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DiegoMaxuel

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  1. @Nerdoz Considerando que você falou em "vocês" no plural então volta a estudar tá? (vai ler lá em cima sua primeira publicação) Aliás, não me dói nada responder a pessoas da tua índole, tivesses sido educado em vez de vomitar sua fúria nessa e outras postagens, tudo bem, mas pode postar o que quiseres, você não disse que esse espaço é para falar de outras coisas? Então, fica discutindo aí sobre o que lhe agrada, se são pés o teu gosto, então espere outros com mesmo gosto continuarem a conversar contigo sobre esse sei lá, fetiche, exibicionismo, sarcasmo, enfim, não sei o que te representa. Em tempo, obrigado por ter achado engraçada a minha resposta, eu percebi que você tem gosto duvidoso, carente de conversar mais? Que pena, não gosto de falar de pés masculinos. Abraços.
  2. Bom, enfim, a pergunta esta devidamente respondida e quem quiser acrescentar algo que possa ajudar nosso colega a encontrar os produtos sinta-se a vontade, pois acredito eu que esse post continuará aqui nessa área sim. Quem se incomodar abra ticket ou qualquer coisa que o valha para retirar, contate os adm, etc, seja criativo. Abraços.
  3. Nota inicial: Antes de começar a leitura, eu fiz umas observações importantes sobre o futuro dessa história ao final, depois deem uma lida. Boa leitura! Aventuras num presente em transição...parte4: Tabu Dantes estava pasmo, segurava aquele poring com as duas mãos, rodeando ele, procurando… - Como pode? Sua boca é maior que metade do seu corpo, para onde vai a comida? Alguns minutos antes, aquele bichinho estava de tocaia abaixo de uma pilha de livros, esperando a aproximação do guardião real; um, dois, três passos, uma parada para pegar um caderno roxo. Poring se enfurece, aquela coisa retangular e roxa era feia, e no seu inocente entendimento, eles deveriam brincar com ele e não ficar parados horas olhando coisas que não se mexiam. Num salto que faz voar alguns livros em Dantes, Poring engole o caderno de I. Gaebold, de uma só vez. Dantes o levanta, sem entender nada. - Dá ele aqui! (Disse Seraffyh, que acordou com o barulho) - Toma, você tem luvas? (Pergunta Dantes) - Luvas? Tem algum artefato por aqui? (Disse Seraffyh) - Aff esquece bicho! Quando ele for fazer cocô me chama! (Dantes se irrita) -Eu não sou bicho! E que droga é essa deu ter de vigiar cocô? Eu nunca vi eles fazerem cocô! (Disse Seraffyh) Seraffyh faz um carinho em Poring e volta a sentar-se; em Prontera ele alimentava os da redondeza, mas questão de fezes não. Acreditava até que de noite os percevejos do norte cuidavam das sujeirinhas deixadas nos arredores de Prontera. O jovem arcebispo pula os olhos do tomo 3 ao 10. Pela janela, dava para ver uma chuva fina cair, era noite. - Ei Dante, já que agente não descansou ontem que tal ficarmos aqui essa noite? (Disse Seraffyh) - Não fala comigo, só porque eu deixei que viesse comigo não significa que eu vou ficar de conversinha contigo. As pessoas se esbarram e se cumprimentam mas isso não significa que elas tem obrigação de se falar. E é noite só aqui, você ainda não entendeu? (Disse Dantes) Seraffyh ignora a fala do colega e retira sua batina, ficando com uma camisa fina e ceroulas. - Quê?! (Se incomoda Dantes) - Não quer falar comigo então não me olhes também! (Disse Seraffyh) Ele deita no tapete, usando dois livros e sua veste dobrada como travesseiro. Pega um livreto no chão e abre...desenhos, umas anotações feitas manualmente...dava para dar sono. “Seismic Isminsul é um lugar que sustentava a barreira entre nosso mundo e o dos deuses e demônios. Nos livramos de Jester e do General Darius, e abrimos a passagem, impressionante o número de demônios fracos que aniquilamos, já Ela foi mais difícil de transportar do que Ele. O processo deu errado e os transportamos para nosso QG, mas Ela está fraca e facilmente pode ser abatida. Não fazia ideia de onde ficava a península de Grants Ritter ou Granslitter, esse povo fala enrolado, mas é o primeiro registro mais bem detalhado depois da Guerra, e com apenas duas nações vivendo em conflito, não foi difícil encontrar.”*1 “O símbolo me agrada, mas o poder é fraco. Como símbolo que se contrapõe às cores antiquadas da monarquia pode vir a servir, se vocês anuírem é claro.” *2 Um estrondo interrompe a leitura de Seraffyh, que veste com pressa sua batina enquanto Dantes corre para fora da biblioteca. O som não era de um trovão, a chuva ainda respingava, mas não havia sinais de raios ou clarões de trovões. Um novo estrondo, mais longo, cerca de 30 segundos de duração. Dantes fecha os olhos, mas de norte a sul, leste a oeste, ele não conseguia identificar onde era mais intenso. - Vem do céu ou lá de baixo? Eu vou me molhar todo aqui! (Disse Seraffyh, cobrindo a cabeça com uma enciclopédia aberta) Dantes decide por voar com seu Grifo para fora da cidade, para assim ter uma visão do todo. O Grifo inicialmente resiste a abrir asas naquele chuvisco, mas os dois seguem. Seraffyh fica aguardando voltarem. -Cadê a lua? (Pergunta Seraffyh) Algo se entremostra entre as nuvens, mas estava muito escuro, parecia amarelo e vermelho, além disso, era uma parte só do corpo, que conforme o movimento das nuvens mostrava que percorria o céu de ponta a ponta, sumindo no horizonte. Seraffyh larga a enciclopédia encharcada de água no chão e eleva as mãos para o céu: “Glória!” Todo o céu se ilumina, e os sinos tocam fortemente, a habilidade foi amplificada de forma que Seraffyh não entendia o que estava acontecendo. Agora dava para ver que a coisa tinha escamas grossas, mas com queimaduras, estava machucada. Sua cauda surge, tinha três pontas, mas desaparece novamente com o percorrer dela no céu, era colossal seu tamanho. Dantes consegue enfim sair da cidade flutuante, e atinge um ponto de distância que poderia vê-la do todo. O Grifo estava exausto e a chuva não parava. - Que droga de escuridão! (Disse Dantes) Uma iluminação forte perto da cidade é vista, que se soma a um clarear da rocha vindo da brecha de umas nuvens, permitindo que duas luas iluminassem o suficiente para Dantes de surpreender: uma volta, duas e três, o corpo de uma serpente enlaçava a cidade, tentando comprimi-la, como se quisesse rachar a cidade. Dantes via aquela cena com um certo encantamento, e logo a serpente também nota sua presença, aproximando a cabeça do guardião real. O formato triangular de sua boca, a desproporção de tamanho, olhos rubi, e um desenho de “S” na testa, tudo era fascinante para Dantes. A serpente estica a cabeça, que logo alcança-o. Uma voz surge em sua mente: - Por onde entrastes? (…) - Hã? Você é Jormun… (Disse Dantes) A serpente abre devagar sua boca, e um hálito entorpecente é sentido, Dantes fecha os olhos e uma imagem toma sua mente. Ele via sua armadura reluzindo como ouro, e as penas de seu grifo longas e douradas, a boca da serpente estaria abarrotada de peças valiosas, entre jóias e equipamentos valiosos, mas ao abrir os olhos tudo some, não era real. - Um lugar ao lado de minha irmã, a morte, para que toda a carnificina esteja ao seu comando. (…) - O que você quer? (Disse Dantes) - Aquele anjo tem de me liberar. (…) - Anjo? Meu amigo tem nome de anjo...(Disse Dantes) Seraffyh cansa de esperar o colega, ao virar-se de volta à biblioteca, Poring estava em cima de um caderno roxo. O jovem pega o objeto todo babado. -Você colocou isso na boca Poring? Aliás, tenho que te dar um nome. (Disse Seraffyh) Um raio desce. Folheando algumas páginas ele vê o desenho da rocha que sustentava a cidade de Juno num corte sagital, podendo ver que no centro havia um cano longo de cima a baixo, algumas engrenagens no piso da biblioteca...algumas coisas que não sabia dar nome. Ele acaba por ler as mesmas páginas que Dantes havia parado. - Ei Fifi! (Dantes surge) Fifi? Dantes estava apelidando ele? O guardião real desce com seu Grifo, que estava com o pescoço torto e os olhos cerrados. - Dantes! Seu Grifo não esta bem! (Seraffyh corre e segura a cabeça do pobre bichinho) “Epiclesis!” Serafyh põe as duas mãos no chão, por onde emerge o espírito de uma árvore ancestral, revigorando tudo ao redor, mas Grifo, parentando despertar de sua condição, abre as asas e salta voo, derrubando Dantes e Seraffyh. - Vamos entrar, a chuva vai engrossar, logo ele volta. (Disse Dantes) - Mas...(Seraffyh) O arcebispo corre para dentro da biblioteca, iria até falar do monstro gigante no céu, mas lembrou que Dantes saiu pelo céu de Juno, portanto, ele esperaria a manifestação dele, pois, com certeza o colega teria visto o mesmo. - Sabe me dizer onde esta o livro de Ymir? Oh, que livreto é esse que você estava lendo? (Dantes abre e folheia) - Bem engenhosos né? Eles queriam extrair 90 % do poder da serpente usando a tecnologia antiga, foi por isso que Odin não abençoou os homens para usarem esses recursos. (Dantes) - Mas isso esta escrito aí? (Seraffyh) - Subentende-se pelas imagens, você não leu ele todo amigo? (Dantes) - Humm, amigo né… que mais diz aí Dantes, quem seriam eles? (Seraffyh) - Ah, é, eles não diz, mas não parece ser um monólogo, a escrita é dirigida para outras pessoas, e...fala aqui eles utilizaram um modelo aprimorado do MA-4885. (Dantes) - O que é isso? (Seraffyh) - É a tecnologia antiga que te falei. (Dantes) - Antiga...certo. Dantes, sabe uma coisa que eu li num caderno roxo? (Seraffyh) - Ah, o Poring te deu? Que bom que ele não mastigou as folhas. (Dantes) - É, o final do caderno descreve de forma minuciosa o funcionamento de um dispositivo, atrás desse quadro aqui, na parede, há um painel com a imagem de uma mão, e se um arcebispo usar a biblioteca é envolvida numa proteção baseada na Kyrie Eleyson, suportando por 30 minutos qualquer interferência externa. (Seraffyh) De lá fora era possível ouvir os grunhidos do Grifo, cada vez mais desesperado. - Ei, me ajuda a achar aquele livro que te falei. (Dantes) - Esta bem aqui. (Disse Seraffyh. O livro de Ymir estava ao lado de Seraffyh, em cima da beirada de uma chaminé, e o arcebispo segurava uma alavanca ao lado com uma mão, enquanto outra estva no painel mencionado, na parede) - Quando essa coisa morrer você voltará ao normal espero. (Disse Seraffyh puxando a alavanca) - Grrr (Dantes) Um disparo rápido e continuo cruza à velocidade da luz toda a profundidade da cidade, alcançando o abismo no continente. Não demora muito para os gases subirem e se expandirem, e ainda, o contato com a energia gerada faz com que o ar entre em combustão. O Grifo, ao sentir o perigo, entra pela janela da biblioteca, que se distorce como num holograma, e pula em cima de seu tutor, Dantes é empurrado e bate a cabeça ao chão, ficando preso com o Grifo por cima. -AAAAaaaaaaaaaaaaaaa!!! (desconhecido) Pela janela, o jovem arcebispo tentava enxergar algo naquele céu de fogo, mas só ouvia uma voz humana em agonia, e logo desconfia se não se tratava de alguma artimanha. Quando só o barulho das labaredas de fogo era audível, ele solta a alavanca, fazendo cessar o jato de energia, mas ainda assim, aquele ar em combustão demoraria a dispersar. Vinte minutos passam, mas cada segundo era uma batida dolorida no seu coração. No continente as águas do oceano novamente penetravam no abismo, e tornados se formavam, aquela chuva havia se intensificado, e o som do vento vindo da tempestade logo é escutado. O cenário era apocalíptico. Seraffyh olha para Dantes, desacordado. Provavelmente já se podia respirar lá fora, a visibilidade havia melhorado. Ele puxa o Grifo, que solta Dantes, a barreira protetora estava falhando e logo acabaria. O arcebispo se dirige ao meio da cidade e monta no Grifo, os dois seguem voo junto ao rumo do vento, saindo da cidade. A visibilidade começa a ficar difícil por outros motivos, o vento fazia com que os olhos se fechassem; após percorrer grande parte da rocha, eles finalmente encontram o que seria a calda da criatura. - Dizem que é na calda o coração de uma serpente, Grifo me ajude a me manter firme montado! (Disse Seraffyh, o vento não dava trégua, e foi necessário se aproximar mais) Umas das três pontas da cauda gira em direção aos dois, uma bola de fogo é lançada para surpresa de ambos, que conseguem desviar. Seraffyh agora vê olhos e boca em cada uma das três pontas, que sincronizadamente lançam bolas de fogo nos dois, as quais tem sua trajetória mudada graças ao vento, facilitando os movimentos do Grifo. A cabeça da serpente não demora a aparecer, cuspindo uma chama negra sobre os dois, porém, Grifo voa por cima do ataque e sobre a cabeça dela, que por sua vez, se contorce para dar o bote nos dois, emborcando sua boca sobre eles. O jovem arcebispo envolve os dois numa Kyrie Eleison expansiva, e o círculo impede o fechamento da boca do monstro. - Energias dos nove planetas, concedam a mim poder para expurgar o mal onde quer que ele exista, MAGNUM EXORCIMUS!!! (Seraffyh põe as mãos nas costas do Grifo, que abre suas asas o máximo possível, reluzindo uma luz divina que necrosa boca, garganta e toda a parte interna da serpente) A criatura agora estava pálida, perdendo de vez o resto de beleza que tinha. Aos poucos a cabeça cai, levando todo o corpo em direção ao abismo. Uma voz na cabeça do arcebispo surge. - A maioria dos que atentam contra um deus ou são abençoados com a glória ou amaldiçoados com um fardo. A vós, meu libertador, que escolhestes ter-me como seu guardião, só tenho a agradecer. Vamos? (…) - Hã? Vamos? Mas você esta morren...(Seraffyh nem termina de falar e o corpo da serpente já desapareceu nas profundezas) Parado por alguns minutos, pensando nas últimas palavras que compreendeu, o Grifo por conta própria começa a retornar para a cidade, e em busca de seu tutor, Dantes já esperava-os na beira da rocha, havia tentado observar o que pode lá de cima. - Cara que incrível, que golpe! (Dantes) - Eu acho que fiz besteira, eu exorcizei ele. (Seraffyh) - Ha, então o espírito dele foi direto para o outro mundo cara, acabou! (Dantes) - Mas eu nem sei que mundo estamos, e se a alma dele estiver por aí? (Seraffyh) - Olha, tem vários livros por aqui, algum pode explicar esse lugar, podemos ficar o tempo que for Fifi! (Dantes) - Fifi? Não, gosto mais do meu nome. (Seraffyh) - Ah, vamos lá, Digo e Sheilinha são nomes carinhosos, mas não são os nomes reais deles. (Dantes) - Olha, para quê tudo isso agora? (Seraffyh) - Seraffyh, vou ser curto e reto, eu me deixei levar por minha fraqueza, desonrei os valores dos templários e nem mereceria ser chamado de Guardião Real, mas em nome da honra dos meus antepassados eu tenho de pagar minha dívida contigo, e minha vida agora será dedicada a ser seu guardião. Seraffyh até que gostaria de ter uma companhia ao seu lado, mas aquela história de dívida de vida soava muito mal, eram costumes muito antigos e em desuso. Precisava ter a certeza da sinceridade de Dantes. - Vamos para a biblioteca? (Dantes) - Para? (Seraffyh) - Você precisa absorver um grande volume de informações para levarmos ao nosso tempo. Primeiro quem queria absorver o poder daquele monstro. (Dantes) - Você se lembra de ter lido isso é? (Seraffyh) - Aquele livreto estava em cima da minha cara quando eu acordei. (Dantes) O arcebispo diminui o passo deixando Dantes avançar pouco mais que ele. - Dantes! Vire-se e erga sua lança! (Seraffyh) - O quê? Ei, tá em posição de combate por quê? (Dantes) - Eu vou corrigir meu erro Dantes, vou fazer você voltar! (Seraffyh) - Cara você ouviu o que falou? Você tá apaixonado por mim ou piradinho? (Dantes) - Guardiões de Asgard, Odin, condeda a energia necessária para pulverizar o mal que habita esse pobre servo seu, MAGMUS EXORCIMUS!!! (Seraffyh) - Seu *#@%& @! ¨#@%!!!!!!!!!!!!!!! (Dantes) Por óbvio Dantes não era um fantasma, mas o impacto do golpe faz ele voar longe, até que o Grifo vendo aquilo como uma brincadeira resolve aparar o tutor no ar. Ao pousarem, Poring os aguardava, e tão logo morde a calda do Grifo, e não iria soltar tão cedo. - JUDEX!!! (Seraffyh invoca outra habilidade especial) Dantes olha ao céu, vendo as nuvens se formarem acima de sua cabeça, mas tão logo arremessa seu escudo acima. “ESCUDO BUMERANGUE”, os raios são atraídos ao escudo, enquanto Dantes corre até o arcebispo, que não consegue a tempo se envolver numa Kyrie Eleison, pois Dantes pula por cima dele. - Agora me ouve, você usou sua habilidade em cima de mim e eu continuo consciente não? (Dantes) - Hum (Seraffyh) - Olha Fifi agente não se conhece, eu não tenho meios para provar que eu sou eu, vai ter de confiar. (Dantes) - Hummm (Seraffyh) - Eu vou te soltar agora. (Dantes sai de cima do jovem arcebispo, que também não vê nenhuma pergunta que possa ajudar a saber a verdade) - Dantes eu não tenho tempo para ler mais nada, vamos levar o que aguentarmos e voltar para Prontera. Por onde viemos? (Seraffyh) - Aquelas nuvens pelas quais passamos continuam lá, devem ser uma camuflagem, ficam imóveis. (Dantes) - Então vamos! (Seraffyh) - Ah espera, tem de manter tudo o que ocorreu em segredo. (Dantes) - Por quê? - Você enfrentou em deus, muitos aventureiros tentarão lutar contigo pela glória de derrotar você, e sua imagem na igreja será mais louvada que a do próprio sumo pontífice, isso pode te atrair problemas. (Dantes) - Que raciocínio Dantes, é mesmo você? (Seraffyh) - Menos problemas pra você é igual a menos problemas para mim, já que eu vou te acompanhar. (Dantes) Após selecionarem o caderno roxo, o livreto e 3 tomos daquela coleção de livros, eles partem com Poring de volta. (…) Prontera, momentos presentes: Sheilinha e Digo desembarcam em Izlude, junto a muitas pessoas; sem pressa eles caminham até Prontera, os arredores estavam lotados de porings brincando com aprendizes. Passando pelo portão sul de entrada, observam que aquilo tudo ficaria impossível de caminhar. - Poxa, os mercadores farão altos lucros hoje. (Sheilinha) - Eu tô reconhecendo gente de Arunafeltz e de Morroc também, deve estar acontecendo algo. (Digo) Os dois se separam, a musa vai até o Palácio Real tratar com a Rainha Gaebold, e o lord até a Ordem dos Cavaleiros. O sol estava forte, e a multidão aumentava mais a sensação térmica. No palácio, autoridades de todas as partes corriam de lá para cá, Sheilinha se dirige aos aposentos reais, um guarda que impedia a entrada de todos a deixa passar após reconhecê-la, gerando alvoroço por parte dos que não receberam mesmo tratamento. - Com licença minha rainha, tenho algo importante a relatar. (Sheilinha) - Minha amiga é você? Soube da missão que o sumo pontífice te incumbiu, o que houve? (rainha) Sheilinha explicou todo o ocorrido, desde a partida da comitiva de Prontera à Geffen, a luta na torre, a ordem dada por Catherine...A rainha tinha-a como de confiança, eram amigas de infância, e agora ciente dos detalhes da missão dada acreditou em tudo o que foi dito. - Tome, essa é a lista dos clãs que me servem, outras famílias reais podem ajudar com os seus. (rainha) - Deixa eu ver, Loris Team, Vanpetta, Stiker team, Adoradores, Guardiões da Andrômeda, Ouvai Ouracha WOE, REC*, Cavaleiros do Imperium, Mustafá, Real Ragnarok, App Park. Nomes moderninhos não? (Sheilinha) *3 - Sheilinha, seu apelido é moderninho não? (rainha) - Ah sim, é verdade. (Sheilinha) Digo entra na Guilda dos Cavaleiros, havia uma reunião importante ocorrendo. Ele se desculpa e pede que todos escutem com atenção. (…) - Digo, aqui esta a lista de clãs guerreiros que assim como você não evoluíram para as terceiras classes, mas são habilidosos e por isso não podem ser subestimados. (chefe) - Deixa eu ver, hã? (Digo) - Que foi Digo? Esperava algo clássico? O que importa é o valor dos soldados. (chefe) - É bem… Alberga dos States of America, Smile Force, Will Bee Gees, Forever Young, (ILEGÍGEL), (ILEGÍVEL), Blue Eyes White Dragon, Cuba Island, Pluto is the Best. Parecem mais bandas musicais, mas enfim… (Digo) *4 Enquanto isso, no salão real, várias conversas de menor importância eram tratadas. - Decidimos elevar Juno para ficar bem mais acima do continente, a única forma de sermos atacados será via aérea. (t) - Em Payon alguns de nós notamos que a caverna lendária foi esvaziada, algo inimaginável em séculos, Flor do Luar desapareceu. (x) - Morroc começou a chover torrencialmente, só há precedentes disso antes da batalha responsável pela desertificação por lá. (y) - Em vez de Roweens amanhecemos sem nenhum monstro entre o aeroplano e Arunafeltz, isso seria ótimo para o comércio e turismo, não fosse estranho. (w) - Acredito que a monarquia centrada em Prontera dificulta a defesa nas demais regiões, cada uma tem uma especialidade, bruxos de um lado, mercenários noutro, espadachins em Izlude, seria muito fácil para um inimigo estudar as fraquezas e organizar um ataque. (d) - E o que isso tem haver com a monarquia? (e) - Quem decidiu os lugares em que haveria a divisão de treinamento de classes? (d) - Isso foi um processo histórico e a monarquia respeitou e manteve assim (e) - Manteve para nossa desgraça! Já que nada entende de guerra externa, só fica endossando essas olimpíadas chamadas de Guerra do Emperium. Uma bobagem. (d) - Da sua jurisdição também há guerreiros que participam dela não? Quer voltar aos tempos antigos, com rebeliões internas, saques, sacrifício de populações e guerra civil? Superamos esse tempo. (e) (…) 7 horas depois, praça de Prontera: Digo e Sheilinha estão sentados à beira de uma fonte d’água, estavam exaustos, ambos haviam entrado no salão principal do Palácio Real e ficaram no meio de uma discussão infindável. Desistiram de contatar as demais famílias reais e foram embora. Digo se joga para trás e mergulha na fonte. - Ficou doido? (Sheilinha) - Estou precisando me refrescar, nunca pensei que teria de comandar clãs. Meu irmão Dantes teria mais pulso para isso. (Digo) - Nada, quando eu namorei com ele eu que decidia tudo. (Sheilinha morde uma maça) - Você vivia me comparando com ele quando agente namorava, mas não havia me dito nada disso. (Digo) - Eu sempre te coloquei pra cima né, acho que tava implícito isso também. (Sheilinha dá uma bela bocada na maça, parecia que ia engolir tudo de uma só vez) Ambos são interrompidos por um bioquímico à frente, sua vestimenta parecia tão impecável como se tivesse acabado de ser aprovado no teste de classe, ele usava um broche na gola no formato de uma cobra enrolada num bastão, nas cores vermelha e amarela. Na cabeça uma máscara no formato de um cachorro. - Ouçam, ouçam, meu nome é Trevas X de Alfhem, esse aqui é meu amigo Uhtread de Svartalfheim, vamos realizar uma peça teatral para dar uma animada no povo daqui, mas precisamos de ajuda de mais algumas pessoas para participar. (final da parte 4, continua...) Notas: - Minhas aulas começam essa semana eu vou postar com maior intervalo de tempo. - Estive pensando em postar a história em outro portal de fanfics que tenha maior movimento que o fórum, mas vou ter de adaptá-la. Se eu esquecer de postar aqui e algum leitor sentir falta é só mandar mensagem. - A primeira imagem é do jogo Ragnarok Tatics para PSP (não confundir com o jogo atual do ragnarok tatics), a segunda é da data-base do Ragnarok. - O nome dos clãs foi inspirado na lista de vencedores da WOE 1 e WOE 3 do mês de janeiro de 2021. - O nome de todos os personagens podem parecer estranhos para um ambiente inspirado na terra média, mas é porque cada um se refere a algum amigo ou personagem que encontrei ao longo de minha jornada no Ragnarok Online. - Meus amigos, obrigado até aqui, não sei se tive leitores além dos amigos que introduzi nessa história, mas agradeço aos que acompanharam. Ainda voltarei a jogar com todos vocês. Abraços.
  4. E aí já dá pra compartilhar a one shot conosco? Deve ficar legal com tanta informação que tem nessa data-base.
  5. Contate o Nerd Ao Cubo, ou mande mensagem pelo site, talvez eles aceitem encomenda de confecção de produtos, pois ano passado eles fabricaram uma caixa com alguns produtos do ragnarok online. Abaixo imagem do site do facebook do ragnarok online.
  6. Tal qual no ragnarok mobile (eternal loving) o sistema de refino poderia permitir que a arma se quebrasse sem perda total do objeto. Isso incentivaria o investimento de rops na compra de equipamentos diretamente na loja de rops oficial.
  7. “ Ano de 5098 depois da Guerra, Dimensão Desconhecida, 4 horas após o incidente em Geffen” Seraffyh abre um de 10 tomos numa prateleira qualquer, o livro era velho e surrado, a tinta das letras começava a se pagar, ele senta frente a uma escrivaninha e começa a ler as primeiras páginas. TOMO I (…) Introdução: Odin, Senhor de Todos os Outros, mestre da sabedoria, sábio da guerra e desbravador da morte, em Asgard, no palácio de Valaskjalf, tinha acesso a cada um dos nove mundos, graças ao sacrifício pessoal de uma parte de seu corpo. Entre sua prole estavam Thor, Tyr, Vidar, Herod, Vali, Njord, Bragi, Heindal, Vidor, além das Valquírias e inúmeros outros filhos pelo universo. Odin conduziu os deuses e os homens contra as forças do caos na batalha do fim do mundo, o Ragnarok. Nessa batalha o pesadelo do começo de nossa era monárquica caiu, ao custo do sacrifício de Thor, embora saibamos que não era o fim daquele temível ser, que ainda seria o responsável pela maldição dos Gaebold, após a luta de Tristan I, junto dos outros 6 guerreiros lendários, supremos representantes das classes existentes à época, um sacerdote, um caçador, um ferreiro, um mercenário, um bruxo e um cavaleiro. Nosso saudoso rei Tristan III, antes de virar um morto-vivo, tentou retirar a maldição de sua linhagem, e recrutou clérigos para a tarefa, como sabemos foi em parte um fracasso, e um dos responsáveis se exilou na Ilha Sem Nome, mas não sem antes pedir para que seu filho, fruto de um amor proibido, fosse protegido aos cuidados da instituição religiosa de Prontera. Esse livro resgata toda a história que sabemos dos deuses que nos governam. Seraffyh logo se desinteressa, nada que ele não tivesse já estudado como arcebispo. Pega então o segundo livro, mais fino, e abre no meio das páginas. Tomo 2: (…) e foi no período de expansão colonial que a monarquia enviou seu maior cavaleiro, Pedro Árvores, para partir de Alberta com 14 embarcações, para fins de estabelecer relações comerciais com região distinta. No trajeto, o mar fica tormentoso, os poucos registros relatam que o sol tornou o céu vermelho e uma tempestade muda a rota dos navegadores, que viam no mar seres gigantes e monstros aos quais não havia registro, interessante notar que uma das descrições citava uma serpente enorme que teria sido a responsável pela destruição da décima quarta embarcação. Com vergonha de relatar a história de que um ser fantasioso foi responsável pela destruição da embarcação mais poderosa à época, mudaram os registros, e a história só relata que 13 embarcações saíram de Alberta. Assim foi fundada Brasilis, com a miscigenação dos nativos da região e os navegadores, que só voltaram após 2 anos, e ainda assim, dizem que é um lugar mágico, e quem lá vai nunca mais sente vontade de voltar (…) Aquilo parecia ser um compilado de histórias do surgimento das cidades, nada que interessasse Seraffyh, que pega o terceiro livro. Tomo 3: O Brisingamen, forjado pelos quatro anões que representam os quatro pontos cardeais, é um artefato que dizem que a deusa Freya ostentava como símbolo de beleza e poder, não é à toa que ele representava o Sol, e por isso o derreti e transformei no adorno de cabeça de Sierra, um de meus experimentos oriundos de minha passagem pelo laboratório de somatologia, na época administrado pelo Dr. Wolchev, um lunático que me foi de grande valia com suas cobaias para que eu soubesse criar o receptáculo ideal para a volta de Freya a esse mundo. Não esperava a traição de um de meus cientistas, e a invasão daquele aventureiro ao qual nossa seita transformou num cavaleiro das trevas. Se o fracasso de meus experimentos tivessem parado por aí, não amarguraria em ver que outras tentativas de controlar o poder dos deuses tiveram sucesso e trouxeram consequências fora de nossos objetivos comuns. Pegaram minha pesquisa e aperfeiçoaram, os detalhes explicarei nesse livro. Dizem que até mesmo a alma do próprio Jormungand, que condensa grande tamanho físico e poder, poderia ser armazenada num objeto minúsculo, onde conseguiram algum vestígio dele, através do tempo, não tenho como saber. Mas dizem que Brinsingamen foi roubada por Loki, então, investigando os tesouros dos Gatunos, que tem grande afinidade com o deus da trapaça, não tardei a encontrá-lo. Entediado com aquele monólogo, Seraffyh deita a cabeça sobre os braços e se relembra como ele foi parar naquela biblioteca. “Exatamente 4100 anos atrás, Geffen:” Um odor de carbono invade o ambiente, dando ânsia nos dois, não estava ventando e a circulação de ar era precária, dificultando a saída da fumaça. Uma figura em cinzas se regenerava aos poucos, fio a fio, tecido a tecido, as vestes se alinhavam e ganhavam a cor que havia se perdido, acaso algum ferimento houvesse debaixo daquela roupagem, com certeza também estava se regenerando. Seraffyh chama a amiga com um gesto de mão para que ela se aproximasse rapidamente, coloca suas mãos sobre o saco de flechas que ela portava, ele diz baixinho “ASPERSIO”, e ela sente a energia quente da luz. Sacando uma flecha e posicionando no seu arco, Sheilinha tensiona os músculos dos braços e dispara. - DISPARO VIOLENTO! ( Disse a musa) A flecha atravessa o peito, empurrando para trás Belzebu, que não obstante, levanta, puxa a flecha vagarosamente, sentindo a flecha arder sua mão ante a propriedade sagrada. - Fosse eu um demônio em vez de fantasma teriam mais sucesso. (Disse o ser) Seraffyh e sua amiga enxergam duas asas surgirem por detrás de Belzebu, era o Grifo de Dante, que surge agarrando os seus ombros e fincando seu bico pontiagudo em seu pescoço, para logo após atirar-se pela sacada em movimento de queda livre. Sheilinha corre até o parapeito e olha abaixo. Belzebu, que tinha força sobre-humana, consegue segurar um dedo das garras grossas do Grifo e quebra-lhe, sendo solto ao ar livre, em queda na direção dos Amaldiçoados Sombrios, que saiam aos montes do térreo da torre. Lá em baixo, outra luta era travada. Alguns arcanos se somavam à Catherine, Dante e Digo, mas o uso de habilidades mágicas era limitado pela razoabilidade, afinal, muitos cidadãos dormiam ou estavam escondidos em suas casas, e o abuso de magia no meio da cidade era imprudente. - Por que essas caras maninhos? Digo, bora mostrar para eles! (Disse Dantes) Dantes se lança à frente em cima do escudo, como se fosse um carrinho de rolimã, derrubando o primeiro Amaldiçoado Sombrio ao chão. Com os dois pés sobre o peito do monstro, ele ergue o escudo para jogá-lo sobre a cabeça dele, esmagando-a. Sentindo uma enorme lança passar por seu ombro direito, cortando sua armadura, ele ri em deboche, que logo vira excitação. Estava à 20 metros do segundo oponente, ele gira sua Lança Imperial, e corre em combate frente a frente, “DISPARO PERFURANTE”...as armaduras do monstro suportam, 10 metros, “ESPIRAL LUNAR”… o cavalo dobra os joelhos, fazendo com que o cavaleiro caísse, embora rapidamente se erguesse, “ESTOCADA PRECISA”...a lança transpassa a cabeça, derrotando-o. Digo estava ainda com o terceiro cavaleiro amaldiçoado, insistindo numa luta comum de espada vs espada, com sua Claymore Rubi, de propriedade fogo. Cada toque das espadas ilumina ao redor com fortes clarões. Digo não se intimidava pelo tamanho da espada do oponente. Sua Claymore se imbui de uma claridade amarelada, mas não se tratava de efeito sagrado, a lâmina tinha a cor de metal em forja, mas conservando a dureza da espada. Digo a mantém firme com as duas mãos e contra-atacando a lâmina do oponente, que se parte, voando em direção ao peito de um quarto inimigo. - “IMPACTO DE TYR!” A armadura do Amaldiçoado Sombrio não resiste à intensidade e calor do golpe, resultando num corte diagonal que derrete seus órgãos vitais. Enquanto isso, os arcanos e Catherine estavam segurando os que ainda estavam saindo da torre. - E se a torre despencar sobre a cidade? (Disse Belzebu, sentado no telhado de uma casa) - Lute comigo fora da cidade e darei o que quiseres, mande seus servos embora! (Disse Catherine, logo abaixo) - Ha ha ha, o que eu quero? Mademoiselle, estou tão à toa quanto eles, não são meus servos. (Disse Belzebu) (…) - Vou ser mais claro, eu...acredito que tal qual eles, viemos parar aqui e estamos somente seguindo nossa natureza sanguinária. Se bem que...aparecer duas vezes na frente dos dois foi estranho. (Disse Belzebu) - De quem você esta falando?! (Disse Catherine) - Adieu madame! (Belzebu sai correndo pelos telhados) Catherine perde-o de vista. Os arcanos obtém reforços Doram e tem sucesso em imobilizar todos os cavaleiros amaldiçoados, uns petrificados, outros atados por raízes emergindo do chão. A entrada da torre é selada com magia. O Grifo desce do céu com Seraffyh e Sheilinha; Dantes e Digo se juntam a eles, com as mãos nos ombros um do outro, vitoriosos. Seraffyh esconde em suas vestes um livro azul, ninguém nota. - Meus queridos o portão não ficará fechado por muito tempo, nem sabemos o que mais nos espera quando abrir. A cidade já esta sendo evacuada, vamos afundar a torre. (Disse Catherine) - É muito drástico, logo iremos para Glast Heim descobrir a causa de tudo! (Disse Digo) - Digo! Meu palpite é Juno, não adianta ir pra lá! (Disse Dantes) -Juno? O que tem de importante lá? (Disse Catherine) - A biblioteca de Juno contém informações históricas não?! Todos os inimigos de nossa era possuem informações registradas! Mesmo que na forma de mitos, algo pode nos ajudar a saber com o que estamos lidando! (Disse Dantes) - Calma Dantes, se acalma...quero que voltem para Prontera, avisem as 7 famílias reais para enviarem as guildas vencedoras da Guerra do Emperium para Juno buscar informações. (Disse Catherine) - Você quis dizer o contrário né? (Disse Dantes) - Não Dantes, os clãs que irão para Juno, se você estiver certo no seu palpite o inimigo vai querer que continuemos sem respostas, na escuridão e na dúvida, e vai destruir tudo o que possa nos dar uma iluminação. Vão para Glast Heim logo após, será um percurso demorado, mas olhem para mim...acreditem, eu vou estar ao lado de vocês. (Finalizou Catherine) - Podemos usar o teleporte da Kafra? (Disse Seraffyh) - Quem? Bom, leve esse livro para Juno assim que possível. (Disse Catherine) Serrafyh se pergunta se Catherine estava enxergando aquele livro com alguma habilidade especial. - Kafra Seraffyh? (Pergunta Sheilinha) Seraffyh se sentiu como um alienígena, perguntou-se em pensamento se havia esquecido de algum acontecimento com a Corporação Kafra, e resolveu calar. - Estamos todos confusos e cansados, vem Seraffyh...não diga nada amigo. (Disse Digo puxando Seraffyh) - Estou percebendo que a memória de algumas pessoas esta falhando, mas não com coisas banais amigo, e sim com assuntos que são de notório conhecimento. (Continuou Digo a falar com Seraffyh) Acima de suas cabeças um aeroplano surge, descendo várias escadas de cordas. Aos poucos, cidadãos sobem, e os jovens aventureiros também. Já no alto, eles observam que Catherine agora estava rodeada por inúmeros invocadores, bruxos, professores, sábios, arcanos, em número que superava os eventos de caça promovidos por Mateus Além. Os portões se rompem brutalmente e uma bolha gigantesca avança para fora, rastejando dado o grande peso e as pernas curtas, das protuberâncias do que seria sua pele abrem-se olhos, a criatura se esforça repentinamente para elevar seu corpo e soltá-lo ao chão, freneticamente, provocando terremotos, uma das pessoas dentro do aeroplano pergunta se aquele monstro não era o denominado “Origem da Maldição”. Os especialistas em magia se envolvem em um leito de água, e invocam correntes violentas de água em direção ao monstro, que não consegue mais manter os olhos abertos, a água seguia ao fundo da torre, descendo aos andares abaixo. O plano era inundar a tudo para após congelar tudo o que pudesse sair de lá. Um Doram mais intrépido pula em direção à correnteza e nada em direção ao monstro, se agarrando em uma de suas pálpebras, que se abre. Logo após, usa uma habilidade especial...”INTIMIDAR!” O monstro enxerga uma alucinação vinda daquela habilidade, que inflige medo ao ponto dele se desgrudar do chão, sendo levado pelas águas ao fundo do calabouço. O Doram escapa pulando numa das colunas e se firmando com suas garras afiadas. Os jovens aventureiros ficam mais tranquilos, o aeroplano parte com dificuldade dado o excesso de peso. O sol começa a aparecer, não se enxerga nenhum vestígio das nuvens vermelhas. A cidade de Geffen fica para trás, a torre se mantém firme e erguida, não foi necessário demolir nada. Uma hora se passa, Seraffyh sente um peso na sua batina, ele mexe aqui e ali, e olha só, aquele poring estava dormindo. -Como você se segurou em mim esse tempo todo? (Seraffyh sorri) - Quem vai comigo para Juno? (Dantes estava na ponta do aeroplano, seu Grifo voava por perto) - Eu! (Seraffyh segue em direção a ele) Sheilinha e Digo não criam nenhum óbice, ficaria então com eles a missão de ir à Prontera reportar o ocorrido. Dantes se joga com Seraffyh nas costas do Grifo, o Poring já estava lá, sabe-se lá como. Aos poucos eles se distanciam do aeroplano, e do Grifo se permitia ver com maior esplendor as pradarias, montanhas, rios, além de alguns monstros maiores que de cima pareciam pequenos pontinhos na imensidão de cenários. Rune Midgard era linda, uma geografia diferente para cada microrregião. Por onde passavam, Seraffyh lembrava das músicas que os bardos, em suas campanhas pelo mundo, elaboravam para cada um dos lugares que passavam… Mais uma hora se passa, o vento fica mais forte, eles voavam contra ele, o Grifo emite um grunhido como que num sinal de alerta. Estavam quase no território de Juno, a cidade voadora perdida, que há muito tempo ficava oculta por magia e tecnologia, feita para assim abrigar o Coração de Ymir, mas isso era uma história antiga. Adentrando uma névoa fria, eles se dão conta que o sol estava parado faz um tempo, e não amanhecia, cada vez mais condensada a nuvem, eles conseguem sair dela, mas banhados de um líquido tinto, como se fosse vinho. Eis que o cenário à frente era assustador. A cidade de Juno estava rodeada de rochas flutuantes, e logo abaixo da cidade flutuante, uma cratera maior que ela, parecendo um buraco de minhoca de tão fundo, no qual as águas do oceano eram tragadas. Dantes e Seraffyh se questionam se um monstro teria feito aquilo. O sol agora estava se pondo, o que pareceu um absurdo para os dois, já que há alguns minutos, antes de passarem pela névoa, o sol ainda estava nascendo. O Grifo adentra a cidade, e pousa em frente à Biblioteca, único estabelecimento que não estava em ruínas. A imagem dela se distorce aos olhos de Dantes, como se fosse um prédio fantasma, mas eles resolvem entrar. Em seu interior, tudo intacto, algumas prateleiras sumiam e reapareciam, Dantes não era familiarizado com tecnologia, mas sabia que os robôs de Juperos e o próprio aeroplano eram uma prova que ela existia, sua mãe era uma estudiosa do assunto e levava algum de seus experimentos para casa, os quais ele admirava. Segurando um livro na mão, ele tem a impressão de tratar-se de um holograma muito avançado, nenhum peso, mas manuseável, dava para folhear e ler, era uma sensação estranha. No meio do salão, um único caderno entre livros: “ Se vocês estão lendo essas palavras, fiquem tranquilos, estão em um lugar seguro no meio do nada, e isso não é uma metáfora, não há nada lá fora que possa incomodar sua leitura. Acaso algum vestígio de ruídos abaixo da cidade seja ouvido, basta acionar a alavanca perto do Livro de Ymir, o qual vocês facilmente reconhecerão, já que acredito que a maioria de nossos aventureiros já efetuou o teste de transclasse. Mais um aviso, só tem o suficiente para mais dois disparos, e seria interessante verificar se não é o barulho de uma tempestade, já que atingir o magma da terra faria emergir dióxido de enxofre, sulfureto de hidrogênio, dióxido de carbono e outros gases que matariam a todos da cidade, ou melhor, vocês, pois como eu disse, não há mais ninguém aqui. Ignatz Gaebold, 01 de M. de 1049 D.G.” Dante vira algumas páginas antes: “Descobrimos, essa é a resposta, me disseram que não era pertinente no momento, mas como é possível manter-se indiferente quando se pode evitar o Dia do Desespero? Tenho em minhas mãos toda a informação que preciso para deter Sarah Irine, e ainda dar um futuro diferente a ela, menos sofrido. Pedi para dois de meus amigos, fiéis à minha família, para executarem a missão, mas dei dois rumos para eles e um não sabe o que o outro tem de executar, embora parte da trajetória os dois realizarão juntos. Quem diria, que uma simples alteração de um evento traria mudanças tão drásticas. I.Gaebold. 28 de S. de 998 D.G. Agora é com você, eles precisam que vocês façam sua parte.” Dante percebe pela tinta da última frase que ela foi escrita em momento posterior ao primeiro parágrafo. Os traços pareciam também mais cansados e difíceis de entender. (final da parte 3, continua...) Criado por Diego Maxuel (um dos meus pseudônimos).
  8. Seria legal os personagens de ragnarok usando habilidades do naruto kkk
  9. DiegoMaxuel

    BBB21

    Resumo: Tiago disse o padrão: "que todos os que ficaram têm de se posicionar, que não era para levar para o coração, todos os que ficaram tem iguais chances de vencer, já existiu participantes que só apanham e levam de coitadinhos para ganharem na final, mas questionou se esse seria o caso deles, que todos os participantes têm de jogar". A família do Bill fez multirão para ele sair alegando que seria melhor para a saúde mental dele. Karol chorou. Bill em entrevista: disse que se a Karol tivesse com ele no paredão ela teria saído, que a Carla não merecia o que passou com ela, que o Fiuk é muito toque. Minha recomendação : assistir o BBB21 quando tiver na metade, fiz isso com a Fazenda 2020 e não me arrependi, aliás, Fazenda 2020 foi muito melhor, eu adoro ver animais e a interação com humanos. Só tô assistindo por causa da pandemia, mas depois tô fora, desde a Fazenda 1 com Britto Junior que não vejo esses realitys.
  10. DiegoMaxuel

    BBB21

    Vamos sugerir para a conká ser sorteada no bigfone para ser fantasiada de monstro freooni, eles têm que dar uma melhorada naquelas fantasias.
  11. Obs.: no original em payon existem snakes, mas no Brasil colocaram a tradução para jiboias, embora elas tenham ataque de propriedade veneno, e sabemos que na realidade jiboias não são venenosas, mas mantive assim.
  12. A velocidade do vento vai arrancando as folhas das árvores, estas, por sorte, tem raízes bem fortes e fincadas no chão, mas seus galhos se inclinam conforme a direção do vento, estalando como se estivessem quebrando, a impressão era de que o vendaval destruiria todas as copas das árvores. A criatura tenta mais uma vez manejar sua espada, presa no ombro da musa, mas Rodrigus ainda segura fortemente o braço de Atroce. A dor é tão incômoda e o medo é tão intenso, que a musa não quer nem olhar para trás e nem ao menos tentar se mexer, mas com o pouco esforço que pode fazer, usa uma de suas mãos para puxar de sua cintura um pequeno objeto. Primeiro se vê o cabo de madeira, e ao retirá-lo por completo, um metal que não era afiado em nenhum dos lados, porém era pontiagudo, dava para espetar em algo. Ela solta o objeto levemente para trás, caindo no pé de Rodrigus. Esse entende na hora se tratar de uma “rondel”, um punhal raro de se encontrar. Mas não podia soltar o braço do monstro, então decide fazer um movimento arriscado, precisaria de velocidade e destreza para executá-lo. Luka grita ao longe: - Faz como o Poporing Rodrigus!!! (Disse Luka) Era realmente essa lembrança que se passava na cabeça de Rodrigus, na infância ele gostava de enganar Luka, certo dia ele chamou-o para ver como ele sabia executar com perfeição embaixadinhas com a bola, só que a bola era um Poporing, e por óbvio era o bichinho de estimação que ajudava no movimento. Desejando que aquilo não espetasse sua cara, Rodrigus começa: primeiro do pé ao joelho e agora...do joelho em direção ao rosto! Rodrigus abre a boca e morde o cabo de madeira, jogando com força sua cabeça no braço do bicho, espetando-o, que solta a espada. Luka salta impedindo que a musa caísse no chão. Atroce dá um safanão em Rodrigus, que não soltou seu braço e se manteve firme. Pegando a rondel, Rodrigus tenta perfurar Atroce, que desviava de todas as suas tentativas. Belzebu estava desolado, como se algo tivesse dado errado, a aparição de Atroce evidentemente não estava em seus planos e Luka, com a musa em seus braços, já havia percebido isso, Belzebu não ajudava e nem atrapalhava a luta de Rodrigus e Atroce, mas Luka sentia receio de ir ajudar o amigo, pois assim a colega estaria à mercê de Belzebu. Ela não sangrava mais, mas seu corpo estava gelado, Luka encosta a cabeça dela em seu ombro e afaga seus cabelos. Belzebu desperta de seus pensamentos. - Então deu tudo errado e eles estão mortos...não faz mais sentido essa missão. Quelle dommage. Lamentável. (Disse baixinho Belzebu) Atroce puxa o braço com força e Rodrigus solta-o, fazendo com que o bicho se desequilibrasse. Dando um salto e duas giratórias no ar, Rodrigus pega impulso e chuta a cabeça de Atroce, que ainda assim resiste em tombar, só recuando. Arremessando a rondel por dentre as pernas do monstro, o punhal cai pouco atrás dele. Enquanto Atroce acompanha com os olhos sem entender o movimento, Rodrigus se arremessa de imediato, mas abraçando a cintura da fera, fazendo com que ambos caíssem nos arbustos onde estava a rondel. Um ninho de Jiboias, serpentes que não faltavam na floresta de Payon, acordam ofensivas abaixo deles, mordendo tudo o que estava pela frente, Atroce e Rodrigus são severamente picados, sobrou até para a rondel, que agora estava banhada de veneno inoculado das serpentes. Rodrigus pega-a e perfura o pâncreas de Atroce. A dor é violenta, ainda mais com o veneno agindo. - Vocês improvisam imprudentemente mas até que é divertido de se ver ein, Ha Ha Ha!!! (Belzebu gargalhava, gostara da cena) Inesperadamente as Jiboias envolvem o pescoço de Atroce, várias adentram pela boca, ele as morde, e algumas ficam entaladas em sua garganta, dificultando-lhe o respirar. Atroce recua olhando agressivamente para Belzebu, e foge. Luka ouve um balbuciar da musa em seu ombro, ele estava no ponto de pedir ajuda a Belzebu, pois afinal, se ele queria num primeiro momento levá-la com ele, ele precisaria dela viva. Mas uma melodia vinda daqueles lábios é familiar a Luka, parecia algo que ela já havia recitado antes. A musa recupera aos poucos sua vitalidade, e para surpresa se Luka, ela se reergue sem sua ajuda. - Você é incrível e eu ainda nem sei seu nome. (Disse Luka) Ela empunha a espada de Atroce, que estava no chão, era parecida com uma espada Zanbatô. - Onde esta sua ética menina? À sua classe é proibido o uso de espadas. (Disse Belzebu) - Meu avô era um notável Gatuno, e meu ex-companheiro um Lord, não sou o tipo de garota que anda com os homens para ficar frescando, eu sou observadora e aprendo rápido. (Disse a musa) Rodrigus se junta aos três, que ficam enfileirados. - Então, o punhal era do seu avô? Estava gravado um nome no cabo. (Pergunta Rodrigus para a musa) -Sim. (Ela responde laconicamente) Belzebu olha para os três, sem vontade de continuar com aquilo: - Olha, vocês até que são esforçados e tem a sorte ao seu lado. Quem sabe tenham mais sorte do que eu. (Disse Belzebu) - Hã??? (Os três não entendem) - Não posso mais levar a moça comigo, o que me aguarda é a inexistência, e ela teria mesmo destino. Ouçam atentamente, pois não posso ser repetitivo, talvez tenha um pouco de tempo. (Disse Belzebu) - 1 O presente esta em transição, então vocês não deveriam voltar, mas se forem até o espaço dimensional nada lhes acometerá. 2 Luka você pode escolher concluir ou não sua missão, a diferença vai influir infimamente no presente. 3 Rodrigus, uma das coisas que você escondeu nesse tempo lá deve permanecer. Como não és de confiança não vou dizer-lhes o que é. 4 Impeçam que Verus entre em ruínas, o que só será possível indo a um tempo muito mais antigo que o atual. 5 Consuma seu casamento com Sarah, Rodrigus, ela será contato com uma determinada bruxa que lhes será de grande valia. 6 Não achem que porque eu vos oriento agora que outros como eu farão o mesmo, não sejam ingênuos a ponto de acreditarem em Ifrit, Valquíria Randrigs e o Senhor das Trevas, talvez Doppelganger, Flor do Luar e Kiel mantenham uma postura neutra, já Morroc sempre foi enigmático. 7 Por final, esse é um desabafo, já que vocês provavelmente serão os últimos a me ouvirem, existem uns que anseiam pela destruição indiscriminada de tudo, o que não compatibiliza com o desejo de outros como eu, que queriam governar o que existe nessa terra, e não há como governar o que foi reduzido ao nada. Quando nos demos conta disso, só eu restei. Fazer a diplomacia entre os poucos heróis de seu tempo, dos tempos que vocês percorrerão, e de alguns inimigos seus, será o diferencial que nos faltou. Adieu!!! E que não sejam fracassadas suas desventuras! (Finaliza Belzebu) Detrás dele, linhas horizontais e verticais cortam a vista do cenário ao fundo, que se distorce num vórtex vermelho e preto, no qual não se pode diferenciar nada de nada. Belzebu anda de ré em direção àquele caos, sem parar de olhar para os três. A fenda que distorceu o espaço se fecha, e os três conseguem novamente observar a floresta ao fundo. As nuvens escarlate somem. - Esse é o momento que nos despedimos. (Disse Luka para a musa, tocando em seus braços com as mãos) - Vou seguir meu próprio caminho quando for a hora, mas doravante seguirei com você. (A musa retira as mãos de Luka de si) - Não sou uma aventureira que dependa da proteção dos outros, não ouviu o que eu disse antes? Além disso, tem uma ligação de meu avô e Verus que preciso desvendar e que pode ser útil. (Disse a musa) - Ei, calma aí! Foi dito que uma das coisas que eu guardei não deve ser descoberta não? Não seria o caso de nós reforçarmos a segurança dela, quer dizer, eu posso não ter escondido direito...(Disse Rodrigus) - Na verdade foi dito que lá essa coisa deve ficar, tem uma diferença sutil. Você tá doido para saber o que é né? (Disse a musa) - Me entenda bem amiguinha, imagina que eu morra no futuro ou que eu seja capturado e forçado a dizer o que eu não quero, não seria melhor vocês também terem conhecimento da localização dos bens que peguei? Pense bem, não ficarão escondidas por toda a eternidade, o que pode causar problemas futuros. (Disse Rodrigus) Parecia um papo muito bem intencionado para alguém como Rodrigus, Luka desconfia: - Eu prefiro nunca saber, vou passar 24 horas por dia te vigiando para você não fazer besteira! (Disse Luka) -24 horas? Que decepção ein Lula. (Disse a musa cruzando os braços e sorrindo) - Não, é que ele é meu amigo, é maneira de falar só! (Disse Luka, lembrando-se do seu lance com a musa) -Ai Luka que fofo! (Disse Rodrigus, levantando a perna direita para trás e cruzando as mãos ao rosto, com um sorriso de lagarto) -Besta, não invente baboseiras! Conversaremos depois, não ouse envolver mais ninguém. (Disse Luka para Rodrigus) - Mas aposto que ela já ouviu falar dos fragmentos do adorno de cabeça da Shaman Sierra, receptáculo da deusa Freya em uma de suas tentativas de voltar a esse mundo por aquela seita… (Disse Rodrigus) -Chega!!! Essas informações tem de ficar como mitos no imaginário popular! (Disse Luka) - E você Luka não quer saber sobre o relatório de missão de Lord Seyren, eu interceptei o Peco-Peco dele após o seu desaparecimento...(Disse Rodrigus) - E acompanhado do relatório havia o quê? (Pergunta Luka) - Não digo...venha comigo e vamos ver juntos amigo! (Disse Luka) Fiel a uma das 7 famílias reais, Luka sabia que tudo o que envolvesse a missão de Lord Seyren na República de Schwartzwald, a respeito do desaparecimento do rei Tristan III, era de interesse da monarquia de Rune-Midgard. Contudo, lembrou que Rodrigus havia dito que o único lugar ao qual não visitara foi justamente o território de Schwartzwald. Sendo assim, provavelmente era uma mentira apenas para convencê-lo, mas, ainda assim, se Rodrigus estava disposto a ir tão longe nessa mentira… - Luka, não foi dito que era melhor deixar essas coisas onde elas estão?! (Repete a musa) - Acontece que não posso passar a vida inteira no encalço de Rodrigus, vamos até elas, e nos certificar que nem ele e mais ninguém tomarão elas para si. Acredito que se deixarmos onde estão, mas com melhores garantias de proteção e ocultação, não infringiremos a regra estabelecida por Belzebu. (Disse Luka) - É isso aí! (Disse Rodrigus) - Posso conversar com você a sós? (Disse a musa para Luka) - Claro! Me leva aonde preferires. (Disse Luka) De volta ao vilarejo de Payon, os dois sentam em bancos de madeira abaixo de uma grande árvore, cujos galhos pareciam querer cobrir todo o céu, tudo era aconchegante, as pessoas conversavam sobre as vestes do noivo e da noiva, o casamento, os mimos que o casal ganhou. - Sempre tive vontade de romper as barreiras do espaço dimensional e ir muito além das missões que lá existem, conhecer o mundo o investigar o passado de minha família. Meu nome é… (Falava a musa) - Se você prefere não falar seu nome tudo bem, pode se preservar se preferir. (Luka olha ternamente para ela) A musa toca o rosto de Luka, suas mãos estavam geladas, mas Luka gostou da sensação em sua face, estava abafado o clima. Naquele momento ele não queria perguntar nada sobre a família dela. - Quer tomar um Chá Gelado de Siroma? Eu pego e trago num minuto para nós. (Disse Luka) Na verdade quem estava com calor era ele, mas ela aceita por educação. Luka se levanta e anda feliz entre as pessoas, procurando entre as bancas dos mercadores o tal chá, ele aproveita e também compra Queijo Gratinado com Tentáculos, pois o mercador disse que era uma novidade irresistível originária de outra cidade. Ao voltar, ela aguardava cheia de graça, as pernas entrecruzadas fizeram com que ele diminuísse o passo, querendo aproveitar cada instante daquela visão. Ela ri, Luka havia comprado uma quantidade exagerada do queijo gratinado. - Isso tudo é para você ficar fortinho né? Porque eu acho que só aguento uma pontinha de um pedaço de queijo. (Disse ela, que se surpreende com o sabor ao degustar) - É, eu aguento mais um tantinho. (Concluiu a musa, ela não queria “dar o braço a torcer”) - Você toca algum instrumento musical? Na batalha não vi nenhum. (Pergunta Luka) - Ah, eu tenho dedos bem habilidosos e versáteis. (Disse a musa) Ela então, por debaixo da mesa, toca a perna de Luka com a ponta dos pés. Ele se contém para que ela não perceba os arrepios que ele sentia. - Quer me convidar para dançar num ritmo de bolero? (Ela pergunta para ele) Ao longe, Rodrigus estava tentando interpretar pela linguagem labial o que eles diziam. Então chama três arqueiros aspirantes a bardo para perto de si. - Vão até aquela mesa e se esforcem para tocar a música que eu e a Sarah gostamos de dançar. (Ordena Rodrigus para os três) Luka e a musa são surpreendidos ainda sentados pelos três, que já chegam ensaiando as notas musicais, com “sorrisos amarelos” no rosto. Luka levanta e pede a mão da musa para dançar. - Deixa de ser bobo! (Ela aceita) “A perna esquerda para frente, passa o peso para a perna direita, volta, a direita para frente, passa o peso para a esquerda, volta, ele esta com o corpo dela colado a si, com a mão na cintura dela, um avança, o outro recua, vice e versa. Tum, tum, pausa, tum, tum, pausa… Contorno com as mãos, ela vira de costas, com o braço esquerdo esticado para frente, ele puxa-a e ela pisa com a direita para trás, ele junta os pés e logo após faz um leque com a perna direita pela frente dela...” Rodrigus estava mais querendo saber do promissor beijo, conjecturando como seria, quanto tempo duraria, quais seriam as palavras ditas logo após. Sarah era carinhosa, mas por vezes ela brincava de formas estranhas, numa mudança de personalidade. Ele sente alguém por trás a morder o lóbulo de sua orelha com força, ele não pode falar nada, pois sua boca estava coberta por uma mão fina. Era Sarah Irine, sua noiva... (final da parte 4, continua...) Criado por Diego Maxuel (um dos meus pseudônimos). Comentários e sugestões para incrementar na história sãos sempre bem-vindos.
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