Akira (bRO)
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Welcome to Mother World e Theme of Bad Boy.
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Star Wars Floppy Disk e Alice.
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Álbum Tengen Toppa Gurren Lagann BEST SOUND. Divertido como o anime até o episódio 8 (ou, forçando um pouco a barra, episódio 15).Além disso, trilha sonora original de Earthbound, que é fantástica.
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Piada interna. É tão ridícula que tenho vergonha de dizer... Mas não é nada sério não. Esquece. BLASFÊMIA!!! Anos oitenta foi revolucionário! Inovador! Único! Assim como anos 70, 60, 50... Não. Sei absolutamente nada de música. Nada. Deliberadamente provoquei, para ver se surgia uma discussão interessante. Não vejo muito sentido nesse "gosto, não gosto". E parece que consegui logo o que eu queria. Muito bem colocado, aliás. Sim, uma época não determinada, mas sim os acontecimentos, aquilo que as pessoas desenvolvem. Agrupamos em épocas para facilitar a catalogação, para compreender em determinado momento e encontrar rapidamente uma contextualização. Por isso essa briga entre determinada época e outra é completamente sem sentido. Além disso, bem colocado. Diversos estilos surgem de outros, assim com são renovados, aperfeiçoados e revolucionados através de diversas influências. Determinar uma pureza, defender apenas um estilo como bom ou definitivo, também é uma tolice. Seria o mesmo que procurar alguma pureza na população brasileira. E sabemos muito bem que uma de nossas maiores riquezas é exatamente a miscigenação, a mistura. E assim também acontece na música. Enfim, isso ficou um tanto confuso, mas espero que alguém entenda. No mais, vem cá Kenshin, preu te dá um beijo, que você merece! [/heh]
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Isso tem nome... Está no episódio 139? Vai sofrer, porque a quantidade de fillers é absurda. Nem os fãs gostam disso. Enfim, Shippuuden tem umas lutas legais e bem animadas. Gosto particularmente da luta de Sasori contra Chiyo e Sakura. Mas depois cansa um bocado. Atualmente, no mangá, estão focando MUITO no Sasuke e as lutas são escassas. Ocorrem apenas cenas de perseguição, de um grupo indo para um lado e outro procurando seu rastro. De qualquer forma, para não desviar muito o assunto: já ouviu a trilha sonora de Naruto? Sim, eu sei que eles repetem à exaustão as mesmas três melodias durante os episódios, mas a quantidade de aberturas e encerramentos é enorme. Enfim, não curto nem ferrando. Não achei sequer um rock japonês minimamente interessante até hoje. Conhece algum?
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Que possuem como influências pessoal dos anos 80. Mas gosto é gosto. Agora, se não sabemos enxergar de onde vem aquilo que gostamos, isso são outros quinhentos...Enfim, sinto cheiro de pólvora. Que começe o flamme sobre música dos anos oitenta.
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Turismo em Midgard - O Retorno!
Akira (bRO) respondeu ao topic de Gergye ?_? em Vídeos e Screenshots
Ótimo tópico! Muito bom mesmo! Parabéns a todos! Vou ver se tiro umas SSs também! -
Nem chega a tanto. É uma questão de procurar desafio através da habilidade alheia (sem itens, em arenas sem obstáculos e efeitos) ou do imprevisto (itens aos montes e arena interferindo em tudo).Pessoalmente, gosto de ambos. Apenas prefiro arenas pequenas, como Dream Land, porque não tem para onde fugir - nem de habilidade, nem de imprevisto!
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Só colocar o Final Smash como o único item!De qualquer forma, o que mais gosto de Smash é a simplicidade e forma de pontuação. Com ou sem itens é o mesmo que escolher entre jogar Golden Eye para N64 com Golden Gun ou só com pistolas - ainda que ir apenas com faca ou na mão renda partidas hilárias.
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A única coisa que Meta Knight não faz bem é arremessar alguém para fora, mas nada que itens não resolvam - ainda que um x1 sem itens usando ele seja tentadoramente desafiador. Wolf é a versão turbinada do Fox, amigo de velha data dos jogadores, hum, "profissionais" - eles são realmente apelões se o cara souber jogar. E Pit é Pit.Pessoalmente, gosto de jogar com o pessoal de Fire Emblem (Ike e Marth, sendo o último com o Final Smash que mais gosto de ver), Toon Link, Ness e Lucas. Pena eu não ter um Wii para poder jogar com vocês. Smash é o meu jogo de luta favorito, desde o N64. Isso é uma grande verdade. É o meu stage favorito depois de Dream Land do Smash de N64.
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Não sabia dessa e fui pesquisar...http://www.gametrailers.com/player/usermovies/175919.htmlhttp://www.youtube.com/watch?v=9-TxTxgKwAQTrês palavras. PQP!De qualquer forma, no Smash do N64 limpo chão com o carinha rosado. Mas em Brawl sou apenas mais um noob qualquer...
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ROFLMAO! Só os apelões! Macho que é macho encara x1 com Jigglypuff, isso sim![/heh]
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Banheiro para transexuais é sucesso em escola na Tailândia
Akira (bRO) respondeu ao topic de Rain~ em Off-Topic
Pronto, corrigi pra você. [/amor]O que eu faria sem você? É para não perder o costume. Ter uma sexualidade defina não quer dizer que, automaticamente, a pessoa saiba lidar com isso. Além disso, uma pessoa pode muito bem ter sexualidade definida, mas não assumir isso.Portanto, você não pode dizer que os garotos são "precoces" por ter uma sexualidade definida. Pode dizê-lo, no entanto, pelo fato de assumirem isso. Eu digo que isso é normal. Enquanto eu roubava playboys, madrugava ligado na band, ficava de olho nas coleguinhas/vizinhas/babás e acessava sites pornográficos com um 4.86, os garotos da notícia passam batom e usam penduricálios. E se for sexo solitário socializado?[/heh] OK. Agora eu já vi de tudo nessa vida.[/heh] -
Banheiro para transexuais é sucesso em escola na Tailândia
Akira (bRO) respondeu ao topic de Rain~ em Off-Topic
Nunca disse o contrário.Óbvio, uma criança não é um adulto. Ela não tem a mesma experiência, a mesma capacidade física, psicológica e social. Mas isso não quer dizer que ela não reconheça aquilo que a atrai. Não quer dizer que ela não vá buscar isso, que não deseje. Saber lidar com isso, no entanto, são outros quinhentos. Uma criança de doze anos tem sexualidade definida? Muito provavelmente, sim. Ela tem maturidade sexual? Não. Tanto corpo quanto mente ainda tem muito que amadurecer. A questão é que, da mesma forma que uma criança não tem maturidade e capacidade (física, psicológica e, na maior parte das vezes, mental) para arcar com responsabilidades de adultos, como prover uma família, ela não tem maturidade para ter uma relação sexual como um adulto.Agora, perceba bem... eu não estou erotizando crianças de doze anos. Não. Eu disse que diversos colegas meus haviam transado. Que familiares, amigos, vizinhos também. Não é mentira minha. Mas, obviamente, não foi da mesma forma que para um adulto. Não havia a mesma malícia, a mesma luxúria. Era mais um brincadeira nova, uma curiosidade. Ainda assim, não deixa de ser sexo.Eu me masturbo desde os dez anos. Mas isso não me transformava em adulto, não deturpava minha inocência. Quem tem essa visão pecaminosa, essa vergonha com relação ao sexo, somos nós, adultos. Quem enxerga e transforma o sexo em algo sujo somos nós. Naquela época, para mim, aquilo fazia com que me sentisse bem, só isso. -
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Akira (bRO) respondeu ao topic de Rain~ em Off-Topic
Beleza. Só não chama a polícia federal. -
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Akira (bRO) respondeu ao topic de Rain~ em Off-Topic
TreCool apenas citou pedofilia, mas ninguém aqui tocou neste assunto. Discutimos sobre a precocidade ou não da "opção sexual" (sic) de adolescentes de 12 anos - independente de transaram ou não, com adultos ou não, com primos(as), empregados(as), prostitutos(as), colegas de escola/classe/catequese/whateva, vizinhos(as) ou seja lá quem for. Não é assunto da discussão pedofilia ou o que diabos fazem com quem diabos seja. É apenas sobre uma suposta "precocidade" dos tailandeses da notícia. -
Banheiro para transexuais é sucesso em escola na Tailândia
Akira (bRO) respondeu ao topic de Rain~ em Off-Topic
Geralmente entre 12 a 14, nos homens, ou 10 a 13, nas mulheres, acontece a puberdade. Época de desenvolvimento da líbido e da maturação sexual. goodlordsaveourchildren!1!! Ah, sim. Você também confunde desejo sexual com prazer sexual. Posso topar uma aventura ou encher a cara e transar com outro homem, gostar e não me "tornar" homosexual. Eu posso, muito bem, me mastubar e/ou estimular meu rabo com um um vibrador e não ser, sei lá, egosexual? Ou seria narcisexual? "Experiência" não define sua sexualidade. Apenas demonstra se você se sente atraído por algo ou não. Pode muito bem, no entanto, definir seus fetiches, suas taras, suas preferências. Mas sexualidade, não. Não, não é. Erro dantesco está na existência de preconceitos e humilhações. Ponto final. Agora, só para lembrar: As CRIANÇAS, não a instituição, que reclamaram do preconceito e humilhação. ELAS que pediram por uma solução. Volte lá e leia novamente a notícia. As CRIANÇAS que se consideram transexuais. E, gawdsaveourchildren, virou um sucesso o tal banheiro pecaminoso deturpador de infâncias. Que diabos queria? Dizer a elas o que elas devem achar de si mesmas? Que você, um estranho, lhes diria o que devem ou não ser? Sem, nem ao menos, demonstração de conhecimento científico e/ou experiência na área? http://www.mail-archive.com/[email protected]/msg01359.html Você tá tentando me convencer que o pessoal do partido pedófilo da Holanda tá certo? Ao reduzir maturidade, mesmo que seja apenas maturidade sexual (no sentido amplo, não apenas fisiológico), a sexualidade definida você adota a mesma linha de raciocínio deste partido holandês, TreCool. -
Banheiro para transexuais é sucesso em escola na Tailândia
Akira (bRO) respondeu ao topic de Rain~ em Off-Topic
@ redCooperação entre formigas, fuga quando em perigo, desejo sexual... Isso tudo é multifatorial.Existe maior ou menor indução/supressão "genética" (na verdade, é hormonal e fisiológica, mas como quem define isso é a expressão de genes, fica assim mesmo) de acordo com cada caso. Não discordo que existam diferenças óbvias entre os gêneros. Diferenças estas que em maior (diferenças hormonais e fisiológicas, que além disso interferem na forma com interpretamos o ambiente ao nosso redor) ou menor (anatômicas, que, querendo ou não, também acabam por interferir na forma como enxergamos o mundo) grau possuem seu peso em nossa cultura.A questão, obviamente, está em saber como, quanto e quando influenciam o comportamento do indivíduo. De todas as características comportamentais que possuem grande influência "genética", apenas a agressividade apresenta, em geral, alguma diferença visível entre homens e mulheres. E mesmo esse aspecto é extremamente discutível. Em nossa sociedade complexa, no entanto, fica difícil observar algo mais, pois não há gene, hormônio ou característica fisiológica alguma que nos induza de alguma forma a, por exemplo, mandar ou não o coronel sei-lá-das-quantas receber grande injúria em seu orifício anal. O instinto, caso realmente exista, tem implicações mais simples que se perdem diante da complexidade da vida moderna.Por isso digo que é importante observar não a diferença entre os sexos, mas sim o impacto que o gênero possui para um indivíduo. Que existe maior diferença entre indivíduos diferentes que entre gêneros diferentes. -
Banheiro para transexuais é sucesso em escola na Tailândia
Akira (bRO) respondeu ao topic de Rain~ em Off-Topic
@ bonanzaIgnorância sua.Aos doze eu já descabelava o palhaço há tempos e muitos dos meus coleginhas já haviam transado. Isso sem contar as histórias de parentes, amigos e conhecidos na flor da idade transando com primas, empregadas, prostitutas. E guarde sua moralidade para você.Essa idéia de que criança não possui sexualidade é história da carochinha. Desde o momento que um infeliz ameaça encher o bucho de uma, ela já começa a desenvolver isso. Além disso, quando você acha que começa a puberdade? Com dezoito ou vinte e um?E como assim "não é natural"? Apenas por um grupo pequeno não se enquadrar naquilo previsto por estatísticas? Isso acontece e é previsível. Obvio ululante que parece ignorar, mas estatística pressupõe média, não um parâmetro estático que aparece em todos os lugares!No mais, sexualidade NÃO é uma questão "cultural". O cara é transexual ou não desde antes de arrombar a vagina/barriga da mãe. A "escolha" (sic) poderia ser "radical" (yuhuu!) culturalmente, não fisiologicamente. Mas isso, obviamente, seria um defeito da sociedade, não do indivíduo.Bizarro, isso sim, é quantidade de besteiras que falou. -
Banheiro para transexuais é sucesso em escola na Tailândia
Akira (bRO) respondeu ao topic de Rain~ em Off-Topic
Oh, lawd... Qual o problema? Isso gera algum aspecto negativo real, como violência, desigualdade social e coisas do tipo? Bizzaro é a pessoa suprimir sua sexualidade por causa de conceitos arbitrários e obsoletos. De qualquer forma, a idéia de banheiros diferentes para trans não é mais ou menos injustificável, ainda que compreensível, que banheiros diferentes para gêneros diferentes. Defina instinto e sua influência real na personalidade e comportamento que podemos começar a brincar. Podemos falar em indução e supressão, além da própria limitação fisiológica (como não sermos aptos de, naturalmente, voar), mas a idéia de instinto é bem equivocada. Temos, na verdade, um probabilidade de desenvolver algo de acordo com a influência do ambiente (denominado erroneamente como “impulso instintivo”), não uma consciência ancestral ou uma caracterista natural que nos define de uma forma específica. Não existe isso de "instinto natural". O homem moderno joga praticamente a totalidade daquilo que consideramos "instinto" pelo ralo. A própria idéia de "instinto maternal", por exemplo, é obsoleta e errônea, pois nos ser humano isso é uma característica cultural. Sem falar que posso muito bem deixar de comer, dormir, “lutar ou correr” ou mesmo viver, suicidar, sem necessariamente possuir alguma patologia ou distúrbio psicológico. De qualquer forma, não podemos superestimar a influência do gênero, principalmente de forma isolada, fora de um ambiente ou contexto. O que define a personalidade de uma pessoa são suas experiências, que são interpretadas de infindáveis formas diferentes de acordo com uma série de fatores (sendo a expressão genética apenas um deles). "Ver sair sangue da sua genitália todo mês ou carregue uma criança por nove meses na sua barriga" é uma experiência que difere em cada mulher, tanto fisiologicamente como em sua interpretação, mas que pode ser compreendida e vivenciada por qualquer um com um mínimo de empatia. Eu poderia argumentar que um trauma possui maior impacto que menstruação ou gravidez. Que, além disso, os diversos medicamentos e outros aparatos próprios para menstruação assim como a maior participação do companheiro na gravidez e cuidados com o recém-nascido diminuem as distâncias entre as partes. Que, acima disso tudo, não podemos subestimar o potencial da empatia, convivência, inteligência emocional e capacidade de raciocínio, que não necessitamos "sentir na pele" para vivenciar algo, absorver informação e desenvolver conhecimento. Não podemos considerar como dado probatório o grosso de estatísticas, que geralmente não consideram a influência cultural no que deve ou deixa de dever a idéia de "masculino" e "feminino", que possui mais peso no comportamento que o gênero propriamente dito. Em resumo, há maiores diferenças entre indivíduos que entre sexos. Óbvio ululante. Além disso, é a idéia de que existe tanta diferença efetiva entre um homem e uma mulher que gera discriminação e falácias fálicas sobre uma suposta “superioridade”. A compreensão das diferenças deve ser um processo individualizado. Não devemos definir o sexo como fator isolado, mas sim compreender a importância do sexo na formação de dado indivíduo. A isso damos o nome de tratamento equitativo, grosso modo uma “igualidade prática”. Atuamos dentro das necessidade de cada um, não de cada sexo. Enfim, “sexo” ou “gênero” fora do contexto do indivíduo é extremamente abstrato e irreal. Podemos falar isso dentro de um contexto médico, como definição de possibilidades fisiológicas e patológicas, mas apenas nisso. O tratamento será, sempre, individualizado, e a resposta da pessoa a este será mais influenciado pelas experiências que pelo gênero. -
Nunca disse o contrário. Critica? Em toda sua mensagem você apenas tenta me ofender e desmoralizar. Não há sequer algo discutindo o assunto, muito menos embasamento ou argumentos consistentes. Até presente momento estava apenas discutindo uma questão, pois estamos em um fórum de discussão. Nada mais. Se eu não tivesse gostado do desenho, nem teria comentado. De qualquer forma, tudo bem. Caso a critica e o debate não sejam bem vindos nesta seção do fórum, paciência. Pantsu tem meu MSN e podemos conversar sobre desenhos e cosplays sem qualquer problema.
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Colorido ficou bem melhor, certamente. Você não pode fazer um shonen e chamar de shoujo. São definições para estilos diferentes. Ainda que exista variações de estilo e de autor, não haverá variação nas definições. A proporção depende do nível de realismo e estilização que busca em seu desenho. Da mesma forma que não poder chamar uma pintura impressionista de uma obra realista, não tem como chamar SD de chibi. Seu desenho não está “errado”, mas não pode ser considerado realista, querendo você ou não. De qualquer forma, chibi é um termo utilizado de forma equivocada no ocidente. No Japão significa pessoa ou criança pequena. Com o tempo também agregou o significado de algo pequenino e bonitinho, além de utilizado como uma corruptela para “pequeno”. Mas nunca teve relação com um personagem adaptado para outra proporção, nunca teve conotação caricata. Apenas com animações japonesas e sua popularização no ocidente que o termo adquiriu novo significado e criou categoria própria. Chibi não necessita de proporção de duas cabeças, certamente, mas isso auxilia na simplificação. Exemplos de chibi seria Hello Kitty, Puca e Chibhichibi (de Sailor Moon). Este estilo é largamente utilizado em marcas e mascotes, marcado por uma simplificação que auxilia sua identificação e apelo. Em resumo, é apenas o desenho de algo pequeno, não uma caricatura. SD, ou Super Deformed (não “small deformed”, que é um significado errado do termo), é apenas um estilo de caricatura. Você pega um personagem, figura ou qualquer outra coisa e altera sua proporção natural drasticamente, principalmente na altura e tamanho dos olhos. Também é carregado de simplificação, mas de forma caricata, não por apelo. No SD você também tem emprego da proporção de duas cabeças, mas três é a mais utilizada por permitir uma maior caracterização. Portanto, em estilo, o desenho da Pantsu é um SD. Mas por ser bonitinho e pequenino, pode ser considerado um chibi. Ainda assim, não se enquadra em “chibi” enquanto estilo de desenho. Mesmo que você não compreenda as diferenças entre duas denominações, elas existem. Ainda assim, neste tópico, fui eu o primeiro a quebrar esse “protocolo” e colocar que precisava apenas de uma simplificação. Nem entrei na discussão de uso e finalidade, que fazem toda diferença. De qualquer forma, pesquise melhor sobre o assunto e esteja aberto a críticas. A própria autora do desenho levou a questão numa boa, então não tem porque você tomar as dores que ela nunca teve.
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Seu desenho é mais um SD (Super Deformed) que um chibi, na verdade. No chibi a proporção não passa muito de duas cabeças. De qualquer forma, uma proporção maior exige mais detalhes anatômicos. Das duas, uma. Ou você diminui a proporção e diminui os detalhes (menos curvas, roupas mais simples, olhos maiores, pés no mesmo estilo das mãos), ou coloca mais detalhes. Pode colocar dedos sem medo, que não fica feio. No mais, leia suas PMs. [/ok]
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Tem um monte de dicas que eu poderia te dar, mas a maioria você pega apenas com prática mesmo, então fica difícil explicar. De qualquer forma, cuidado com as mãos. Chibis sem diferenciação de dedos têm proporção de duas cabeças, no máximo. Para o seu desenho, que tem proporção de três cabeças, recomendo que diferencie pelo menos o polegar, se não fica com um aspecto meio estranho.
