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Jon McJohnny

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  1. Como disse, fiz o teste em uma calculadora pós-renewal, e no caso do meu teste a defesa negativa passou de -53% (hard DEF -39) para -232% (hard DEF -78). Pode ser um bug da calculadora, mas se não for...
  2. Venho levantar um fato curioso sobre o Assumptio pós-renewal, gostaria de saber a opinião de vocês:Todos sabemos que o Assumptio agora dobra a Hard DEF e a Hard MDEF do alvo. E que a carta Tao Gunka, apesar de dobrar o HP do usuário, dá -50 de Hard DEF e -50 de Hard MDEF. Mesmo para chars com armadura até os dentes, -50 de penalidade pode vir a deixar ou a DEF ou a MDEF negativas.Se o assumptio dobra as defesas, e pelo menos uma delas é negativa... isso significa que essa defesa negativa será dobrada, e o alvo receberá dano maior ao invés de proteção extra...Fiz o teste numa calculadora pós-renewal (ainda em alfa - pode não estar correta nesse quesito), e de fato o assumptio dobrou a defesa negativa... e o resultado foi impressionante. Não sei se posso passar o link da calculadora aqui, então quem tiver curiosidade dê uma pesquisada no assunto... Já pensou o cara com TG tomando um assumptio e levando o dobro do dano? De que adiantou dobrar o HP?
  3. Memórias de um Aventureiro - by Jon McJohnnyhttp://sites.levelupgames.com.br/FORUM/RAGNAROK/forums/t/394750.aspx
  4. Prefácio Sempre procurei uma forma de entender de fato o que é a vida, esse bem abstrato ao qual nos apegamos tanto. Se pude chegar a uma conclusão, certamente é a de que a vida é como uma imensa tela de pintura... Quando nascemos, esta tela está totalmente branca, e oferece infinitas possibilidades para nossos inábeis, mas ansiosos pinceis. Conforme o tempo passa, nossas pinceladas se tornam mais concretas, as cores e os efeitos se tornam mais nítidos, e a obra de nossa vida começa a tomar forma. Rabiscamos com tintas escuras os nossos erros, imaginando como ocultá-los dos olhos observadores de outrem. De repente, paramos para admirar nossa criação, e percebemos que já pintamos muito da nossa tela, o suficiente para não podermos voltar atrás... E então passamos a procurar desesperadamente pelos espaços em branco, preenchendo-os com a mesma ansiedade com a qual tememos chegar ao fim da obra... Neste texto, procuro registrar a minha pintura, a obra que construí ao longo de anos de aventuras no reino de Rune-Midgard. Cada palavra aqui é um traço da obra maior, cada descrição mostra as cores e a textura com as quais gravei minhas memórias. Espero que este registro seja de alguma utilidade no futuro, nas mãos dos ávidos por entenderem as aventuras e a vida que levamos nós, os aventureiros, na época de ouro, tesouros e emoção que viveu essa maravilhosa terra, em sua mais gloriosa época. Capitulo 1 – Novos Ventos do Velho Mar - Certamente! – respondi àquele marinheiro sujo, e aparentemente muito cansado, que convidava os viajantes a deixarem o barco. Após muitos dias de viagem pelo mar inquieto, eu finalmente chegara à Rune-Midgard, a terra de aventuras prometida a mim por cada uma das histórias contadas pelos bardos de minha terra natal. Ao pisar no cais, em solo firme finalmente, pedi silenciosamente que esta nova terra, tão cheia de possibilidades, me acolhesse como um de seus aventureiros, na minha busca pessoal por explicações, respostas, e obviamente, emoção. Terminando minha curta prece, subi os muitos degraus de madeira incrustados na pedra, e foi ao terminá-los que pude ter uma primeira noção da grandiosidade desta Rune-Midgard, não mais a cantada pelos bardos, mas sim a que agora pude vislumbrar com meus próprios olhos: uma terra tingida pelo verde brilhante da grama, com algumas árvores às voltas de uma rústica estrada. O sol, em seu espetáculo diário, dava ao verde uma luminosidade bucólica, e o som do mar, cada vez mais distante, permeava a quietude do ambiente com uma música preguiçosa. Esta maravilhosa primeira imagem de Rune-Midgard teria sido a imagem mais marcante deste dia de descobertas, não estivesse repousando, ao longe, um majestoso castelo! Seus muros de pedra, já marcados pelo tempo, rapidamente me lembraram que o predominante nesta terra não seria o bucolismo de suas paisagens, mas sim a aventura que me aguardava. Embora minhas pernas ainda estranhassem o solo firme, corri todo o caminho que me separava do castelo, ansioso por devorar ainda mais da novidade que esta terra começara a me oferecer. Diante de suas enormes portas, entretanto, hesitei, vítima de uma insegurança repentina. Era um forasteiro, e além de tudo, um aprendiz, sem profissão ou utilidade. Será que me aceitariam neste imponente castelo? - Vai ficar muito tempo aí parado? – Uma voz feminina me tirou do torpor com um susto. Olhei para trás e vi esta mulher em armadura, segurando uma enorme lança. - Sou um forasteiro, e conheço pouco desta terra. Talvez você pudesse me informar... - Entre logo, – rugiu a mulher – lá dentro você será instruído sobre como proceder. E boa sorte. Despedi-me da mulher, ainda meio entorpecido em razão de sua inesperada aparição, e finalmente entrei no hall do castelo, deixando a pesada porta se fechar atrás de mim. Meus olhos demoraram a se adaptar à relativa escuridão do local, iluminado apenas por uns poucos candelabros pendurados no teto alto. Avistei, ainda assim, uma enorme mesa de madeira, localizada no centro do enorme hall, iluminada por seu próprio, embora pequeno, candelabro. Junto a esta mesa, um homem parecia atarefado rabiscando seus papéis, mas parou quando me aproximei. - Bom dia, caro aprendiz. Recebi informação que este último navio trazia mais um jovem para Rune-Midgard, por isso tomei a dianteira e me preparei para sua chegada. Seu equipamento está nesta bolsa, ao lado da mesa; pode pega-lo e se dirigir para o treinamento. Meus olhos desviaram-se para o local referido pelo homem. Havia de fato uma bolsa ali, e dentro dela havia vestes, uma adaga e um escudo. Voltei a fitá-lo, e sem levantar os olhos de seu papel ele resmungou mais algumas palavras: - Ande logo. Saia pela porta à minha esquerda, lá você poderá se trocar e começar seu treinamento. Boa sorte. O homem voltou então aos papéis, e sua pena voltou a escrever furiosamente. Esbocei um agradecimento, peguei a pesada bolsa com as mãos e, jogando-a às costas, parti para o local indicado por ele. As pessoas deste castelo certamente sabiam como ir direto ao ponto. Em todo caso, eu agora me sentia mais confiante, e fiz o trajeto com passos firmes, decidido a fazer-me um aventureiro de fato, e o mais depressa possível.
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