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Mister Death

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  1. Olá Poldim, obrigado por seguir minha Fic, seguirei a sua, claro ^^! Está ótima, álias, ótima história! Há uns erros que achei no primeiro capítulo. Você usou o "Pretérito Mais que Perfeito" com acento, o que não é certo. Exemplo: "O temível Lorde dos Orcs tentará matar o bebê humano deixado pelos pais mas [...]" Aí você confundiu com futuro, e pode também confundir alguns leitores. Até mais!
  2. Editado em: 25/02/2011 - Autor: Mister Death - Título da obra: Conexão entre a Terra e Midgard. - Gênero: Drama , ação e aventura. - Personagens Principais: Michael, Hinalle, Telmio e Doppelganger . - Sinopse(1ª temporada): Michael é um garoto anti-social, que acha que sua vida não vale o prato que come. Mas muita coisa muda quando ele encontra um portal para um outro mundo: Midgard. Sua chegada a este mundo é acompanhada pela ressurreição do grande e poderoso Satan Morroc. Ao mesmo tempo, forma-se uma união dos mais poderosos monstros de Midgard com alguns humanos especialmente escolhidos. Os alicerces dos planos da união balançam com a presença de Michael, e eles decidem tomar certas providências. (2ª temporada): Depois de muitos acontecimentos, Michael e Hinalle decidem que devem aumentar seus poderes. Doppelganger está em algum lugar se recuperando. A União ainda quer destruir Michael e seus amigos, e estes continuam a procura pelo portal que levara Michael ao seu mundo original. Mas agora sabe-se que planejam algo contra a Terra, ao mesmo tempo que Midgard corre perigo com Satan Morroc. - Link: http://sites.levelupgames.com.br/FORUM/RAGNAROK/forums/t/370217.aspx - Status: Ativa/ em andamento.
  3. Olá pessoal! A FanFic está chegando no final, pena que não houve mais comentários, mas aqui vai mais um capítulo então! Capítulo 33 – Poder Uma faísca surgiu no nada em que Michael se encontrava. Depois outra, e mais outra, até que sua mente parecia estar a ponto de explodir por dentro. Levantou-se do chão abruptamente, mas caiu em seguida, da sua mão começaram a sair bolas de fogo e, da outra, ar frio. Do seu corpo várias faíscas elétricas surgiam. Controle o poder, você não pode permitir que ele abandone seu corpo! Michael reconheceu a voz da Valquíria. _O... que... está... acontecendo?! – gritou ele com dificuldade. Você não estava pronto para uma dosagem de poder deste tamanho, você deve encontrar um equilíbrio ou irá morrer agora! Michael se concentrou, fechou as mãos, cessando o fogo e o ar frio. Fechou os olhos, e as faíscas elétricas pararam de pular de seu corpo. _Eu não... sei se posso continuar... AHH! Levantou seu rosto para o céu, um raio de luz saiu de sua boca. Sentiu-se cada vez mais fraco, tinha que parar aquilo. Fechou a boca, sentiu que iria explodir de dentro para fora. Tinha que agir, e rápido. Pegou uma pedra no chão e ela no mesmo momento se tornou brilhante, transparente e dentro dela podia-se ver uma chama multicolorida. O que você fez? _Não tenho certeza, acho que liberei o poder na pedra... – disse Michael, exausto, mas agora não estava com problemas para controlar seu novo poder. Guarde esta pedra, de alguma forma ela será útil se a sua energia acabar. Ainda não entendo como você canalizou o poder para um único objeto desta forma, mas parece ter dado certo. _Tudo bem. Michael notou que estava com outras vestimentas, as típicas de um professor, sentia-se mais leve com ela. Estava colocando a nova pedra de energia em um compartimento em seu cinto quando sentiu algo sólido. Retirou e observou o objeto. Era uma esfera sem cor, poderia ser confundida com uma pedra qualquer, perfeitamente redonda. Isto irá destruir a conexão caso seu plano falhe, e as consequências ainda serão as mesmas que eu lhe disse. Um dos mundos pode ser devastado. Porém, o que eu temo é que talvez não haja tempo para um plano B. _Não se preocupe, eu não vou falhar. – disse Michael, com convicção. Lembrou-se de Hinalle. No momento em que o fez, foi como se uma agulha entrasse em seu crânio e, após isso, sabia o local exato onde ela estava, como se fosse algo natural. Lembrou-se que a Valquíria falou que ele saberia onde Seyren estaria, e era disso que ela falava. Via um borrão no ar, como se marcasse o local onde deveria ir, no caso, onde Hinalle estaria. Com um tipo de GPS mental, ele começou a avançar pela floresta ao local onde Hinalle estava. Michael olhou para trás e viu que o local onde estava se encontrava totalmente devastado, várias árvores caídas e destruídas, as pequenas plantas no chão também se encontravam mortas. Provavelmente, a explosão causada pela absorção de energia feita por Doppelganger causara tudo aquilo. Doppel era mais uma das preocupações de Michael. *** Joumios estava preocupado, andando pelo quarto da hospedaria. Michael, Hinalle e Doppelganger saíram e deixaram um bilhete, que dizia apenas que talvez voltariam, e se caso não, Joumios deveria deixar a hospedaria e... Depois disso não havia mais nada. Ele e provavelmente toda Geffen viu a grande explosão que ocorreu nos arredores da cidade. Uma explosão grande e brilhante, que fez um enorme estrondo e provavelmente deixou uma cratera no local onde ocorrera. O Super Aprendiz tinha quase certeza de que aquilo tem alguma relação com o sumiço dos três amigos. Cansado de esperar, Joumios abriu a porta de seu quarto, ia arrumar suas coisas e tentar procurar o trio perdido, não poderia simplesmente ficar sentado e esperando. No momento em que abriu a porta, seus pensamentos foram varridos por uma luz que vinha de debaixo da cama de Michael. O Super Aprendiz hesitou por um momento, mas decidiu ir até a coisa que brilhava. Abaixou-se e olhou debaixo da cama, esticou o braço e tocou alguma coisa. Quando sua mão encostou no objeto, este parou de brilhar. Joumios puxou o objeto e o analisou. Era uma bolsa com alguns pergaminhos dentro, pegou um e leu a fita que o mantinha enrolado. PICRIM Viu um pedaço de papel dentro da bolsa, pegou-o. Para Michael. *** Michael estava em frente a uma caverna escura, soube que havia pessoas ali dentro por duas razões: podia sentir isso, e havia Peco Pecos amarrados em algumas árvores próximas. Havia Cavaleiros ali. _Não estou gostando disso... – uma voz vinha de dentro da caverna. Michael se apressou e se escondeu atrás de uma árvore. Um mercenário saiu de dentro da caverna, e coincidentemente, encostou-se na árvore em que Michael se escondeu, porém não viu o garoto. O mercenário tirou de uma bolsa um frasco de vidro em formato de uva, com um líquido púrpura dentro, retirou a rolha. Michael foi rápido e atacou-o na cabeça, usando o punho da adaga. O homem desmaiou, o suco manchou suas vestes. Michael entrou na caverna, ouviu vozes e sentiu que Hinalle estava cada vez mais perto. _E então, menina, onde seus pais estão? Veremos quanto eles estão dispostos a pagar para ter a filhinha de volta. – era uma voz feminina. Michael se escondeu atrás de uma pedra e viu que era uma desordeira quem falava, com o rosto quase encostado no de Hinalle, que estava sentada no chão, amarrada a uma estalagmite. O recinto era iluminado por algumas tochas improvisadas. _Você nunca conseguirá achá-los. – disse Hinalle, em tom baixo. _Tudo bem, quem quer que te procure não vai te achar também, ou talvez ache os seus pedaços. – disse desordeira, em tom sombrio e maléfico, sacando uma adaga. Hinalle deu um chute alto e ágil, atingindo a mão da mulher e fazendo a adaga voar ao outro lado do recinto. _Flen, me dê sua espada! – disse a desordeira. O cavaleiro chamado Flen sacou a espada e jogou-a para a desordeira. Esta pegou a arma e rapidamente desferiu um ataque horizontal, visando acertar a garganta de Hinalle. _Não! – gritou Michael. Uma parede lilás surgiu em volta de Hinalle, o golpe de espada parou na barreira. _Mas o quê? – disse a desordeira, confusa. Três cavaleiros e dois mercenários olharam em sua direção. Michael verificou os bolsos rapidamente, pegou uma pedra, uma gema vermelha, apenas uma. _Não será o suficiente... Petrificar! Um mercenário se tornou uma estátua no momento, mas a gema vermelha não desapareceu. Isso significava que... _Petrificar! Um cavaleiro se tornou pedra. As magias de Michael não estavam mais consumindo gemas. Dois cavaleiros restantes chegaram até Michael, cada um segurou um braço do garoto e o mercenário restante avançava com uma adaga, pronto para atacar. Michael pegou impulso e acertou um chute na mão do mercenário, atrapalhando-o, seguido de outro chute na lateral da face. _Prisão de teia! Teias de aranha surgiram sob os pés dos inimigos. Os cavaleiros, em pânico, soltaram Michael, o Mercenário que já estava no chão, ficou preso a ele. Michael recuou e conjurou: _Bruma ofuscante! Uma neblina negra envolveu os três inimigos, que estavam momentaneamente cegos. _Fúria da terra! Ouviu gritos vindos de dentro da neblina, que começou a se dissipar, revelando os três inimigos caídos com cortes feitos pelas pedras que se elevaram. Michael andou até a desordeira. Que estava presa em uma teia. No momento em que Michael chegou perto, ela se libertou, porém o garoto foi mais rápido. _Rajada Congelante! Com todos os inimigos eliminados, pelo menos por enquanto, Michael desamarrou Hinalle. _Michael... você está... _Vamos, temos que sair rápido. – disse Michael, puxando Hinalle. Saíram rapidamente. Quando estavam do lado de fora, Michael conjurou uma grande bola de fogo, que explodiu o teto na entrada da caverna, bloqueando a passagem por completo com grandes fragmentos de rocha. Hinalle viu o mercenário que Michael nocauteara do lado de fora da caverna. _E ele? _Deixe aí, ele não vai acordar por um tempo. Michael e Hinalle partiram em direção a Geffen. Hinalle estava bem, e Michael muito satisfeito, conseguiu controlar o poder rapidamente, estava muito mais poderoso, e o melhor, poderoso o bastante para salvar dois mundos. Continua...
  4. Eaí pessoal! Depois de conseguir terminar a FanFic para o Concurso (boa sorte para mim *-*) eu voltei a me dedicar à esta. Então, aqui vai o capítulo 32! Capítulo 32 – A conexão entre os dois mundos Então os olhos de Michael finalmente se abriram, e lá estava ele com suas vestes de sábio intactas, seu corpo sem ferimentos, sem dor. Olhou para os lados, viu um céu azul, o céu mais lindo que já havia visto, com algumas nuvens bem definidas, parecia que a qualquer momento apareceriam pessoas pulando em cima delas. Parecia estar sobre uma plataforma no céu. _Finalmente despertou. – disse uma voz à sua frente. Michael olhou na direção da voz, mas não enxergava nada, apenas uma claridade intensa que chegava a ferir seus olhos. Notou que já estava em pé, teria dormido daquele jeito? Mas então se lembrou do combate na floresta contra Bafomé e Sorvus, o sacrifício de Doppelganger, e não sabia o que acontecera a Hinalle. Não sabia também o que estava fazendo ali. _Quem está aí? – perguntou ele. _Eu sou a Valquíria, você não pode me ver ainda, você não deveria estar aqui, mas as circunstâncias exigem que eu faça algo a respeito desta situação. _Por que eu estou aqui? – perguntou Michael, ainda atordoado e de olhos fechados. _Tenho uma... proposta para você. _Que tipo de proposta? A Valquíria ficou em silêncio por um momento, como se pensasse no que dizer e como dizer. _Talvez você não saiba, mas o portal para o seu mundo logo será aberto novamente por Lorde Seyren. Só teremos uma chance para destruir de uma vez por todas a conexão que liga Midgard ao seu Mundo. Michael ainda não sabia aonde aquilo iria chegar, mas já não gostava daquilo tudo. _E como você espera que eu faça isso? _Você, que é da dimensão que Seyren quer conquistar, é o único que pode entrar na conexão mais a fundo e talvez até permanecer um tempo dentro dela, enquanto qualquer ser vivente de Midgard que tentar passar irá chegar instantaneamente ao outro lado. Ninguém sabe o porquê deste fenômeno, mas é a verdade. _Como é que você sabe disso? – Michael perguntou. Então um clarão invadiu sua mente. *** Ele estava girando no nada, tudo escuro no começo, depois tudo ficou claro de repente. Era como se estivesse em um mar verde, verde mesmo. Podia enxergar com clareza, mas sentia que estava em uma velocidade altíssima. Logo uma película de luz começou a aparecer em sua frente, como se estivesse invisível e fosse se tornando visível gradativamente, ela parecia não ter fim verticalmente ou horizontalmente, uma enorme parede de luz. No momento em que iria colidir diretamente com ela, Michael sentiu o tempo desacelerar. Primeiro sua mão tocou a película, que tremeluziu, então sua mão passou por ela. Logo seu corpo todo foi passando lentamente. Quando seu rosto passou, viu algo que não poderia ser descrito, mesmo que ele quisesse não conseguiria. Essa passagem durou apenas um milésimo de segundo, porém naquele momento, foi como se tivesse durado alguns minutos. Depois daquilo tudo, saiu de dentro da luz dourada, estava novamente no “nada verde” em alta velocidade. Olhou para trás, a película podia ser vista, mas foi desaparecendo aos poucos... *** _Mas o que foi isso? – disse Michael voltando de um transe que não durara nem 10 segundos. _Apenas fiz você ver o que aconteceu com você na passagem do seu mundo para cá. – respondeu a Valquíria. _O que era aquilo, dentro da tela de luz? _Ninguém sabe, mas podemos crer que seja o núcleo de todos os mundos, de todas as dimensões. _Era...era... _Inacreditável? Sim. Mas precisamos conversar sobre seu objetivo aqui. Preciso que você destrua a conexão por dentro, lhe daremos o que é necessário. Você deve cuidar para que não destrua por acidente o núcleo das dimensões, se isso acontecer, consequências poderão aparecer não só em nossas, mas em todas as dimensões existentes. Michael refletiu sobre aquilo por alguns minutos, que pareceram eras. A Valquíria não parecia se incomodar com a pausa. _Algo mais será sacrificado com tudo isso? – perguntou ele. Valquíria hesitou por um instante. Como se ponderasse sobre dizer algo ou não. _Sim, algo pode ocorrer. Um dos mundos pode acabar sofrendo terríveis efeitos, talvez até uma destruição total. Mas não sabemos ao certo. E... Você não irá sobreviver. _Então eu não farei o que está pedindo. Nem mesmo Michael tinha certeza do que estava sentindo. Medo da morte, ou medo de ver um dos dois mundos em perigo, onde havia pessoas que ele gostava. Michael relembrou de sua personalidade na Terra, no seu mundo. Era egocêntrico, rude, não parecia se importar se o mundo se explodisse a qualquer momento. Mas as coisas mudaram, e Michael mudou junto com elas. Deveria haver alguma forma de acabar com aquilo com os dois mundos ilesos. _Entendo que não queira fazer, mas entenda, se Seyren conseguir conquistar seu mundo, o que acha que acontecerá aos seres de lá? Deixe-me contar algo que você não deve saber: cada dimensão possui uma quantidade enorme de energia, e é isso que Seyren quer. O nosso mundo possui proteção para que essas energias não sejam absorvidas, os deuses não permitiriam e as criaturas também não. Mas em seu mundo, nada pode guardá-la. Michael então pensou em algo que não tinha pensado antes. Naquele mundo existiam deuses e magia, estavam em constante atividade e isso era visível. Mas e no seu mundo? _Michael, preste atenção, não há quem proteja a energia do seu mundo, entenda isso e não questione, não é algo que algum mortal possa ou deva saber. Aparentemente, a Valquíria sabia o que Michael pensava. Por algum motivo, ele acreditou tão fortemente naquele aviso que parecia que barreiras eram montadas na sua mente justamente para não pensar naquele tipo de questionamentos. _Deve existir outra forma de acabar com tudo isso! – disse Michael. _Não há, criança! Você deve aceitar que há sacrifícios, e que só você pode cumprir esta missão! _Por que não vai você? Ou um Deus? Eu sou da outra dimensão e posso ter essa “pausa” entre elas, mas vocês deuses e criaturas estranhas são imortais, poderosos. Então por que colocar uma missão desta magnitude na mão de um mortal, e ainda por cima, um simples sábio! _Porque nós não podemos passar pelas dimensões, não podemos sequer entrar nos portais. Precisa ser feito por você, precisa ser feito de dentro, e precisa ser feito o mais rápido possível. _E o que vocês farão se eu não consentir? _Então vamos ter de assistir Seyren destruir tudo, usar a energia do seu mundo para ascender à um nível mais alto do que o de um deus. Seu mundo será totalmente devastado, o nosso também. Todos perdem se você não consentir. Mas não, nós não podemos te forçar a nada. Michael hesitou. Estava analisando suas opções, parecia que todas tinham “destruição” na lista de consequências. _Deixe-me transcender, eu posso derrotar Seyren. _Não está pronto para isso, não posso permitir. _Me dê esta chance, a chance de derrotar Seyren e salvar os dois mundos. _Você é muito jovem, não tem poder o suficiente, e não podemos simplesmente te permitir renascer, Seyren agirá muito em breve. Michael pensou novamente. _Então apenas me dê poder agora, me permita passar do nível de transcendentais. _Isso pode trazer consequências terríveis, de qualquer forma você acabaria morrendo, e nenhum dos mundos seria salvo. _Eu sei que há consequências, eu estou pronto para me sacrificar caso todos saiam ilesos. Por favor, confie em mim, eu posso impedir Seyren, só tem que confiar em mim! A Valquíria hesitou por um longo momento, desta vez. Mas disse por final: _Tudo bem, mas saiba que você não sobreviverá por muito tempo. Farei de tudo para que sobreviva o máximo com este poder, deve tentar achar Seyren e derrotar ele o mais rápido possível. _Como saberei onde achá-lo? – perguntou Michael. _Cuidarei disso, você saberá do que estou falando logo após acordar, agora se prepare... _Mas... _Carregue sempre com você o item que lhe darei, caso tudo falhe, ele pode ser a única solução. Com ele você recorre ao plano inicial, mas pode ser tarde demais, então saiba o que fazer na hora certa. Adeus, e boa sorte, Michael. Uma dor aguda percorreu todo o corpo de Michael, como se energia entrasse por todo o seu corpo de forma brutal, e na verdade, era exatamente isso que estava acontecendo. Continua...
  5. Obrigado pelos comentários pessoal! Estou me dedicando ao Concurso de FanFics mas quando puder, postarei os novos capítulos!Até mais!
  6. E aqui vai mais um capítulo, com fim de batalha e coisas explosivas, comentem ^^! Capítulo 31 – Morte Michael foi abrindo os olhos aos poucos, o que era difícil, com todo aquele vento e aquele frio que surgiu repentinamente, o que teria acontecido? Não se distraia, o inimigo ainda está ali... – disse uma voz gélida em sua mente. O que era aquilo? Quando pôde enxergar mais claramente viu algo que julgava muito improvável. Um enorme lagarto, ou algo parecido, totalmente formado por gelo, tinha uma linha de fogo azulado que ia da cabeça ao começo da cauda, como uma crina flamejante. Tinha a altura de Michael quando estava nas quatro patas, mas com certeza seria enorme se ficasse nas duas traseiras. _Não... não é possível! – disse um Bafomé enfurecido. _Muito bem, Michael... – disse Doppel, ofegando e com a mão em seu ferimento. Conhecia aquela criatura, era Ktullanux, um tipo de líder de um lugar chamado Caverna de Gelo, localizada no reino de Arunafeltz. Porém, assim como Ifrit, estava ajudando Doppelganger também, será que tinham mais aliados? Michael viu que havia começado a nevar, o poder daquela criatura mudava tudo ali perto, muito impressionante. Doppel caiu no chão, será que havia tempo de ajudar seu amigo naquela hora. Bafomé girou sua foice no ar, ergueu-a no alto e desceu a lâmina, cravando-a no chão. Então a terra sob os pés de Michael começou a tremer e rachar, estava ficando mais forte. Ktullanux não parecia incomodado. Sua chama azulada tremeluziu, e as rachaduras no chão congelaram, foram “soldadas” com gelo, o tremor parou. Não podem me enfrentar, Bafomé e humano, sabem que vão perder. _Teleporte! – conjuraram Bafomé e Sorvus ao mesmo tempo. Nada ocorreu. A energia de vocês está tão escassa que consigo bloquear seu teleporte, entregue a poção e poderemos achar uma forma mais razoável de lidarmos com isso tudo... Então Ktullanux estava ajudando Doppelganger, assim como Ifrit, Michael percebeu. Bafomé atirou sua foice horizontalmente, parecia um golpe mortal, mas Ktullanux fez parecer uma mosca no caminho, repelindo a arma com sua calda. Entregue a poção... Uma corrente de ar gelado atingiu Michael, percebeu que um enorme vendaval congelante caía sobre Sorvus e Bafomé. Os dois começaram a virar blocos de gelo gradativamente, quando Sorvus teve metade de seu corpo congelado, Michael viu sua chance. _Relâmpago! O sacerdote gritou de dor, causada pelo poder devastador de uma descarga elétrica multiplicada em várias vezes pelo fato de estar congelado. Sorvus não seria mais problema. Mas... *** O vento congelante atingiu Hinalle e Hayashi, ambos tinham cortes no corpo, suas lâminas estavam ensangüentadas, suas energias acabadas. Um brilho típico de um relâmpago chegou até eles, seguido de um grito de dor. O grito de Sorvus. _Seu pessoal perdeu... – disse Hinalle _Você não pode ter certeza... – disse Hayashi. A mercenária caiu de joelhos no chão, suas katares também caíram. _Levante-se! – ordenou o ninja. – A luta não terminou! _Terminou sim, vocês perderam, esse ar gelado estava em seus planos? Com certeza isso foi coisa do Doppel, ele sempre tem uma carta na manga. _Então terei que te matar. Hayashi avançou contra Hinalle, sua lâmina ia acertá-la, mas a mercenária foi rápida o bastante para segurar seu braço, fazendo com que ficassem lado a lado, com Hinalle o prendendo. _Mesmo que eu morra, seu corpo está cheio de veneno, não vai sobreviver por muito tempo. – sussurrou ela. Hinalle o soltou, Hayashi recuou. Hesitou por um momento, mas baixou sua adaga. _Tudo bem, não terei meu pagamento, o serviço não precisa ser completo. Hinalle sorriu. _Aqui, este é o antídoto. – disse Hinalle, jogando para ele um frasco com um líquido verde. Hayashi o pegou, os dois se encararam. _Você luta bem. _Igualmente... – disse Hinalle. Aproximaram-se e apertaram as mãos. No segundo seguinte, o ninja já não estava mais lá. Hinalle se sentia bem, evitou um conflito desnecessário. Pegou suas Katares e foi ao encontro de Michael e Doppel. *** A Nevasca parou, poucas partes do grande corpo de Bafomé não estavam congeladas. Michael correu até Doppelganger. Seu ferimento não parecia realmente grave, exceto pelo fato de o braço não estar ali, não sangrava, mas era como se a energia do espadachim se esvaísse através do ferimento _Aguenta firme, Do... Bafomé soltou um rugido, o gelo em seu corpo se quebrou e ele estava livre. A poção surgiu em sua mão, mas sua intenção obviamente não era devolvê-la, com certeza. Queria se destruir com ela e levar o oponente consigo. Em sua mão, uma chama negra surgiu, iria liberar a poção com aquilo. Ktullanux abriu a boca e dela saiu uma poderosa rajada de vento, fazendo Bafomé voar alguns metros para trás. Ktullanux fez um pilar de gelo, congelando a poção antes de cair no chão, porém ainda estava vulnerável. Então de repente o grande lagarto de gelo começou a desaparecer, o efeito do pergaminho era temporário, e agora era o pior momento para aquilo acontecer. Criança, tome esta parte mínima de poder, você pode destruir Bafomé. Uma pequenina chama azulada surgiu na mão de Michael, será que aquela coisinha poderia fazer alguma coisa? Saindo de seus pensamentos, percebeu que Doppelganger não estava mais ali, olhou em volta e o achou rapidamente. Doppel colocou a palma de sua agora única mão no pilar de gelo que continha a poção. Então um brilho dourado surgiu nessa conexão. Estaria Doppelganger tentando absorver toda aquela energia para inutilizar a poção? _Não! – gritou Michael. _Pro...te...ja...se... – disse Doppelganger, com enorme esforço. Bafomé agora avançava contra o espadachim, Michael não iria deixar aquilo acontecer. Era hora de ver se aquela magia de Ktullanux, que já havia desaparecido, funcionava. _Rajada... – sentiu seu estômago revirar, seu ar escapou, o que era aquele poder? - ...Congelante!! Talvez tenha sido a maior e mais poderosa magia de gelo já conjurada por um sábio ou bruxo. Uma fileira com enormes “icebergs” coram sendo formados até atingir Bafomé, que foi congelado nos enormes blocos de até dez metros de altura. _Cuidado! – gritou Doppel. Michael entendeu o recado. _Barreira de Gelo! Uma enorme barreira foi formada em sua frente, bastante espessa e sólida. Não o bastante para segurar o impacto que vinha em seguida. Como se um estrela estourasse, um forte brilho dourado veio de onde Doppel estava, e uma onda destruidora de poder irrompeu. Bafomé foi partido em pedaços juntamente com o gelo, a barreira de Michael se destruiu, o sábio ainda conseguiu conjurar uma Proteção Arcana com o poder de Ktullanux que ainda lhe restava, e depois tudo ficou escuro. Continua...
  7. @~Máat A Fic está bem viva, dei uma pausa muito grando por causa do tempo, mas agora estou escrevendo o 31 e logo postarei aqui! Obrigado pelo elogio *-*!@Desert² Quanto tempo, banido 4 vezes? Como??? Obrigado por ler !
  8. aOlá ! É, a Fic anda parada, assim como o tópico... mas tudo bem, adoro escrever e arranjei tempo, então... Capítulo 30 – PICRIM _Ainda não entendi, o que estas poções têm de especiais? – perguntou Hinalle. _Talvez Michael queira explicar, ele já usou uma. – disse Doppelganger. Estavam correndo pelas ruas da cidade de Geffen até a entrada da cidade, aquele dia já não estava tão bonito, os cidadãos especulavam sobre quem seria o misterioso ninja e o que teria roubado. A Guilda dos Magos estava um caos, um entra e sai de bruxos e sábios. _Eu realmente usei uma, mas não foi de propósito. O que eu sei é que tem um poder catastrófico. Usei a poção de água, foi como se um rio irrompesse de dentro do frasco. _Saiba que esta era a mais fraca das três. Eles roubaram a poção elétrica, tem um poder de destruição muito próximo à outra, de fogo. – disse Doppel, parecendo assustado. _Mas quem roubou? Nem sabemos por onde procurar! – disse Hinalle. Doppelganger parou de repente, os outros dois pararam mais a frente. _Acabo de descobrir quem roubou. *** _Poderíamos simplesmente escapar com a poção, Lorde Seyren vai destruir a todos nós se falharmos nesta missão. – disse Sorvus. _Mas irá te recompensar se sairmos vitoriosos. E não é uma missão muito difícil, convenhamos. – disse Bafomé. _Desculpe, mas acho que você não está lembrado de que foram eles que derrotaram Belzebu e Azufia. – retrucou o sacerdote. _Espera, espera, estamos indo enfrentar pessoas que derrotaram o próprio Belzebu? – interrompeu Hayashi. _O nosso querido sacerdote esqueceu um pequeno detalhe, Doppelganger e sua trupe contavam com a ajuda de Ifrit. Com ele, a vitória ficou fácil. _Tudo bem, mas se Ifrit os ajudou uma vez, não pode ajudá-los de novo? – perguntou Hayashi. _Bem observado, mas já estou um passo à frente, e para isso, precisarei da ajuda de Sorvus. Vamos, temos trabalho a fazer, Doppelganger já deve ter sentido minha presença. *** _Bafomé? Hinalle e Michael estavam surpresos e assustados, acabaram de enfrentar uma das criaturas mais terríveis de Midgard, e lá vinha outra. _Não podemos lutar, Doppel! Não estamos totalmente recuperados. – disse Hinalle. _Eu entendo, para isso precisaremos de um Sacerdote para curar vocês. _Mesmo assim, enfrentar algo como Bafomé... – disse Michael. _Não se preocupem, eu cuidarei dele, mas precisarei de vocês para lutar contra outros oponentes, com certeza Bafomé não está sozinho. – disse Doppel. Hinalle e Michael pensaram, Doppel estava certo, além disso, não poderiam deixar seu amigo ir sozinho. _E quanto ao Joumios? – perguntou Hinalle. _Ele ainda está dormindo, certo? Podemos deixá-lo descansar, mas não podemos perder aquela poção. *** O pergaminho no chão emanava luz, em volta dele estavam Bafomé e Sorvus, suas mãos estavam de forma que pareciam fazer uma oração. Hayashi se aproximou: _Para quê vocês querem estas poções? _Não podemos te dar detalhes, mas saiba que elas guardam uma energia magnificamente poderosa. Energia que precisamos para nossos planos. – disse Bafomé. _Certo... Como são esses oponentes que iremos enfrentar? _Nada demais, sem ajuda de Ifrit eu poderia derrotá-los até mesmo sozinho. Mas Doppel pode ser um problema, e problemas é o que menos quero agora. Passaram-se alguns minutos, Hayashi estava sentado sob a sombra de uma árvore, enquanto Sorvus ajudava Bafomé com o encantamento. _Acho que nossas vítimas chegaram, preparem-se. – disse Bafomé. *** Doppel, Michael e Hinalle agora estavam na clareira, juntamente com seus inimigos, Hayashi, Bafomé e Sorvus. _Nos devolva a poção! – ordenou Doppelganger. _Agora é você quem manda? De qualquer forma, presumo que não poderemos fazer isso. Mas se você quiser, pode tentar nos derrotar, então terá a sua poção. – disse Bafomé. Mal acabou de falar, Bafomé atacou horizontalmente com sua foice, de forma para acertar os três. Michael recuou rapidamente. Hinalle saltou e começou a correr em direção de Hayashi. Doppelganger saltou e correu por cima do cabo da foice de Bafomé, chegando ao seu portador, atacou com sua espada normal, o golpe foi defendido por Bafomé usando apenas a mão. Hinalle avançou contra Hayashi, porém quando golpeava, o ninja desaparecia e reaparecia metros a frente. Isso continuou até estarem em meio a mata fechada. *** Na clareira, Doppelganger estava ao lado de Michael, que também já empunhava sua adaga. Não dando tempo ao inimigo, Doppelganger avançou contra Bafomé. _Executor! – e a espada com o crânio como pomo apareceu em sua mão. Michael avançou contra Sorvus. O atacou com a adaga, mas quando o golpe ia acertar o sacerdote, colidiu com uma barreira antes invisível, desferiu outros golpes, mas nenhum conseguia chegar ao sacerdote. Onde os golpes acertavam aparecia um tipo de superfície verde. _Droga, Kyrie Eleison? _Então você gosta de estudar magias? Sim, este é um Kyrie Eleison, e isso é uma verdadeira LUZ DIVINA! No espaço entre Michael e Sorvus, uma explosão brilhante irrompeu do nada, fazendo com que Michael voasse alguns metros para trás. _Droga, uma Luz Divina não deveria ser tão poderosa... – disse o sábio se levantando. _Você não sabe de nada, criança. Kyrie Eleison! – e uma nova barreira se formou em volta de Sorvus. Michael avançou novamente, desferiu um golpe, sem efeito. Saltou de forma que passasse por cima de Sorvus, e quando estava bem acima, conjurou: _Bola de Fogo! – nada ocorreu. _Luz Divina! – conjurou o sacerdote, rapidamente. Outra explosão pegou Michael no ar, fazendo-o voar muito mais longe. O sábio se levantou e olhou para suas mãos. O que havia ocorrido? Sua magia falhara. _Rajada Congelante! A rajada colidiu com a barreira de Sorvus, sem efeito. Mas por que sua Bola de Fogo nem sequer surgiu? Algo estava errado. *** Hinalle defendia-se de Shurikens que vinham de todos os lados, o ninja era quase invisível, e aquela floresta só estava o ajudando. Sentiu um movimento na lateral, era Hayashi preparado para golpear com sua adaga. Hinalle conseguiu se esquivar do golpe e recuou. _Você é rápida. – elogiou Hayashi. _Você é irritante. – disse Hinalle, áspera. _Vou levar como um elogio... Hinalle avançou, começaram uma ágil batalha, as lâminas da Katar colidiam com a adaga ninja. Hayashi saltou para trás e conjurou: _Lança de gelo! Uma lança foi arremessada contra Hinalle, que esquivou. No local onde a lança atingiu, uma coluna de gelo apareceu. Hayashi continuou conjurando várias lanças, até que Hinalle não conseguiu ser rápida o bastante e sua perna ficou presa em uma das colunas. _Droga! – disse Hinalle. _Não é rápida o bastante para isso... Dragão Ascendente! – conjurou o ninja, elevando sua mão ao céu. Nada ocorreu. _Mas o quê? Hinalle se livrou da coluna de gelo. Ficou ajoelhada no chão, tentando se recuperar. _Entendo... Então era para isso que aquele encantamento servia. _Do que você está falando? – disse Hinalle, ofegando. _Fogo não pode existir na área em que estamos, creio que seja para impedir seu amigo Ifrit de ajudar vocês. *** Mais uma vez Michael estava no chão, não conseguira acertar Sorvus, mesmo usando Desejo Arcano, suas magias faziam dano a mais, mas Sorvus sempre conseguia refazer sua barreira. Michael pegou uma poção em seu cinto. _Luz Divina! Outra explosão, Michael voou mais para trás. A poção caiu no chão e se quebrou. _Eu jurava que vocês eram mais fortes do que isso, vou acabar logo com você e depois derrotaremos Doppelganger facilmente. Uma luz negra apareceu abaixo de Michael, que sentiu suas forças desaparecer. _Argh... o-o que é isso? – perguntou Michael. _Isso é o meu poder. Você pode chamar de Cura Reversa. Vai sugar suas forças e sua energia vital. Então você morre. Então uma coisa passou pela cabeça de Michael. Como poderia ter ignorado tal fato? _Desencantar! Sorvus cambaleou, energia saiu de seu corpo como pequenas esferas azuis. Agora nenhum tipo de proteção estava ativo. Michael avançou contra o sacerdote, estacou sua adaga no abdome do inimigo. Descargas elétricas caíram do céu e atingiu Sorvus em cheio. _Argh! Luz Divina! Dessa vez Michael recuou rápido o bastante. _Rajada Congelante! A fileira de gelo iria chegar a Sorvus, mas foi interrompida por Bafomé, que havia colocado a lâmina de sua foice na frente do sacerdote. Doppel apareceu ao lado de Michael, tinha vários ferimentos, assim como seu oponente. _Temos que terminar isso rápido, Hinalle pode estar em apuros. _Santuário! – conjurou Sorvus. Toda a clareira ficou escura com a luz negra proveniente do chão, Michael sentiu suas forças se esvaírem como o que ocorreu quando foi atingido pela Cura reversa. _Vou acabar com isso! – disse Doppel. Pegou um pergaminho, porém como um relâmpago, a foice de Bafomé voou e decepou seu braço, não sangrou, porém uma fumaça negra saia do ferimento. O braço decepado desapareceu no ar, e a foice de Bafomé voltou para o dono sozinha. _Droga! – gritou Doppel. – Michael, pegue o pergaminho e abra-o! Bafomé avançou contra Michael com a foice pronta para o golpe. Doppelganger defendeu o golpe com o Executor, entrando no caminho. Michael pegou o pergaminho, enrolado e preso numa fita com escritas rúnicas: “PICRIM” Retirou a fita e o abriu, conseguindo ler apenas “Pergaminho de Invocação de Criatura Mágica”, então o pergaminho virou gelo. E o ar em volta se tornou congelante. Continua...
  9. Olá, todo mundo! Gostaria de me desculpar pela extrema demora desse capítulo, estou me dedicando muito aos estudos, problemas, etc... Mas aqui estou, com um novo capítulo, e espero que não tenham esquecido totalmente minha Fic i-i! Capítulo 29 – Poção Roubada Michael acordou com dores em todo corpo, tentou se levantar, mas se arrependeu no mesmo instante, uma dor aguda o atingiu, fazendo-o cair na cama de novo. Olhou para os lados, estava em um quarto de alguma estalagem, não sabia exatamente qual era, mas pelo menos, tudo havia acabado bem. *** _Peguem-no! – gritou um bruxo, saindo às pressas da Guilda dos Magos. Outros bruxos e magos saíram da guilda, prontos para atacar o alvo: um vulto em alta velocidade pelas ruas da cidade. Muitos aventureiros também se puseram a ajudar os magos e bruxos. Um atirador de elite posicionou o arco e atirou uma flecha em direção ao alvo. Tinha certeza que iria acertar, mas no momento em que a flecha estava a milímetros do alvo, este desapareceu no ar, reaparecendo mais a frente. _É um ninja! – gritou uma pessoa no meio da multidão. O ninja misterioso virou-se e rapidamente fez alguns símbolos com as mãos, e em um segundo, uma barreira de chamas brotou do chão, bloqueando o caminho. Vários magos conjuravam magias. _Rajada Congelante! Grandes fileiras de gelo atingiam a barreira que aos poucos se desfazia. Alguns aventureiros conseguiram pular a barreira, já pequena. O ninja foi surpreendido por alguns bruxos, que estavam no caminho. _Barreira de Fogo! – gritaram vários, em uníssono. Várias chamas apareceram em volta do ninja, agora encurralado por todos os lados. Caçadores e Atiradores apontavam seus arcos e bestas para ele. Magos e bruxos estavam preparados para conjurarem suas magias. Cavaleiros estavam em posição de ataque. De repente, o ninja fez movimentos rápidos com as mãos, terminando com sua palma no chão. Então uma forte descarga elétrica atingiu toda área em volta dele. Todos em volta caíram no chão, gritaram, foram paralisados. E no momento seguinte, já não havia mais ninja. *** Michael almoçava como se nunca tivesse comido na vida, assim como Hinalle. Joumios ainda dormia. _Isso estava ótimo, obrigado, Hinalle! – disse Michael quando terminou, referindo-se ao almoço preparado por Hinalle. _Ora, por nada! – disse Hinalle, terminando também. O dia estava bem claro, uma claridade agradável, assim como o calor. Decidiram que iriam ir ao mercado de Geffen para repor mantimentos. Michael precisava de poções azuis. Hinalle precisava de frascos de veneno. E todos precisavam de comida, iriam sair da cidade logo. _Sabe onde Doppel foi? – perguntou Michael. _Ele disse que foi checar algumas coisas... – respondeu Hinalle, que havia acordado mais cedo que Michael. _Tudo bem, logo Joumios acordará e poderemos decidir o que... Antes que Michael pudesse responder, a porta abriu-se bruscamente. Era Doppel, com uma cara não muito boa. _Roubaram... Uma delas... – disse ele, ofegando. *** Sorvus, o sacerdote da União, esperava calmamente pela chegada de alguém sob a sombra de uma árvore nos arredores de Geffen. _Realmente, você é bem rápido. – disse o Sacerdote, calmamente. O ninja estava do lado oposto da árvore, com suas costas encostadas nela. _Devo me desculpar, não pude pegar todas elas, desde o incidente com o Kasa, eles passaram a guardá-las separadas. _Qual você conseguiu? O ninja caminhou calmamente até o sacerdote e retirou de sua bolsa um pequeno frasco. Dentro dele não havia nada mais que um pequeno objeto cintilante, no formato de um raio. _Tudo bem, é uma das poderosas. Vou dar o seu pagamento, posso voltar a precisar de seus serviços novamente. Sorvus ia tirar o dinheiro de seu bolso quando ouviu um som atrás de si, virou-se e se deparou com Bafomé. _Ainda não, vamos precisar de você neste momento – disse Bafomé. Sorvus parecia confuso, mas virou-se para o ninja. _O que me diz, Hayashi? _Claro, mas posso saber qual é o objetivo disso? _Simples, destruir Michael, Hinalle e Doppelganger. – disse Bafomé. Continua...
  10. Obrigado a todos pelos comentários! Quanto ao post do MagoxDlol3000, se a fic fosse baseada em aspectos in-game, sim, poderia fazer o Michael virar uma 3ª classe no mesmo momento, ninguém bate no Belzebu desta forma, ainda mais um Battle Sage, certo? Mas a fic não pode seguir aspectos do jogo, porque senão teria que fazer uma pilha de personagens para confrontar os "mvPs" nas histórias, o que não é uma opção, portanto, vamos dizer que no mundo da minha Fic, sim, é possível bater no Belzebu com um Super Aprendiz. E Schor, você sabe que isso não vai acontecer tão cedo, acha? Até mais!
  11. Nossa, me desculpem, saiu errado na janela de escrita! O formato ficou horrível, mas está legível. Deu um erro no Explorer e estou usando Mozilla, deve ser por isso...
  12. Olá a todos! Desculpe pela enorme demora e obrigado por acompanharem o tóppico, eu achava que não era assim, rsrs! Capítulo 28 Parte 2 – Michael e CIA x Belzebu e Azufia E no segundo seguinte, Doppelganger estava nas garras do falcão, suas pernas pendiam no ar e a altura era enorme. Agiu rápido: com as duas mãos, se segurou nas garras da ave gigante e começou a escalar, não demorou muito para ela começar a se sacudir e tentar se livrar do espadachim, que conseguiu subir nas costas da criatura. _Executor! Uma das suas três espadas apareceu na mão de Doppelganger, aquele tinha o pomo em forma de crânio e um uma corrente com uma cruz na ponta ao longo da lâmina. O espadachim sentiu um cheiro ácido no ar, e percebeu que a ave guinchava e se contorcia. Olhando melhor, conseguiu ver o ferimento púrpura, que emanava uma fumaça da mesma cor. Não podia pensar muito, decidiu terminar aquilo logo. Levantou a Executora no ar e quando ia descer a lâmina, sentiu uma força enorme o empurrando, e no segundo seguinte, girava no ar. A ave havia... desaparecido? De repente uma silhueta apareceu na frente de Doppelganger, era o falcão, agora preparado para estripar o espadachim com o bico. Doppel foi mais rápido e colocou a espada em posição horizontal, segurando no punho com uma mão e na lâmina com a outra. A espada impediu a abe de fechar o bico, mas ainda assim, lá estava Doppelganger, com suas pernas pendendo novamente, numa situação parecida com que a batalha começou. --- Um minuto atrás Hinalle viu seu amigo ser levado pelas garras do falcão. _Não! Azufia ofegava, mas conseguiu rir. _Chega a ser ridículo, agora vou ter apenas que matar você... Hinalle não podia perder tempo, avançou contra Azufia e atacou, mas a caçadora defendeu, agora com apenas metade de seu arco de metal. Começaram uma luta ágil, faíscas voavam para todos os lados. Mas nenhuma delas encostou na outra. Hinalle recuou com um salto. Rapidamente pegou outro frasco de veneno. _Envenenar arma! A arma adquiriu um brilho púrpura novamente. _Acha que mesmo com isso irá me derrotar? – debochou Azufia. A imagem de Hinalle tremeluziu, e no segundo seguinte, estava invisível. --- Naquela situação, Doppelganger não tinha muito tempo para pensar. E o falcão queria colidir direto com uma parede, o que acabaria com Doppel, e fazia o espadachim ter apenas poucos segundos para pensar. Um ponto fraco, pensou Doppelganger. E uma idéia apareceu em sua mente. O ferimento que Hinalle causara à ave estava ao alcance de seus pés. Conseguindo o máximo de impulso que podia, chutou o ferimento. A ave guinchou e sua altitude caiu drasticamente, estava girando aleatoriamente no ar. Doppel só conseguiu ver a imagem da parede perigosamente perto, antes de os dois colidirem diretamente com ela. --- _Apareça! – gritou Azufia. A caçadora girava, tentando ver algo que denunciasse a localização de Hinalle. Ouviu um ruído, e rápida como um raio, pegou uma flecha de fogo em sua aljava, atirando a mesma com a mão na direção do som. A flecha passou direto e colidiu com a parede, formando faíscas e uma pequena explosão. De repente, a caçadora sentiu uma dor forte no braço, e logo depois na sua perna, seguido de outro corte não muito fundo em seu abdômen. Cortou o ar com seu “meio arco”, até que foi emitido um ruído metálico e a imagem de Hinalle reapareceu na sua frente, com as duas katares defendendo seu golpe. Rapidamente, a caçadora pegou mais um flecha e a estacou no abdômen da mercenária com as próprias mãos. Hinalle sentiu a ponta da flecha lhe queimar a carne, mas não podia deixar aquilo continuar. _Explosão Tóxica! Estacou suas duas Katares no peito de Azufia, e no momento seguinte, uma fumaça púrpura saía da boca e do nariz da caçadora, que ficou inerte e caiu no chão. Hinalle retirou a flecha de seu abdômen com as próprias mãos, e a última coisa que viu foi um enorme falcão colidindo direto com uma parede do recinto, antes de tudo ficar escuro. --- Qualquer outra pessoa que não estivesse ocupada demais tentando não morrer apreciaria a épica batalha de Belzebu e Ifrit. Bolas de fogo e esferas sombrias colidiam no ar, formando explosões. Ifrit juntou as duas mãos e um raio de fogo saiu delas, mas colidiu diretamente com uma barreira invisível de Belzebu, que ria histericamente. _Finalmente uma luta que valha a pena! Ifrit queria ajudar Doppelganger, Hinalle, Michael ou Joumios. Mas não podia parar sua luta. Não podia também conjurar ajuda, já que uma Salamandra poderia matar os humanos ali presentes, Azufia possuía controle sobre Kasas, e Imps não seriam tão úteis naquele momento. A jaula com Michael e Joumios dentro estava em outro lado da sala, mas podia-se ver que os dois confinados estavam tendo dificuldades, o número de cães infernais era incrível. Eles teriam que agüentar até a batalha acabar, se acabasse uma hora... A idéia de ajudar humanos não lhe era muito agradável, mas naquele momento, tanto Midgard quando o tal outro mundo estavam em perigo, e os planos da União de Conquista não podiam ser completos. Caso contrário... Seus pensamentos foram interrompidos por um número considerável de Banshees avançando em sua direção, no mínimo 30 criaturas. Elas saltavam sobre a grande figura do Senhor do Fogo, de mais ou menos 3 metros. As banshees cravavam suas garras pelo corpo de Ifrit, que, ao contrário do que muitos poderiam pensar, sim, estava sendo ferido. Vários espinhos flamejantes brotaram no corpo de Ifrit, como lanças, fazendo com que todas as Banshees a sua volta virassem cinzas. Não perdeu tempo, o Senhor do Fogo avançou contra Belzebu, deu um forte soco flamejante na barreira invisível, e continuou atacando até que vários estilhaços voaram pelo ar, desaparecendo logo em seguida. Não pôde deixar de notar que agora, além de cães infernais, Michael e Joumios estavam enfrentando Massacres. Ifrit formou uma espada de fogo em sua mão, atacou e Belzebu defendeu com seu cajado. A luta continuou, com Belzebu defendendo-se com pequenas barreiras mágicas e com seu cajado. Quando Ifrit abriu sua guarda, seu inimigo apontou o cajado diretamente para seu peito, de onde surgiu uma explosão vermelha, fazendo com que o Senhor do Fogo recuasse pelo menos 5 metros. De repente, o solo abaixo de Ifrit se tornou escuro, parecia que não havia nada ali, mas desta escuridão surgiram mãos da mesma cor, eram esguias e medonhas, como se estivessem se decompondo durante centenas de anos. Elas imobilizaram e puxaram o Senhor do Fogo para dentro do buraco negro. --- Michael e Joumios estavam destruídos, quase literalmente. A armadura do Super Aprendiz estava quase completamente acabada, enquanto o manto de Michael estava bastante rasgado, e ferimentos em ambos. _Michael! – gritou Joumios, enquanto matava mais um Massacre e se preparava para outro. – Olhe, Ifrit foi... derrotado! Michael olhou para onde Ifrit e Belzebu batalhavam. O Senhor do Fogo não estava mais ali, mas havia um buraco negro no chão. Por um momento, Michael sentiu todas suas esperanças sumirem de uma só vez. Mas de repente, do buraco negro surgiram chamas que quase chegavam ao teto, e a cor escura do buraco agora ganhava um brilho alaranjado. _Continue, Joumios! Ele vai conseguir. – mas Michael não estava assim tão certo disso. --- Belzebu sentiu uma dor aguda em seu peito, era Ifrit, que de alguma forma saíra do solo bem atrás dele e estacara sua espada. Olhou para trás, mas uma bola de fogo o atingiu em cheio nas costas, fazendo-o para bem em cima do buraco, agora com um brilho alaranjado, e chamas brotavam de seu interior. Uma enorme barreira flamejante circular surgiu em volta do buraco. Belzebu tentou ir contra ela, mas recuou por causa da intensidade das chamas. _O fogo sempre vence no final... – disse Ifrit, apontando a palma da mão na direção de Belzebu. _Ifrit! Você me pag... – uma enorme coluna de fogo surgiu do buraco, chegando a destruir até mesmo o teto do recinto.
  13. Obrigado pelos comentários, pessoal! Schor como sempre investigando os detalhes da minha Fic, vamos fazer de conta que os fantasmas são um tanto palpáveis... Logo postarei a Parte 2, obrigado, e até mais !
  14. Opa! Já tem um comentário. Olha, a ave é o falcão da Azufia, que aparentemente foi muito treinado (ou entupido de esteróides)! Já Ifrit x Belzebu, é a luta que vai finalizar tudo, entende? Até mais, logo postarei a parte 2!
  15. Hey, pessoal! Schor SEMPRE esperando o melhor para os meus personagens, né? Hahahaha! Dividi o capítulo em duas parte para ficar mais fácil para ler. Espero que gostem tanto quanto eu gostei de escrevê-lo! Capítulo 28 (Parte 1) - Michael e CIA x Belzebu e Azufia Algum tempo atrás... _Então, Ifrit, o que me diz? – disse Seyren. _Por mais que eu reflita, eu não entendo os seus ideais, por que conquistar outro mundo? – perguntou a figura flamejante em seu trono. _Para expandir nosso império! Logo Satan Morroc ressurgirá, este mundo ficará pequeno para tamanho mal que se aproxima! _E como pode ter tanta certeza de que não irão parar Satan Morroc novamente? _Ninguém pode! A única pessoa que conseguiu agora está morta, ou nem tanto assim... Mas ainda assim, não pode lutar contra o poder de Morroc. Ifrit não conseguia ver o que a conquista de um mundo em que não existe magia poderia trazer de bom, na verdade, nem mesmo um mundo rico em magia traria alguma melhora. Estava satisfeito com seu “reino”, o Vulcão de Thor, era temido por todos os aventureiros de Midgard, e os mesmos pensavam duas vezes antes de se aproximar demais do terceiro nível. Não precisava de um outro mundo, podia até ser tarjado como uma criatura maligna, mas ainda sabia diferenciar o correto do insensato. E atacar um mundo indefeso não fazia parte da sua lista de “coisas sensatas”. _Não posso fazer parte disso. Não consigo ver vantagem nisso... Lorde Seyren olhou Ifrit com um olhar perfurante. Riu, e disse: _Saiba que não foi o único a negar o convite. _Eu sei, muitos não devem ter concordado, ou pensado da mesma forma que eu... Eu realmente gostaria de saber o porquê de tudo isso. – disse Ifrit. _Vocês estão enfraquecendo com o tempo, você, aquela tartaruga velha, o samuraizinho aprisionado e muitos outros. _Sabe que não é isso, você realmente vê algum propósito nisso tudo? Seyren o ignorou, desaparecendo em um milésimo de segundo. *** _Eu sabia que não gostava da união, mas nunca pensei que se voltaria contra ela. – disse Belzebu com desdém. Michael e Joumios já haviam saído do encantamento de petrificação, mas ainda estavam paralisados, parecia que duas enormes forças invisíveis colidiam naquele recinto. _Digamos que me deram argumentos mais sólidos. – disse Ifrit. _Sólido ou não, não tem chance alguma contra a União inteira! – disse Azufia. _Inteira? Ora, por favor, todos sabem que ela está ruindo aos poucos, vocês vão acabar tão rápido quanto começaram! – disse Doppelganger. Belzebu agitou o cajado no ar e uma jaula grande feita de um material indefinido parecido com fumaça apareceu em volta de Michael e Joumios. Cinco cães infernais apareceram dentro da mesma, todos rosnando para a dupla agora presa. Ifrit atirou uma bola de fogo na jaula, mas só conseguiu fazer com que a jaula diminuísse de tamanho. _Solte-os! – ordenou Ifrit. _Terá que lutar comigo! – desafiou Belzebu. _Se é injustiça que quer, então a terá! Dizendo isso, luzes verdes brotaram do chão sob Hinalle, Michael e Joumios. Os três haviam sido curados por Ifrit. Porém, uma luz verde também curou Azufia, ato provavelmente feito por Belzebu, que disse logo depois: _Ótimo, então vamos começar! *** Hinalle agora se sentia muito melhor, mas não percebeu Azufia se preparando para atirar. Quando olhou para a caçadora, esta atirou uma flecha. Não havia tempo para defender. Ouviu um ruído de colisão metálica. _Quanto tempo, vejo que vocês ficaram mais fortes. – disse o espadachim. _Obrigada, Doppel! – disse Hinalle, com lágrimas brotando de seus olhos. _Dois contra um é covardia! Dizendo isso, Azufia conjurou outra criatura: o maior falcão que Hinalle já havia visto, deveria ter três ou quatro metros de altura. _Se Ifrit está aqui, não posso usar os Kasas, mas este aqui é muito mais forte que qualquer ave de fogo. – Azufia se aproximou da águia soltou um tipo de cinto complexo da sua asa. – Enquanto ela está com esse objeto, ela não pode voar, e já que ela costuma tentar fugir e ser um pouco... agressiva, prefiro mantê-la presa. _Eu cuido do falcão. – sussurrou Hinalle para Doppel, _Cuidado, essa coisa parece perigosa. – Doppel alertou-a. No segundo seguinte, o falcão avançou rapidamente para os dois com as asas abertas, zunindo como lâminas cortando o ar. Hinalle e Doppel desviaram rolando cada um para um lado. Deram um aceno positivo com a cabeça e cada um se virou para seu inimigo. *** Michael e Joumios estavam encurralados pelos cinco cães. Eram vermelhos, com grandes orelhas e rachaduras na cabeça, por onde saíam pequenas esferas fantasmas. _E o que fazemos? – disse Joumios. _Matamos todos até Ifrit derrotar Belzebu. – disse Michael, determinado. _São só cinco, vai ser fácil. Joumios correu até um deles. _Golpe fulminante! O cão se desfez no ar. Outro saltou e Joumios o cortou no ar, fazendo-o se desfazer no mesmo tempo. _Rajada Congelante! – gritou Michael. Outro cão foi congelado, outro avançou para Michael, que conjurou uma bola de fogo acertando a criatura em cheio, fazendo-a cair perto do congelado. _Tempestade de Raios! Uma enorme descarga elétrica acertou os dois, fazendo-os desaparecer também. _Mammonita! – gritou Joumios, acabando com o último cão infernal. _Ok, e agora? – perguntou Michael. A resposta veio como uma matilha de mais dez cães infernais. _Que ótimo! Desejo Arcano! _Estou começando a achar que não deveria ter encontrado você e Hinalle. – disse Joumios sorrindo em posição de ataque. *** O arco de Azufia reluzia, era feito de metal, era como uma espada dupla, sua extremidades podiam cortar, mas seu centro, onde a caçadora segurava, não tinha corte. Em suas costas havia três aljavas: flechas de fogo, prata e neutras. E sabia que para lutar contra Doppelganger deveria usar as de prata. Pegou duas. _Rajada de Flechas! Doppelganger rolou para o lado, desviando das duas flechas. _Chuva de Flechas! Várias setas letais zuniram em direção ao espadachim. _Impacto Explosivo! As flechas queimaram e viraram cinzas. Os dois se encararam, aquilo não ia levar a nada, Doppel tinha que atacar. Avançou para Azufia. _Tirfing! – e sua espada mutante apareceu em sua mão, “sorrindo”. Azufia começou a atirar várias flechas seguidas, duas acertaram Doppel, as flechas pareciam queimar em seu corpo, visto que os cortes causados pelas setas de prata começavam a exalar fumaça. _Flechas de prata... Droga! Alcançou uma distância boa para que o combate a longa distância ficasse inutilizado. Doppel desferiu um golpe vertical visando o ombro de Azufia. Mas teve uma surpresa, a caçadora era, além de boa com o arco, habilidosa em combate a curta distância. Usava seu arco como uma espada de duas lâminas opostas e era muito rápida. Os dois colidiam suas armas, fazendo faíscas jorrarem dos impactos. Azufia encontrou uma brecha na defesa de Doppelganger e acertou um chute em seu peito, fazendo-o se distanciar. _Disparo Violento! Doppel defendeu a flecha, mas o impacto foi tão forte que foi obrigado a recuar alguns metros. Não foi o bastante para fazê-lo desistir. Avançou mais uma vez, Azufia viu que ele se aproximava. _Rajada de Flechas! As duas flechas de prata acertaram Doppel com força, uma no ombro e outra em seu abdômen. Doppel não parou: _Vigor! Conseguiu refletir algumas flechas que foram atiradas, e algumas foram acertadas pelo seu corpo, mas ele não sentia dor. _Golpe Fulminante! – gritou ele. Sua Tirfing adquiriu certo brilho e seu sorriso aumentou, quando a lâmina do arco e a espada colidiram, metade do arco se quebrou, sobrando apenas a outra metade, o que fazia parecer uma espada normal. Doppelganger se preparou para dar seu último golpe, quando olhou para o lado e viu duas enormes garras vindo em sua direção. *** Alguns minutos antes... Depois que cada um foi para um lado, Hinalle se virou para seu inimigo, o falcão de Azufia. Era enorme mesmo, e Hinalle não sabia se daria conta. Suas garras eram do tamanho de lâminas de espadas normais, e o dano que poderiam causar se equiparava ao de lanças. A ave avançou para Hinalle, que tentou a mesma estratégia que usara contra o Kasa, avançou também, quando chegou a uma certa distância, se ajoelhou no chão e levantou as Katares, com o objetivo de causar um dano por baixo. Não deu certo, muito pelo contrário, a águia conseguiu levar Hinalle junto, com suas garras enganchadas nas Katares, logo conseguiu uma altura de dez metros e Hinalle viu tudo de cima. _Ave idiota! Hinalle queria sair dali, mas só conseguiria sair se soltasse as Katares, o que não era uma opção, já que não podia ficar sem armas. O falcão começou a sacudir suas patas, e Hinalle fez muito esforço para não largar suas Katares, mas sentiu que as Katares que iriam se soltar se não fizesse algo, e rápido. De repente, viu que tinha uma ótima oportunidade ali. Uma das Katares soltou no momento em que refletia. _Droga! Hinalle guardou de qualquer jeito em seu cinto a katar que havia se soltado. Com sua mão agora livre, agarrou a pata da águia, com certo esforço, retirou a outra katar que estava enganchada com a garra da ave, que começou a se sacudir novamente, e de repente, começou a girar no ar. Posso usar isso ao meu favor, pensou Hinalle. No momento certo, Hinalle se soltou, continuando na mesma velocidade por causa da inércia, mas em uma altura elevada. No segundo seguinte, conseguiu se agarrar as penas das costas do pássaro. Agora estava muito mais fácil, pelo menos era o que Hinalle achava. A ave continuava a se sacudir, girando e indo de cima para baixo, da esquerda para a direita e vice e versa. Hinalle deixou sua mão ainda armada com a katar segurando a arma e as penas da ave ao mesmo tempo, enquanto a mão livre ia para o seu cinto, procurava um pequeno frasco de veneno. Quando achou, agiu rápido, não podia usar de qualquer forma, visto que estava a uma grande velocidade e poderia perder aquele frasco. Abriu o pequeno objeto e com todo cuidado, derramou o líquido púrpura na katar e jogou o frasco fora. Pegou sua outra katar e juntou as duas armas ao peito. _Encantar com Veneno! As duas katares adquiriram um brilho roxo. Hinalle se preparou para golpear o pescoço da ave, mas esta se sacudiu bem no momento, a garota perdeu o equilíbrio. Antes de cair, conseguiu se segurar em algumas penas, era agora ou nunca. Hinalle desferiu um golpe no pescoço do falcão, que no mesmo momento guinchou alto, do corte saía sangue e uma fumaça púrpura, como se queimasse o ferimento. A ave começou a perder altitude, Hinalle se soltou, rolando no chão por mais alguns metros, mas não percebeu que o falcão agora se dirigia para Doppel, que se preparava para derrotar Azufia. A ave queria levar Doppel, e era tarde demais para ele desviar. Continua...
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