. As chaves eram minhas, e assumi o manto que deveria ser meu desde que nasci: uma Renegada. Nenhum tesouro pertence à ninguém se não a mim. E o tesouro que mais me interessa no mundo é um só. Poder." Ela fez uma pausa longa após dizer a palavra. Parecia pensativa. "Não havia nenhuma arma no mundo boa o suficiente para ser manejada por mim. Eu dominei todas, e ainda assim não encontrava aquela que merecia ser minha. Eu precisava de mais... É quase um vício, padre. A busca pelo poder te consome. E enquanto você não sente ele correndo por suas veias... É insaciável. E quando eu soube das lendas do Arco Demoníaco, eu soube. Minha alma soube. Ele era meu. As histórias falavam sobre um arco de poderes incomparáveis. Um arco que apenas demônios conseguiam controlar. Não são poucos os Renegados que o desejam, sabe. Mas nenhum teve coragem de ir atrás dele." - Em Helheim... - sussurrou o padre, sem fôlego. Ele conhecia a história. Conhecia muito bem. Um sorriso cruel surgiu nos lábios da mulher. "Sim, padre Bamph. Em Helheim. O reino dos que morreram desonestamente. Mas isso era um problema para mim. Afinal, eu não queria morrer. Niflheim era acessível para ir e voltar e todos sabiam disso, é claro. Mas Helheim? Ninguém voltou de lá. Nenhum vivo entrou lá. Por isso as lendas do Arco Demoníaco eram só lendas, não é? Algo impossível de conseguir, uma história que alimentava a cobiça de guerreiros ambiciosos... Só que você sabia que a lenda era mais real do que imaginavam. Você tinha as respostas. Eu consegui essa informação com uma freira linguaruda daqui da Igreja. Ela me disse que ouviu você conversando com o Padre Biscuss sobre isso. E nem precisei pressionar muito ela, sabe? Estava louca para fazer uma fofoca. O problema era: como diabos iria fazer um padre me confiar essa informação? Eu sabia o que falavam sobre o senhor, um padre justo e com a moral impecável. Eu sabia que você manteria o bico fechado. Precisava de outro caminho. Foi aí que a Guilda dos Renegados me foi especialmente útil. Circulava um boato de que os três príncipes estavam mortos. Não dei muita atenção para a informação, mas quando soube que o bom e justo Padre Bamph havia se envolvido num exorcismo falho... Padre, padre, aquela informação me fez ganhar o dia. Não foi difícil investigar. E Bonnie, coitada. Desesperada para falar com alguém. Desesperada por ajuda. Foi fácil. Muito fácil. E assim cheguei à você. Eu encarnei o papel de aventureira virtuosa muito bem, não é? Quase enganei à mim mesma. E você confiou tanto em mim durante aquela investigação boba... Tudo que me faltava era perguntar. 'Padre... Diga-me: como alguém pode entrar em Helheim vivo?'." - Os poderes de Hela hão de abrir a Porta na madeira amaldiçoada. - A voz do religioso era quase inaudível enquanto ele repetia a mesma frase que dissera para ela antes. Agora ele sabia que foram as palavras que selaram seu destino. "Sim, padre. Sim. E fique feliz em sabe que era verdade, viu? Você não cometeu o pecado da mentira. Eu precisei antes aprender os poderes de Hela. Era uma magia que apenas um estudioso poderia me ensinar. Uma lição gravada a fogo na pele... Mas eu consegui. A segunda parte me deu um pouco mais de trabalho. Nenhuma madeira parecia ser a correta. Debrucei-me então em Helheim. O reino mais baixo - abaixo de... Isso mesmo. Niflheim. Atravessei as raízes de Yggdrasil e encontrei a árvore no Vale de Gyoll. Eu a queimei, e como um portão... Eu cheguei, padre. Eu cheguei. E lá -" A mulher parou. Era como se a voz lhe faltasse - a memória talvez fosse demais para que conseguisse falar. Um monstro podia ter pesadelos? "Eu voltei. Eu não obtive o arco, padre. Não... Eu sou ele." Mais tarde uma freira foi procurar o Padre Bamph. Em seu lugar, encontrou apenas uma rosa embebida em sangue. (Erros de gravação durante a quest Maldição de Jomungandr) (agradecimentos especiais ao Nagi, que depois de três tentativas conseguiu me passar Chamas de Hela HAHAHAHAHAHAHAHHAHA)
  14. É sério, quero muito que isso venha.
×
×
  • Create New...

Important Information